{"id":3866,"date":"2023-04-04T13:23:05","date_gmt":"2023-04-04T16:23:05","guid":{"rendered":"https:\/\/expresso.estadao.com.br\/sao-paulo\/?p=3866"},"modified":"2023-07-06T10:43:24","modified_gmt":"2023-07-06T13:43:24","slug":"masp-abre-o-ano-dedicado-a-arte-indigena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/expresso.estadao.com.br\/sao-paulo\/2023\/04\/04\/masp-abre-o-ano-dedicado-a-arte-indigena\/","title":{"rendered":"Masp abre o ano dedicado \u00e0 arte ind\u00edgena"},"content":{"rendered":"<p>A ic\u00f4nica rampa de Lina Bo Bardi, que liga o primeiro ao segundo subsolo do Museu de Arte de S\u00e3o Paulo (Masp), est\u00e1 diferente. O vermelho, pela primeira vez, cedeu espa\u00e7o para pinturas de s\u00edmbolos da cultura huni kuin, feitas pelo grupo Mahku. A obra integra a mostra \u201cMahku: Mira\u00e7\u00f5es\u201d, no segundo subsolo. No primeiro, est\u00e1 a individual de Carm\u00e9zia Emiliano: \u201cA \u00e1rvore da vida\u201d. As duas mostras inauguram o ano Hist\u00f3rias Ind\u00edgenas, em que o museu volta-se \u00e0s diferentes manifesta\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas ao redor do mundo.<\/p>\n<p>\u201cAs pinturas murais participam de uma maneira protagonista das exposi\u00e7\u00f5es do grupo. Quer\u00edamos trazer isso para Masp, mas o andar onde est\u00e1 a exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 rodeado por janelas\u201d, conta ao <em>Expresso Bairros<\/em> Guilherme Giufrida, curador-assistente da institui\u00e7\u00e3o, que teve a ideia de indicar a escada como suporte para o mural. \u201cO que eu acho interessante das pinturas murais \u00e9 que elas n\u00e3o t\u00eam os aspectos de comercializa\u00e7\u00e3o. Elas t\u00eam outra natureza na produ\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>O trabalho tem um car\u00e1ter ef\u00eamero e ficar\u00e1 exposto no Masp at\u00e9 o fim deste ano, quando a rampa ser\u00e1 novamente pintada de vermelho.\u00a0 A comercializa\u00e7\u00e3o das obras do Mahku, entretanto, faz parte da opera\u00e7\u00e3o o grupo, cujo slogan \u00e9: \u201cVendo tela, compro terra\u201d. Eles j\u00e1 expuseram seu trabalho em importantes institui\u00e7\u00f5es dentro e fora do Brasil, como o Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo (MAM-SP) e a Funda\u00e7\u00e3o Cartier, em Paris.<\/p>\n<p>A partir das experi\u00eancias institucionais e comerciais, o grupo criou o lema de vender tela para comprar terra. Com a venda dos trabalhos \u2014 hoje, o Mahku \u00e9 representado pela galeria Carmo Johnson Projects \u2014, eles conseguem financiar melhorias de infraestrutura na aldeia, a exemplo de constru\u00e7\u00e3o de banheiros e de uma cozinha comunit\u00e1ria, e comprar terras para preservar a mata local.<\/p>\n<p>\u201cTudo que \u00e9 vendido \u00e9 voltado para a comunidade. Dependendo do governo, as terras podem ser tiradas dos huni kuin. Mas, se comprarmos, ningu\u00e9m pode nos tirar. Estamos preservando a floresta, a cultura da comunidade e as esp\u00e9cies raras de plantas que servem de rem\u00e9dios para muitas doen\u00e7as\u201d, ressalta K\u00e1ssia Borges, curadora-adjunta do Masp e integrante do grupo Mahku.<\/p>\n<p><strong>Hora do ch\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m do expressivo mural produzido no guarda corpo da rampa, a exposi\u00e7\u00e3o apresenta cerca de 120 obras, entre pinturas, desenhos e esculturas. Os trabalhos s\u00e3o criados a partir dos cantos, mitos e hist\u00f3rias dos huni kuin. As obras de arte s\u00e3o parte do ritual de <em>nixi pae<\/em> \u2014 que envolve a ingest\u00e3o de ayahuasca.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea toma o ch\u00e1, senta e fica bem quietinho. Ao entoar o primeiro canto, voc\u00ea come\u00e7a a ver uma luz e cores fortes, como um caleidosc\u00f3pio. Depois, \u00e9 feito o segundo canto, quando os participantes t\u00eam as mira\u00e7\u00f5es\u201d, explica Borges.<\/p>\n<p>As mira\u00e7\u00f5es s\u00e3o experi\u00eancias vision\u00e1rias que aparecem durante os rituais e depois s\u00e3o traduzidas tanto nos desenhos e pinturas do coletivo quanto nos cantos que integram o cotidiano da aldeia Chico Curumim, no Acre, onde vivem os artistas do Mahku.<\/p>\n<p>A ideia de traduzir as experi\u00eancias e registrar os mitos em desenho partiu de Ib\u00e3 Huni Kuin, l\u00edder do grupo e curador convidado da exposi\u00e7\u00e3o. Com um colorido vibrante, eles traduzem em imagens lendas como o de \u201ckapew\u00eb pukeni\u201d, o jacar\u00e9-ponte, figura s\u00edmbolo do grupo e muito presente nas obras expostas.<\/p>\n<p>A alegoria ilustra a passagem dos huni kuin da \u00c1sia para a Am\u00e9rica, atrav\u00e9s do Estreito de Behring. Um jacar\u00e9 gigante os teria ajudado na travessia do Oceano Pacifico. O pagamento para o transporte seria feito em troca de comida e o respeito \u00e0 condi\u00e7\u00e3o do povo n\u00e3o matar filhotes jacar\u00e9s e dar a carne para ele comer. Quando a variedade de animais se torna escassa, por\u00e9m, os huni kuin teriam cassado um pequeno jacar\u00e9, traindo a confian\u00e7a do jacar\u00e9 grande.<\/p>\n<p>O desrespeito ao combinado teria feito com que as pessoas falassem l\u00ednguas diferentes e se separassem em outros povos. \u201cO mundo sempre foi dividido. Quem atravessa o mundo \u00e9 quem j\u00e1 conquistou os conhecimentos. Por isso, cantamos a m\u00fasica do jacar\u00e9, em nossas reuni\u00f5es, para abrir os caminhos\u201d, explica Ib\u00e3 Huni Kuin.<\/p>\n<p><strong>A fot\u00f3grafa dos Macuxis<\/strong><\/p>\n<p>Se a obra dos huni kuin tem sua inspira\u00e7\u00e3o em imagens do subconsciente e das f\u00e1bulas, a artista Carm\u00e9zia Emiliano trabalha com os dois p\u00e9s na realidade. A mostra \u201c\u00c1rvore da Vida\u201d traz 35 pinturas produzidas na \u00faltima d\u00e9cada. Em suas telas, Emiliano apresenta a vida e as tradi\u00e7\u00f5es dos Macuxis, popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena situada na regi\u00e3o Circum-Roraima, cujo principal cart\u00e3o postal \u00e9 o Monte Roraima.<\/p>\n<p>Como em um filme, a artista registra o passo a passo das tradi\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es culturais dos macuxis, como a dan\u00e7a do parixara, os jogos e brincadeiras relacionados aos per\u00edodos de festas. Outro trabalho que se destaca \u00e9 um autorretrato no qual a artista, em uma pintura a \u00f3leo, se representa em frente a um cavalete pintando o Monte Roraima em uma tela.<\/p>\n<p>\u201cNessa pintura, h\u00e1 muitas simbologias fundamentais para pensar o pr\u00f3prio g\u00eanero. Uma delas \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria subjetividade\u201d, destaca Amanda Carneiro, curadora da mostra. \u201cA individualidade, caracter\u00edstica muito presente no autorretrato, \u00e9 rompida nesta representa\u00e7\u00e3o pelo jeito como ela faz. A artista se coloca no centro da tela, mas apresenta, \u00e0 sua volta, as malocas, expondo sua rela\u00e7\u00e3o com a comunidade.\u201d<\/p>\n<p><strong>Pioneira <\/strong><\/p>\n<p>Emiliano, de 63 anos, \u00e9 autodidata e come\u00e7ou a pintar nos anos 1990. A entrada de seu trabalho em ambientes institucionais de arte acontece a partir da Bienal Na\u00effs do Brasil, realizada no Sesc Piracicaba, interior de S\u00e3o Paulo, no in\u00edcio dos anos 2000.<\/p>\n<p>Embora hoje classificar um artista como \u201cna\u00eff\u201d seja algo question\u00e1vel, pois n\u00e3o h\u00e1 nos trabalhos desses artistas nada de ing\u00eanuo, a pintora ostenta em sua linha biogr\u00e1fica nas redes sociais a nomea\u00e7\u00e3o de \u201cartista na\u00eff\u201d. Em suas telas, entretanto, apresenta m\u00e9todo, estilo e pensamento complexo de tema e composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma categoria bastante amb\u00edgua. Mas trabalhar com arte \u00e9 trabalhar com a contradi\u00e7\u00e3o\u201d, ressalta a curadora. \u201cA classifica\u00e7\u00e3o como &#8216;artista na\u00eff&#8217; foi fundamental para a inser\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios artistas no sistema de artes. \u00c9 natural que eles estejam apegados a ela.\u201d<\/p>\n<p>Emiliano \u00e9 uma das primeiras artistas de origem ind\u00edgena a se inserir no sistema de arte. A apresenta\u00e7\u00e3o de seu trabalho lembra o p\u00fablico que, apesar de a arte ind\u00edgena estar ganhando destaque nos \u00faltimos anos, esses artistas est\u00e3o no sistema de arte h\u00e1 d\u00e9cadas. Em 2023, com a programa\u00e7\u00e3o tematizada em \u201cHist\u00f3rias Ind\u00edgenas\u201d, o Masp almeja discutir e dar visibilidade a essa produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/h3>\n<p>Masp: Av. Paulista, 1578 \u2014 Bela Vista<br \/>\n\u201cCarm\u00e9zia Emiliano: \u00e1rvore da vida\u201d: at\u00e9 6 de junho de 2023; \u201cMahku: Mira\u00e7\u00f5es\u201d: at\u00e9 4 de junho.<br \/>\nTer.: 10h\/19h, qua.\/dom.: 10h\/17h<br \/>\nIngresso: R$ 60, (ter.: gr\u00e1tis)<br \/>\nSite: <a href=\"https:\/\/masp.org.br\/\">masp.org.br.<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Karina S\u00e9rgio Gomes<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ic\u00f4nica rampa de Lina Bo Bardi, que liga o primeiro ao segundo subsolo do Museu de Arte de S\u00e3o Paulo (Masp), est\u00e1 diferente. O vermelho, pela primeira vez, cedeu espa\u00e7o para pinturas de s\u00edmbolos da cultura huni kuin, feitas pelo grupo Mahku. A obra integra a mostra \u201cMahku: Mira\u00e7\u00f5es\u201d, no segundo subsolo. 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