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Prefeitura da Cidade de São Paulo

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Mais de 800 pessoas deixaram situação de rua com apoio do Programa Reencontro

Desde a implementação do Programa Reencontro, a Prefeitura de São Paulo já possibilitou que 823 pessoas deixassem a situação de rua. Coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads), o programa oferece moradia temporária, acompanhamento social e apoio à reinserção familiar e laboral.

A iniciativa se baseia em três eixos de atuação — conexão, cuidado e oportunidade — e integra ações nas áreas de assistência social, saúde e direitos humanos. No campo da moradia, reúne dois instrumentos principais: as Vilas Reencontro e os auxílios Reencontro Moradia e Reencontro Família.

Atualmente, dez Vilas Reencontro estão em funcionamento, com 2.632 vagas distribuídas em 658 módulos habitacionais nas regiões central, leste, norte e sul da capital. As unidades oferecem acolhimento, suporte psicossocial e incentivo à geração de renda, com foco na autonomia das famílias atendidas.

A Vila Reencontro Anhangabaú, inaugurada em fevereiro de 2023, foi a primeira instalada em terreno cedido pela Prefeitura. Com 40 casas modulares de 18 m², tornou-se referência em acolhimento com suporte socioassistencial no centro da cidade. Outras unidades, como a Vila Reencontro Sapopemba, ampliaram a capacidade de atendimento, com 74 módulos para até 296 pessoas.

Reinserção

Jenneferly Silva fala sobre sua experiência na Vila Reencontro Cruzeiro do Sul – Foto: LZ Santana/Especial para o Estadão

Os participantes do programa também contam com acesso facilitado a serviços públicos digitais por meio das equipes do Cate e do Descomplica SP. Em algumas unidades, famílias relatam avanços concretos, como o retorno aos estudos, a conclusão do ensino médio e a reconstrução de vínculos familiares.

Uma história de superação e resiliência tomou forma na Vila Reencontro Cruzeiro do Sul, na zona norte de São Paulo. Foi lá que Jenneferly Silva, de 39 anos, encontrou um novo caminho. Ex-moradora em situação de rua e uma das primeiras residentes do local, recebeu em 24 de dezembro de 2022 as chaves da moradia número 14: seu lar temporário e o início de uma jornada transformadora.

“Passei por vários abrigos até morar na Vila Reencontro, onde recebi o meu módulo 14, número que vou levar para sempre na minha vida. Nunca houve um projeto tão inovador, tão humano, tão digno. Não é a minha casa, mas é o começo de uma nova vida”, disse à reportagem do Expresso São Paulo em entrevista concedida em 2023.

Em 2024, a Smads regulamentou o serviço de moradia transitória em unidades modulares, consolidando o Programa Reencontro como política pública permanente voltada à superação da situação de rua na cidade. Até o fim deste ano, estão previstas a entrega de mais duas unidades do programa.

 

 

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Saiba onde vacinar crianças e adolescentes contra a dengue

A Prefeitura de São Paulo orienta pais e responsáveis a levarem crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias para tomar a vacina contra a dengue. A aplicação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados nas AMAs/UBSs Integradas, também das 7h às 19h. Para ampliar a cobertura, as equipes das UBSs realizam busca ativa nos territórios.

O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é produzido com o vírus da dengue atenuado, o que garante segurança e eficácia sem causar a doença. Ele estimula o organismo a criar anticorpos e células de defesa específicas. A vacina foi aprovada pela Anvisa após rigorosos testes clínicos.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Mesmo quem ultrapassou esse prazo pode completar a imunização sem perda de eficácia. Pessoas que tiveram diagnóstico positivo de dengue devem esperar seis meses antes de se vacinar, e quem apresenta sintomas da doença deve adiar a aplicação. O imunizante também não deve ser aplicado junto com outras vacinas.

Locais de vacinação

Unidades Básicas de Saúde (UBSs) – segunda a sexta-feira, das 7h às 19h
AMA/UBS Integradas – das 7h às 19h, inclusive aos sábados e feriados

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Prefeitura autoriza uso de película antivandalismo em táxi para evitar roubos

A Prefeitura de São Paulo definiu as regras para a instalação de películas antivandalismo nos vidros dos táxis da cidade. O objetivo é aumentar a resistência a impactos, dificultar a quebra e evitar a dispersão de estilhaços, ampliando a segurança. As normas foram publicadas no Diário Oficial da Cidade desta segunda-feira (13) e podem ser acessadas neste link.

A Portaria SMT/DTP nº 228/2025 autoriza a instalação de películas de proteção antivandalismo nos táxis da capital, desde que sejam atendidos os requisitos da Resolução CONTRAN nº 960/2022. Fica proibido o uso de películas refletivas ou espelhadas.

Durante as vistorias periódicas, os taxistas deverão apresentar a nota fiscal e o certificado de conformidade do material instalado, para comprovar a regularidade. Veículos com películas fora do padrão estarão sujeitos a sanções.

Nos corredores de ônibus

A legislação estabelece ainda que, para o uso das faixas e corredores exclusivos de ônibus, a película deve ser transparente. O tráfego de táxis por essas vias é permitido apenas quando o veículo estiver transportando passageiros, e películas escuras dificultam a fiscalização dessa regra.

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SP156 cria canal para atendimento sobre casos de metanol

A Prefeitura de São Paulo criou no dia 9 de outubro um canal específico no SP156 para receber denúncias e pedidos de informação sobre casos suspeitos de metanol em bebidas alcoólicas. A medida busca agilizar o atendimento à população e reforçar o combate à venda e ao consumo de produtos adulterados, diante do aumento de notificações de intoxicação na cidade.

Pelo novo canal, o cidadão pode acessar o portal sp156.prefeitura.sp.gov.br ou ligar para o telefone 156, sendo direcionado para registrar a queixa ou tirar dúvidas. As denúncias de consumo ou compra de bebidas com suspeita de adulteração ou sem procedência terão prioridade de atendimento. Ao preencher o formulário da Ouvidoria, é preciso selecionar o assunto “Bebida com suspeita de adulteração/sem procedência” e informar, se possível, o tipo, nome e marca da bebida — ou, no caso de drinks, a bebida usada no preparo.

O SP156 é o canal oficial de relacionamento da Prefeitura com a população e reúne mais de 1.250 serviços municipais. A nova funcionalidade foi criada em caráter emergencial e passa a exibir mensagem orientativa logo na abertura do portal e nas ligações telefônicas, indicando o caminho correto para o registro das denúncias.

Além do novo tema, continuam disponíveis no sistema as opções da Ouvidoria SUS, como o serviço “Denunciar Condições Sanitárias Inadequadas ou de Risco à Saúde do Trabalhador”, que permite relatar outras situações que representem risco à saúde pública.

Outras medidas

A Vigilância Sanitária municipal atua em conjunto com a Polícia Civil, a Secretaria da Fazenda, o Procon e a Vigilância Sanitária do Estado em uma força-tarefa para fiscalizar estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas.

Nesta semana, uma ação conjunta em Ermelino Matarazzo resultou na interdição total de um estabelecimento e na coleta de amostras para análise laboratorial.

Desde o início das operações, 11 estabelecimentos foram interditados — nove totalmente e dois parcialmente — em regiões como Ermelino Matarazzo, Campo Belo, Chácara Belenzinho, Jardins, Mooca, Vila Mariana, Bela Vista, Itaim Bibi, Campo Limpo, Cidade Líder, M’Boi Mirim, Cidade Dutra e Jardim São Luiz. As ações resultaram em autuações, lacração e apreensão de produtos irregulares.

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Famílias de São Mateus recebem escrituras de propriedade

Mais de 600 famílias do Núcleo Associação de Moradores Cidade A.E. Carvalho/Jardim Cipoaba, na região de São Mateus, zona leste, receberam no dia 9 de outubro esta as escrituras de seus imóveis por meio do programa Escritura na Mão. A iniciativa garante gratuitamente o documento de propriedade, oferecendo segurança jurídica, valorização do imóvel e tranquilidade para quem viveu anos sem o registro definitivo.

Com essa entrega, realizada no CEU Rafael, a cidade de São Paulo totaliza 58.862 moradias regularizadas desde 2021, sendo mais de 9 mil apenas em 2025 e 1.800 na região de São Mateus. A meta é alcançar 100 mil títulos até 2028.

A aposentada Marilene Mendes da Silva, de 73 anos, esperou 35 anos pelo título. Ao receber o documento, disse que o guardará “na cabeceira da cama”. Já a autônoma Edna Dias Matias, de 41 anos, aguardava há 24 anos pela escritura e celebrou poder garantir um lar definitivo aos filhos.

Obras e infraestrutura no entorno

Além da entrega dos títulos, o núcleo recebeu melhorias de infraestrutura urbana, com obras de pavimentação, drenagem, paisagismo, consolidação geotécnica e instalação de redes de abastecimento de água e esgoto. As intervenções fazem parte das ações integradas de urbanização da Prefeitura.

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Ônibus elétrico superarticulado é testado para o futuro Corredor Verde da 9 de Julho

São Paulo começou a testar um novo modelo de ônibus superarticulado 100% elétrico que deve integrar o sistema de transporte municipal no futuro Corredor Verde da Avenida Nove de Julho. O veículo, do modelo Caio Millennium eBRT, com chassi BYD, passa por ensaios de homologação sob supervisão da SPTrans antes de ser incorporado à frota.

O ônibus tem 22,7 metros de comprimento, ar-condicionado, entradas USB, conexão Wi-Fi e estrutura silenciosa. Também conta com recursos ampliados de acessibilidade e segurança, como rampas automáticas e sinalização para pessoas com deficiência visual.

O novo modelo faz parte da política de renovação da frota com veículos não poluentes. São Paulo já conta com 961 ônibus elétricos em operação — 760 movidos a bateria e 201 trólebus — e prevê ampliar o número nos próximos anos.

Corredores Verdes

Os chamados Corredores Verdes de Transporte unem mobilidade elétrica, infraestrutura moderna e ações ambientais. O primeiro será implementado na Avenida Nove de Julho, com ônibus elétricos e pontos de parada equipados com placas fotovoltaicas para geração de energia solar.

O projeto inclui a modernização de 12 estações de embarque e desembarque do modelo Barbosa & Corbucci, distribuídas em quatro paradas: Getúlio Vargas, José Maria Lisboa, Estados Unidos e Guianas.

As novas estações terão geração de energia limpa com certificação I-REC, brises vegetados que reduzem o calor e filtram a luz solar, pintura cerâmica refletiva, coleta seletiva e painéis digitais com informações sobre clima e itinerários. Sensores medirão o microclima local e câmeras de segurança serão integradas ao programa Smart Sampa.

A requalificação também prevê a revitalização de 4.300 metros quadrados de canteiros centrais, com paisagismo e plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, reforçando a proposta de sustentabilidade e melhoria do espaço urbano.

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Largo do Arouche ganha nova etapa do projeto FLOReCidade

O Largo do Arouche, localizado no centro da capital, recebeu novas intervenções do projeto FLOReCidade, desenvolvido pela Prefeitura. Inaugurado no século 19, o espaço passou por uma revitalização paisagística e ganhou espécies nativas da Mata Atlântica, como palmito-juçara, gengibre-azul, verbena-rígida, erva-santa, maranta-cinza, grama-são-carlos e vedélia.

O projeto foi elaborado pelo arquiteto e paisagista William Souza, da Secretaria Municipal das Subprefeituras. A proposta une estética e funcionalidade, com espécies escolhidas para garantir florescimento contínuo ao longo do ano, atraindo abelhas, borboletas e beija-flores. As mudas foram fornecidas pelo Viveiro Manequinho Lopes, em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA).

A iniciativa leva em conta o uso do solo, o estudo de insolação e a manutenção periódica, reforçando o compromisso com a sustentabilidade. Considerada um protótipo para futuras intervenções do programa FLOReCidade, a ação tem como objetivo transformar áreas urbanas em espaços mais verdes e acolhedores.

As obras começaram em 25 de setembro, início da primavera, e foram concluídas no 1º de outubro com a instalação da grama-são-carlos — resistente e adequada ao trânsito de animais de estimação, atendendo a uma demanda dos moradores.

Além de revitalizar a paisagem, o projeto fortaleceu o vínculo da comunidade com o espaço. Moradores acompanharam o processo e chegaram a levar mudas para casa, criando uma relação direta com o jardim. O projeto FLOReCidade já passou pelas praças Dom José Gaspar e Roosevelt e continuará levando novas cores a outras regiões da capital.

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Prefeitura aprova 16 novos projetos de retrofit no centro de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo aprovou 16 novos projetos na terceira rodada de apoio financeiro para subvenção econômica e requalificação de edifícios no centro da cidade. Entre os contemplados estão ícones da arquitetura paulistana, como o Edifício Martinelli, o Copan e o Edifício 7 de Abril (antigo prédio da Telesp), que terão parte das obras de retrofit financiadas. A medida busca estimular o adensamento populacional e fortalecer a vocação urbana da região central. A lista foi publicada no Diário Oficial do Município nesta quarta-feira (8).

A seleção, conduzida pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), inclui ainda outros marcos arquitetônicos e condomínios residenciais do centro. Entre eles estão o Residencial Cambridge, na Consolação — que já funcionou como hotel de luxo na década de 1950 — e o Edifício H Lara, na Praça Antônio Prado, construído em 1959 pela família Toledo Lara, então uma das maiores proprietárias de imóveis da região.

O grupo de projetos também reúne obras assinadas por nomes de destaque da arquitetura, como Ramos de Azevedo (sede do CAU-SP, na Rua Quinze de Novembro), Rino Levi (Edifício Líbero Badaró) e Jacques Pilon (Edifício Anhumas).

Aporte e habitação social

O chamamento recebeu um aporte recorde de R$ 200 milhões. A iniciativa, parte da Área de Intervenção Urbana (AIU) do Setor Central, prevê investimento total de R$ 1 bilhão para cobrir até 25% dos custos das obras.

Dos 16 projetos aprovados, quatro preveem unidades de habitação de interesse social (HIS) — um destinado a famílias com renda de até três salários mínimos (HIS-1) e três para famílias com renda de até seis salários mínimos (HIS-2).

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São Paulo amplia obras de jardins de chuva sob o Minhocão

A Prefeitura de São Paulo iniciou uma nova etapa de implantação de jardins de chuva sob o Elevado Presidente João Goulart, o Minhocão. As obras abrangem sete quarteirões das avenidas São João e General Olímpio da Silveira, entre a Rua Olímpia Almeida Prado e a Alameda Glete, e fazem parte do programa de requalificação das vias da região. O traçado da ciclofaixa e o corredor de ônibus serão mantidos.

As intervenções, realizadas pela Secretaria Municipal das Subprefeituras, têm duração prevista de dois meses e ocorrem com interdições parciais durante o período diurno.

Os jardins de chuva funcionam como filtros naturais e serão conectados, por dutos, à rede de drenagem superficial do elevado. As estruturas aumentam a área permeável da região, mesmo em espaços cobertos, contribuindo para reduzir alagamentos e melhorar o escoamento da água da chuva.

Atualmente, São Paulo conta com 420 jardins de chuva, e a meta é alcançar mil até 2028. Cada unidade é composta por reservatórios subterrâneos que armazenam a água e aliviam a pressão sobre o sistema de drenagem urbana.

Os jardins são formados por três camadas: um poço de infiltração com cerca de um metro de profundidade, uma base de pedras grandes, brita e solo, e uma camada superficial com flores, que complementa o paisagismo das vias.

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Cidade implementa sistema mecanizado de coleta de lixo na Vila Mariana

A Prefeitura de São Paulo iniciou no dia 6 de outubro um novo sistema de coleta mecanizada de resíduos domiciliares, com a instalação de 912 contêineres na Vila Mariana, na zona sul, e o uso de caminhões de carga lateral movidos a biometano — combustível obtido do lixo dos aterros municipais. A operação abrange 73,9 quilômetros de vias e atenderá 31,7 mil moradores em 15,6 mil domicílios.

O modelo busca reduzir riscos à saúde dos coletores e tornar o processo mais rápido e eficiente, segundo a Prefeitura. O braço mecânico dos caminhões elimina o contato direto com os resíduos, evitando acidentes e exposição a doenças. Os contêineres fechados impedem mau cheiro, o acúmulo de pragas e o que o lixo caia pelas ruas.

A instalação foi feita pela SP Regula, em parceria com a concessionária Ecourbis, responsável pela coleta, tratamento e destinação final dos resíduos domiciliares na região. Dois caminhões de coleta operam em turnos diurno e noturno, com rotas alternadas às segundas, quartas e sextas-feiras ou às terças, quintas e sábados. Um terceiro veículo fica de reserva e outro faz a higienização quinzenal dos contêineres, que serão substituídos conforme a necessidade. Dezesseis profissionais trabalham diretamente na coleta, limpeza, manutenção e supervisão.

De acordo com a SP Regula, o novo sistema permite que os moradores depositem o lixo a qualquer hora, sem precisar mantê-lo em casa. A medida também evita que resíduos sejam levados pela água da chuva e causem entupimentos de bueiros.

Sustentabilidade

A implementação integra o programa municipal de modernização da gestão de resíduos e reciclagem. Entre as ações estão a ampliação de cooperativas de triagem, que passaram de 20 para 30, com outras 20 em estruturação; a expansão da coleta seletiva para todas as ruas da cidade; e a adoção de caminhões movidos a biometano, que reduzem a emissão de poluentes e o consumo de combustíveis fósseis. Também há investimentos em centros de coleta e transbordo, com novas tecnologias de triagem e monitoramento.

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