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Aluna do Cozinha Escola cria marca para vender doces e salgados

Foi pelas redes sociais que Rosiane Aparecida Ramos, de 52 anos, soube do programa Cozinha Escola, cujo objetivo é qualificar mão de obra de pessoas da periferia no ramo da gastronomia para geração de renda.

“Mas, infelizmente, não havia aulas na zona sul na época, só na zona leste. Deixei um comentário no post pedindo informação sobre cursos em outras regiões”, lembra. O pedido de Rosiane foi atendido.

Depois, novamente pelas redes sociais, leu que haveria um curso do Cozinha Escola no CEU Campo Limpo, perto de sua casa, no Jardim Mitsutani. Ela se inscreveu na hora.

A primeira oficina que assistiu foi sobre como fazer feijoada tradicional e vegana. Depois seguiu para o curso de cozinha básica, auxiliar de cozinha, de petiscos, como coxinha, bolinho de bacalhau, croquete e de tortas.

“Com a minha idade, não é fácil conseguir emprego fixo. Então, eu sabia que teria de partir para o empreendedorismo”, afirma.

Com formação em gestão empresarial, Rosiane estava desempregada havia dez anos. Para ajudar nas contas de casa fazia salgados e bolos para vender, mas sentia que faltava base de conhecimento que lhe desse segurança e praticidade na cozinha para seguir no ramo.

“Foi mágico”, lembra da sensação logo após terminar o primeiro curso em 2022. “Você recebe informações sobre produtos e insumos; aprende técnicas de preparo e combinações de ingredientes que trazem resultados mais saborosos. As aulas me deram embasamento e confiança para fazer as receitas e vendê-las”, diz.

Foto: L. Santana/Especial para o Estadão

 

Rosilícias

Além do dia a dia da cozinha, nos cursos, Rosiane criou sua marca, a Rosilícias, e aprendeu como determinar seu público-alvo e vender. “Tive lições de marketing e empreendedorismo que me ensinaram como atender e apresentar o que faço.”

Hoje, Rosiane atende regiões como Morumbi e Moema, vendendo tortas, quiches e bolos, além do Jardim Mitsutani, onde faz parcerias com comerciantes locais. “Vendo para barzinhos salgadinhos congelados ou fritos na hora.”

Para conquistar novos clientes, participa de feiras e eventos. Os principais canais de atendimento e atração, porém, são as redes sociais, Instagram e Facebook. “Mas você me encontra no Google”, alerta.

O Cozinha Escola foi criado em 2019 pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e executado pela Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura.

Desde 2017 existem políticas voltadas à capacitação gastronômica que foram incorporadas pelo projeto. Já foram oferecidas 34,5 mil formações. No site da Prefeitura você encontra mais informações e o calendário de cursos. 

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CEUs sediam sessões gratuitas da Mostra Internacional de Cinema

Até 1º de novembro, acontece a 47ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. É possível assistir a filmes gratuitamente ou a preços populares nas salas do circuito SPCine.

As sessões ocorrem diariamente nas salas do Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural Olido e Biblioteca Roberto Santos, com ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Já as exibições no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes e nos CEUs Meninos, Butantã e Vila Atlântica serão gratuitas.

Nesta quarta-feira (25/10), às 18h, na sala no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, ocorrerá uma sessão especial gratuita do filme “Raízes Africanas”, dirigido por Jefferson Melo, com a participação do diretor para uma fala de abertura. O longa oferece um retrato intimista do resgate da identidade de três gêneros musicais de origem na África, mas que se popularizaram nas Américas: o blues, a rumba e o jongo.

Para quem não desejar sair de casa, a Spcine disponibiliza alguns filmes da seleção oficial deste ano no catálogo da Spcine Play, a primeira plataforma de streaming pública do Brasil. São cinco títulos selecionados de diferentes países, que podem ser acessados gratuitamente durante o período oficial da 47ª Mostra.

Confira a programação:

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O envio é semanal, sempre às sextas-feiras.

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Spcine Play

– Fábrica de Realizadoras: Norte de Portugal | Direção: André Guiomar, Mya Kaplan, Mario Macedo, Dornaz Hajiha, Mariana Bártolo, Guillermo García López | 2023 | Portugal e França

– Como Você se Atreve a Desejar Algo Tão Terrível | Direção: Mania Akbari | 2022 | Irã e Reino Unido

– O Mel É Mais Doce que o Sangue | Direção: André Guerreiro Lopes | 2023 | Brasil

– 6 filmes de 6 diretoras | Direção: Nafiseh Zare, Peivand Eghtesadi, Sepideh Berenji, Dorsa Shirazinasab, Kiana Montajabi, Samaneh Yadollahi | 2023 | Irã

– Uma Vida de Ouro | Direção: Boubacar Sangare | 2023 | Burkina Faso, Benin, França

 

CIRCUITO SPCINE – CENTRO DE FORMAÇÃO CULTURAL CIDADE TIRADENTES (gratuita)

– 25/10/2023 – Quarta, Sessão – 18h 

– RAÍZES AFRICANAS, de Jefferson Mello. Brasil, EUA, Cuba, Angola, Mali, República Democrática do Congo. 2023. Documentário (90’). Indicado para: Livre

 

CIRCUITO SPCINE CEU MENINOS (gratuita)

– 26/10/23 – Quinta, Sessão 553 – 15h 

– NAHUEL E O LIVRO MÁGICO (DUBLADO) (NAHUEL Y EL  LIBRO MÁGICO (DUBLADO)), de Germán Acuña (98′). CHILE, BRASIL. Falado em português. Indicado para: Livre.

 

CIRCUITO SPCINE CEU BUTANTÃ (gratuita)

– 26/10/23 – Quinta, Sessão 554 – 15h 

– NAHUEL E O LIVRO MÁGICO (DUBLADO) (NAHUEL Y EL  LIBRO MÁGICO (DUBLADO)), de Germán Acuña (98′). CHILE, BRASIL. Falado em português. Indicado para: Livre.

 

CIRCUITO SPCINE CEU VILA ATLÂNTICA (gratuita)

– 26/10/23 – Quinta, Sessão 555 – 15h 

– NAHUEL E O LIVRO MÁGICO (DUBLADO) (NAHUEL Y EL  LIBRO MÁGICO (DUBLADO)), de Germán Acuña (98′). CHILE, BRASIL. Falado em português. Indicado para: Livre.

 

CIRCUITO SPCINE – BIBLIOTECA ROBERTO SANTOS (R$4 Inteira / R$2 meia)

– 24/10/23 – Terça, Sessão 403 – 19h 

– FILMES CULTURAS DA RESISTÊNCIA (CULTURES OF  RESISTANCE FILMS), de Iara Lee (81′). GUINÉ-BISSAU, PORTUGAL, BRASIL, EUA, LESOTO, EUA, BRASIL, BULGÁRIA.  Curta: DO LIXO AO TESOURO: TRANSFORMANDO NEGATIVOS EM POSITIVOS (FROM TRASH TO TREASURE: TURNING NEGATIVES INTO POSITIVES), de Iara Lee (25′).

 

– 25/10/23 – Quarta, Sessão 479 – 19h

– CROMA KID (CROMA KID), de Pablo Chea (92′). REPÚBLICA  DOMINICANA. Falado em espanhol, francês. Legendas em inglês. Indicado para: Livre.

 

– 26/10/23 – Quinta, Sessão 552 – 19h 

– TOMANDO VENEZA (TAKING VENICE), de Amei Wallach  (98′). EUA. Falado em inglês, italiano. Legendas em português. Indicado para: Livre.

 

– 27/10/23 – Sexta, Sessão 628 – 19h

– DULCINEIA (DULCINEIA), de Luís Suares (92′). BRASIL, PERU. Falado em português, espanhol, inglês. Legendas em português. Indicado para: Livre.

 

A programação completa e outras informações estão disponíveis no site oficial da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

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Com parcerias, filas em creches estão zeradas na capital

A fila para o atendimento em creches é considerada zerada desde 2020 pela Secretaria Municipal de Educação (SME).

Segundo o portal do Observatório de Indicadores da Cidade de São Paulo (ObservaSampa), que apresenta dados e indicadores e evidências sobre a capital, as creches paulistanas têm hoje 361.257 matrículas e uma porcentagem de atendimento de 99,81%. O percentual era de 96,31% em 2019.

Para ampliar o atendimento a bebês e crianças de até três anos de idade, foram firmadas parcerias com cerca de 700 Organizações da Sociedade Civil (OSCs), assim como ampliadas as vagas nos Centros de Educação Infantil (CEIs) já existentes.

Neste ano, foram criadas 1,9 mil vagas para atendimento e recebimento de novos matriculados, com a inauguração de nove unidades de educação infantil: são seis Centros de Educação Infantil (CEIs) e três Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), localizadas nas regiões de Butantã, Campo Limpo, Capela do Socorro, Guaianases e São Mateus.

O horário de atendimento das creches também mudou. Um projeto-piloto testa a sua ampliação para 12 horas, com funcionamento das 7h às 19h — o que implica em duas horas de expansão.

No momento, o projeto funciona em 13 CEIs, nas regiões do Butantã, Campo Limpo, Capela do Socorro, Freguesia/Brasilândia, Guaianases, Ipiranga, Itaquera, Jaçanã/Tremembé, São Miguel, Penha, Pirituba/Jaraguá, Santo Amaro e São Mateus — uma por área de abrangência de cada Diretoria Regional de Educação (DRE).

A mudança foi pensada a partir de uma pesquisa da SME com os pais e responsáveis de crianças matriculadas nesses CEIs, em que mais de 70% dos entrevistados apontaram a necessidade de ampliação do tempo de atendimento.

O levantamento constatou que, após o horário normal da creche, muitos bebês e crianças precisam ficar com outros cuidadores, como familiares ou vizinhos, até que os pais ou responsáveis retornem do trabalho.

Educação infantil 

A educação infantil desempenha um papel importante no desenvolvimento das habilidades cognitivas, sociais e emocionais das crianças, preparando-as para as etapas escolares seguintes.

Nos CEIs, elas têm direito a cinco refeições diárias, com cardápio elaborado por nutricionistas que prioriza a oferta de alimentos in natura e minimamente processados — o que vai ao encontro das diretrizes nutricionais estabelecidas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). 

As matrículas para atendimento nas creches permanecem abertas durante o ano todo, e o sistema de vagas prioriza o encaminhamento dos bebês e crianças para as unidades mais próximas dos endereços cadastrados. Caso haja necessidade, dentro das diretrizes, os alunos da rede municipal são atendidos pelo Transporte Escolar Gratuito (TEG)

 

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Obras do novo terminal de ônibus de Itaquera são retomadas

Faz tempo que a população do bairro de Itaquera ouve falar do Terminal de ônibus Satélite. As obras começaram em 2014, mas estavam suspensas desde 2018.

Neste mês, a Prefeitura de São Paulo anunciou a retomada das obras após vistoria no trecho 1 do corredor Itaquera-Líder. O novo terminal deve beneficiar cerca de 430 mil usuários de transporte público da zona leste.

As obras do novo terminal começaram em outubro de 2014, foram interrompidas em dezembro de 2018 e oficialmente encerradas em fevereiro de 2020 devido a recomendações do Tribunal de Contas da União.

Em 2021, a Prefeitura conseguiu desbloquear fundos federais para terminar a construção. O terminal deve ficar pronto em 30 meses e o investimento total é de R$ 252,3 milhões, sendo R$ 176,9 milhões de recursos da Prefeitura de São Paulo e R$ 75,4 milhões financiados pelo Governo Federal.

Com uma área total de 36 mil m², a estrutura terá três andares (mezanino, térreo e piso intermediário), além de dois níveis subterrâneos para estacionamento, com aproximadamente 460 vagas para carros e 95 vagas para motos. A ampliação permitirá acomodar mais linhas de ônibus. 

Projeto em 3D do novo Terminal de ônibus de Itaquera – Imagem: Prefeitura SP/Divulgação

 

O novo terminal facilitará a integração com as linhas de metrô (Linha 3 – Vermelha – Corinthians/Itaquera) e da CPTM (Linha 11 – Coral). Uma passarela de interligação será concluída para acesso dos passageiros ao Metrô, CPTM e Poupatempo. Essa iniciativa proporcionará um ambiente mais espaçoso, confortável e funcional, reduzindo o tempo de espera e oferecendo comodidades adicionais à população.

Haverá novas plataformas de embarque e desembarque de ônibus, salas operacionais, sala de vigilância, salas multiuso, serviços de informações, guichês de bilheteria, escadas rolantes, rampas, elevadores panorâmicos, banheiros públicos, fraldário, refeitório, vestiários, quiosques comerciais, acessibilidade e paisagismo.

 

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Teatro é ferramenta para tratar dependentes químicos

Teatro é ferramenta para tratar dependentes químicos em SP

Controle emocional. Mais do que isso: responsabilidade emocional. Essa é a mensagem da peça “Emoções”, protagonizada por dependentes químicos em tratamento no Serviço de Cuidados Prolongados (SCP) Álcool e Drogas Boracea, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Encenada pela terceira vez no último dia 18 de outubro, a peça é resultado das atividades de expressões corporais.

Os cenários foram confeccionados pelo grupo, que se apresentou pela primeira vez em agosto, após um mês de ensaios. Segundo a SMS, a proposta é proporcionar autonomia, protagonismo e autopercepção pela expressão corporal, verbal e interação interpessoal.

O SCP disponibiliza cuidado intermediário entre a desintoxicação e a volta às atividades cotidianas. O tratamento é multidisciplinar e envolve técnicas terapêuticas que vão além das convencionais.

Meditação, musicoterapia, terapia em grupo, arteterapia, yoga e atividades físicas, por exemplo, são utilizadas no processo rumo à alta qualificada, quando o usuário do serviço retorna para casa.

Foi o que aconteceu com R. C., de 54 anos, em 20 de julho deste ano. As drogas entraram na vida do cuidador de idosos ainda na sua juventude, trazendo prejuízos profissionais e familiares.

Após cerca de quatro meses no SCP, ele recebeu alta e conseguiu um emprego. O acompanhamento periódico é realizado em consultas no SCP.

R. ressalta que as palestras e as atividades em grupo deram sentido para buscar sua recuperação. “Quando você entra aqui (SCP) as coisas começam a melhorar e ter nexo. Fui aceitando minha condição e interrompendo o fluxo”, conta.

A capacidade de acolhimento é de até 39 pacientes e a casa está completa atualmente, de acordo com a SMS. A pasta informou que, desde a abertura do SCP, mais de 120 acolhidos receberam tratamento no serviço, que tem uma equipe externa responsável por abordar os dependentes nas cenas de uso de drogas.

Acesso

O SCP Boracea, aberto em 2022, funciona no mesmo prédio em que fica o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) AD 3 Boracea, na rua Boracea, Barra Funda. A porta de entrada para o serviço é o Caps AD 4 Redenção.

De lá, os dependentes são encaminhados ao Hospital Cantareira, onde ocorre a desintoxicação. Só após esse procedimento, o paciente é convidado a ir ao SCP Boracea dar continuidade ao tratamento.

No SCP, de forma voluntária, o usuário é acolhido de maneira integral por até 90 dias. A estadia pode durar até 120 dias, conforme o projeto terapêutico singular definido, um tratamento individualizado e elaborado para cada paciente.

O local dispõe de quatro dormitórios, quatro consultórios, quadra, sala de ambiência, sala de estar, sala de grupo e refeitório. O corpo técnico conta com médicos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, entre outros profissionais.

 

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Requalificação dos baixos do Viaduto da Lapa abre espaço para microempreendedores

Foi entregue pela Prefeitura no último dia 20 a primeira etapa da requalificação dos baixos do Viaduto da Lapa. As paredes escuras e pichadas foram pintadas de branco e ganharam molduras coloridas no acesso ao corredor que liga a linha 8 (Diamante) da CPTM ao terminal de ônibus.

O empreendedor Claudio Joaquim de Lima era dos vendedores informais que trabalhavam no local. “Eu ficava aqui neste espaço, só que era no chão, tinha muito rato e sujeira”, disse.

Com novas instalações elétricas e hidráulicas e um projeto de iluminação, a via recebeu 52 lojas, com 5m² a 10m², que vão oferecer serviços de alimentação, moda e de conveniência.

Alguns dos locatários são ambulantes que atuavam na região e que receberam apoio do concessionário para se qualificar e se formalizar. Outra mudança é o mobiliário urbano – bancos e mesas – disposto em volta das árvores já existentes que servirá de área de lazer.

Foto: Edson Lopes Jr./Prefeitura SP/Divulgação

 

Investimento

Segundo a Prefeitura, o empreendimento contará com iniciativas como a política de lixo zero, ou seja, reaproveitamento de todos os resíduos, Wi-Fi gratuito e câmeras de segurança integradas ao sistema de monitoramento público. O investimento previsto até o final do ano é de mais de R$ 8 milhões.

A segunda etapa da requalificação, na Praça Miguel Dell’Erba (que dá acesso à estação Lapa da linha 8 da CPTM) e áreas no entorno do viaduto, já começou e deve ser entregue até dezembro, de acordo com a administração municipal.

Na praça está prevista, por exemplo, a criação de uma arena para eventos ao ar livre, como apresentações culturais e feiras.

A concessão inclui, também, a área do outro lado da linha do trem, a parte norte do baixo do Viaduto da Lapa, com obras em andamento, e a Toca da Onça, passagem subterrânea que liga a Lapa de Baixo ao comércio local, ao terminal de ônibus e à estação de trem e que recebeu nova pintura, aplicação de verniz antipichação e outras melhorias.

O Consórcio Viva a Lapa assumirá a zeladoria da região pelos próximos dez anos, incluindo limpeza, jardinagem e vigilância de uma área de quase 11 mil m², bem como a realização de atividades gratuitas para a comunidade e a disponibilização de mais lojass para pequenos e médios comerciantes da região.

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Grêmios estimulam participação estudantil nas escolas 

Aos 13 anos, Letícia Barros gosta de se envolver nas ações desenvolvidas na escola municipal onde estuda, a Emef Professor Dr. Paulo Gomes Cardim, no distrito Cidade Líder, zona leste de São Paulo.

Cursando o oitavo ano, ela encontrou no grêmio estudantil a oportunidade de participar não apenas das atividades escolares, mas também da mobilização comunitária na região.

Como primeira secretária do grêmio, Letícia apoia a organização de eventos, como competições entre as classes e campanhas sociais para coleta de agasalhos e alimentos.

“O grêmio estudantil é a voz dos alunos na diretoria. Buscamos ouvir as reclamações e sugestões para melhorar a escola. Na campanha, nossa chapa fez até pesquisa para saber o que alunos queriam.”

Todo ano a Emef elege novos membros da agremiação. São organizadas campanhas, debates e votações que, a partir de aplicativos, simulam a urna eletrônica. Com mandato de um ano, a diretoria é composta por 13 alunos que desempenham funções como presidente, orador e diretor cultural.

Para o professor da sala de informática e um dos orientadores do grêmio, Orlando Nagata Junior, o processo eleitoral ajuda no desenvolvimento da consciência política: o exercício de escolher os seus representantes, acompanhar o desempenho e fazer cobranças. Além disso, aprendem, por exemplo, a elaborar projetos, acrescenta.

Fomento

O programa Grêmios Estudantis estimula a participação dos alunos no cotidiano das escolas, incentiva o exercício da cidadania e o engajamento democrático, conforme o decreto nº 58.840, de 2019. Hoje, a iniciativa alcança 100% da rede de ensino fundamental e médio, somando  578 agremiações.

O grêmio tem autonomia para defender, com responsabilidade e de acordo com as leis, os interesses e a participação dos estudantes e promover atividades educacionais, culturais, esportivas, cívicas e sociais.

Podem também dialogar com os demais membros da comunidade escolar, como equipe gestora e Conselho da Escola, para alcançar melhorias.

Segundo a Prefeitura, o repasse anual para o cada grêmio realizar seus projetos é de R$ 10 mil. O recurso é gerenciado de forma compartilhada entre a escola e a entidade representativa do aluno.

Como são formados

A criação de um grêmio estudantil ocorre por convocação de assembleia geral dos estudantes, que pode ser feita pela  Diretoria Regional de Educação; gestores da escola; estudantes, mediante abaixo-assinado com assinaturas de 5% dos matriculados na unidade; Associação de Pais e Mestres ou o Conselho de Representantes de Turma.

Nessa assembleia, serão decididos o nome, estatuto, formato e membros da Comissão Eleitoral para escolha dos membros da diretoria gremista (os representantes dos alunos eleitos), datas do processo eleitoral e definição do orientador da entidade, que pode ser um professor.

Já a escola deve proporcionar aos grêmios, segundo o decreto que instituiu o programa, recursos e meios para realização de atividades; livre alocação e circulação de cartazes, panfletos, jornais e publicações e acesso dos representantes às dependências da instituição.

 

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Transcidadania tem vagas abertas e paga auxílio de R$ 1.367

O programa Transcidadania está com vagas abertas para travestis e mulheres e homens transexuais em situação de vulnerabilidade. Com o objetivo de promover a reintegração social, a iniciativa oferece auxílio mensal no valor de R$ 1.367,10 e a chance de concluir os ensinos fundamental e médio. A matrícula em escola é condição para receber a bolsa.

A educação é a ferramenta principal para melhorar a qualificação profissional dos participantes e abrir portas no mercado de trabalho. Coordenado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), o Transcidadania atende a 569 pessoas hoje, mas conta com 810 vagas. Há, portanto, 241 vagas disponíveis.

Ampliação

Criado em 2008, o programa foi ampliado em mais de 200% nos últimos três anos, de acordo com a Prefeitura de São Paulo. Foram acrescidas 150 vagas em 2023, passando de 660 para as atuais 810 em julho. Em 2022, a capacidade de atendimento foi aumentada em 150 vagas (de 510 para 660), enquanto, em 2021, houve acréscimo de 270 vagas (de 240 para 510).

Segundo a SMDHC, os beneficiários são assistidos por dois anos e, durante esse período, além da bolsa-auxílio, recebem acompanhamento psicológico, jurídico, social e pedagógico nos Centros de Cidadania LGBTI+. Também é feita a intermediação com empresas e órgãos públicos para o ingresso no mercado formal de trabalho.

São cinco centros, um em cada região da cidade, onde também são promovidas palestras sobre cidadania e direitos sociais, oficinas e realizados encaminhamentos para serviços de saúde e emprego, por exemplo. A iniciativa exerce, ainda, a função de orientar educadores, profissionais de saúde e empregadores sobre o combate ao preconceito.

Transformação

No final do primeiro semestre deste ano, cem pessoas trans se formaram pelo Transcidadania. Athena Joy, de 35 anos e ex-participante do programa, foi convidada para compartilhar sua experiência na formatura. Na ocasião, ressaltou que quem é trans pode ocupar qualquer posto e pediu persistência às formadas. “É difícil, mas lutem e não desistam.”

Para Athena, participar do Transcidadania rendeu mais do que um auxílio financeiro. Pelo programa, conseguiu concluir os estudos, prestar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e, assim, cursar faculdade com bolsa parcial, tendo se formado em Direito neste ano.

Atualmente, divide seu tempo entre os estudos para o exame da OAB e o novo emprego, conquistado há cerca de dois meses, além de ser cantora. Em regime home office, atua na Ouvidoria de uma empresa de telefonia.

Como se inscrever

Basta comparecer ao Centro de Cidadania LGBTI+ com os seguintes documentos:

  • Documento de identidade oficial com foto (RG, CNH ou RNE)
  • Cadastro de Pessoa Física – CPF;
  • Carteira de trabalho;
  • Comprovante de residência, exceto se for pessoa em situação de rua ou residente de ocupação irregular, por exemplo, e não tiver comprovante; e
  • Declaração de matrícula escolar – caso não haja, o próprio centro auxilia com o encaminhamento para a escola.

Os centros promovem cursos, palestras, rodas de conversa e oficinas. Entre as capacitações disponíveis estão os de Empreendedorismo, Designer de Sobrancelhas, Fotografia, Cabeleireiro e Panificação: faça e venda.

Os espaços também contam com outras atividades, como a de corte de cabelo, atendimento odontológico, doação de roupas novas e seminovas e criação de currículos para vaga de emprego.

 

SERVIÇO

Endereços e horários de funcionamento dos centros:

 

Centro de Cidadania LGBTI Claudia Wonder (zona oeste)

Avenida Ricardo Medina Filho, 603 – Lapa

Atendimento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h

Telefone: (11) 3832-7507

E-mail: centrolgbtoeste@prefeitura.sp.gov.br

 

Centro de Cidadania LGBTI Laura Vermont (zona leste)

Avenida Nordestina, 496 – São Miguel Paulista

Atendimento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h

Telefone: (11) 2032-3737

E-mail: centrolgbtleste@prefeitura.sp.gov.br

 

Centro de Cidadania LGBTI Luana Barbosa dos Reis (zona norte)

Praça Centenário, 43 – Casa Verde

Atendimento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h

Telefone: (11) 3951-1090

E-mail: centrolgbtnorte@prefeitura.sp.gov.br

 

Centro de Cidadania LGBTI Edson Neris (zona sul)

Rua Conde de Itu, 673 – Santo Amaro

Atendimento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h

Telefone: (11) 5523-0413 / 5523-2772

E-mail: centrolgbtsul@prefeitura.sp.gov.br

 

Centro de Referência e Defesa da Diversidade Brunna Valin (CRD)

Rua Major Sertório, 292/294 – República

Atendimento: segunda a sexta-feira, das 11h às 20h

Telefone: 11 3151-5786 / 5783

E-mail: crdbrunavalin@prefeitura.sp.gov.br

 

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Virada Esportiva 2023 cresce e inclui até pets na programação

Mais de 2 mil atividades de esporte e lazer, todas gratuitas, estarão distribuídas pela cidade de São Paulo nos dias 28 e 29 de outubro. A Virada Esportiva 2023, 16ª edição do evento, está maior e mais diversificada neste ano.

Na edição anterior, foram cerca de mil atividades. A programação deste ano traz as modalidades tradicionais como futebol, skate e tênis, e outras como atividade escoteira, golfe, tiro com arco e balonismo, por exemplo.

Para os mais radicais têm tirolesa, bungee jumping, eject x (uma catapulta que lança a pessoa às alturas) e escalada. Já quem procura calmaria pode fazer alongamento, caminhada, passeio de lancha, movimentos de consciência e expressão corporal, jogos de tabuleiro ou hidroginástica.

Jogo de baseball na Virada 2022 – Foto: Fábio Soares/Especial para o Estadão

 

Pets e garotada

Há lazer inclusivo para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com o “Espaço de Esportes Adaptados”. Até os pets foram incluídos, com a caminhada “pé e patas” e espaço pet com rampa, saltos, pneus, túneis e sacolas.

Em diversos pontos o foco é a garotada. Na avenida Politécnica, no Butantan, será montada a Arena da Família, com brincadeiras lúdicas, dança e corrida kids. O Parque Independência vai abrigar a Arena Diversão, com cama elástica, playground, piscina de bolinhas, brinquedos infláveis, apresentações circenses, teatro de marionetes e muito mais.

Esta edição reserva ainda shows musicais, palestras, show de lutas e apresentações de tecido acrobático, voo de wingsuit na avenida Paulista e balonismo na Praça da Sé.

Balonismo na Virada 2022 – Foto: Fábio Soares/Especial para o Estadão

 

Arenas temáticas

São 24 e cada uma com programação específica:

  • Arena Rio Pinheiros – Balsa instalada no Rio Pinheiros, ao lado da ciclovia do Parque Bruno Covas
  • Arena Todos Pelo Centro – Praça da Sé 
  • Arena Radical Leste – Praça Brasil
  • Arena Praia em SP – Praia do Sol (Guarapiranga)
  • Arena Combate Medieval e Pet Friendly – Centro Esportivo Modelódromo
  • Arena Sesc – Praça Charles Miller
  • Arena Fitness – Parque Villa-Lobos 
  • Arena Radical TCM – Tribunal de Contas do Município (TCM)
  • Arena Jungle Fight – Centro Esportivo Pelezão
  • Arena Radical Sul – Avenida Luiz Gushiken
  • Arena Aquática e Fight Baby Barioni – Ginásio Baby Barioni
  • Arena da Mulher – Memorial da América Latina
  • Arena 60+ – Centro Esportivo Mooca
  • Arena Família – avenida Politécnica
  • Arena Histórica Santo Amaro – Largo 13 de Maio e na Praça do Teatro Paulo Eiró
  • Arena Diversão – Parque da Independência 
  • Arena MMA – Praça do Campo Limpo 
  • Arena Artes Marciais – Centro Esportivo Tiradentes (André Vital), 
  • Arena Arte Nobre – Centro Esportivo Vila Curuçá (José Ermírio de Moraes)
  • Arena do Trabalhador – Ceret (Centro Esportivo, Recreativo e Educativo do Trabalhador)
  • Arena Ginástica Artística – Ceret (Centro Esportivo, Recreativo e Educativo do Trabalhador)
  • Arena Olímpica – Vila Olímpica Mário Covas
  • Arena Club SPAC – São Paulo Athletic Club
  • Arena Paraisópolis – CEU Paraisópolis

Além das arenas, todos os Centros Esportivos do município recebem programação, bem como os Clubes da Comunidade (CDCs). Tem ações em parques, como o da Juventude, o do Carmo e o do Povo, nos CEUs, praças, Unidades Básicas de Saúde (UBSs), entre outros pontos.

A programação completa está disponível no site oficial do evento, por onde é possível filtrar as opções por data, tipo de esporte, local, região, bairro ou arena.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, foram investidos R$ 22 milhões nesta edição da Virada Esportiva, que tem o apoio do Sesc, Sesi, clubes esportivos, associações, federações e confederações de diferentes esportes, empresas do ramo esportivo, do governo estadual e da Polícia Militar.

 

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SP inicia 2ª etapa de inscrição de blocos para o Carnaval

O guia de regras que norteia o trabalho dos blocos de Carnaval na cidade de São Paulo já foi publicado e as inscrições para a participação na folia de 2024 vão até o dia 31 de outubro.

As organizações devem realizar uma inscrição para cada dia de desfile, informando detalhes como itinerário, horário, previsão do número de foliões e perfil do bloco, banda ou cordão.

O processo de inscrição é dividido em duas etapas. Até o dia 22 de outubro, os blocos já tradicionais da festa, que costumam usar o mesmo trajeto, precisam confirmar a inscrição por um link individual, enviado pela Secretaria Municipal das Subprefeituras (Smsub).

Se o grupo quiser seguir um novo itinerário no ano que vem, basta recusar o trajeto no link e realizar uma nova inscrição na segunda fase.

A segunda etapa, para novos blocos, novas trajetórias ou para quem não recebeu o link da Smsub, vai do dia 23 a 31 de outubro. A pasta reforça que os itinerários serão divulgados depois de verificadas as condições de segurança.

Regras da folia

As solicitações de inscrição de novos blocos para desfiles durante o período do Carnaval nas Subprefeituras com maior quantidade de desfiles (Lapa, Pinheiros, Sé e Vila Mariana) serão avaliadas pela Comissão Especial de Organização do Carnaval de Rua 2024.

Nas Subprefeituras Sé, Lapa, Pinheiros e Vila Mariana, por exemplo, não serão aceitas novas inscrições nos períodos do pré-carnaval e pós-carnaval.

Os desfiles previstos para localidade inadequadas para a estimativa de público; já inscrita por bloco com anterioridade de registro histórico e ou tradição cultural; áreas hospitalares, estritamente residenciais (ZER), de atenção especial (ZAE) ou de segurança pública precisarão passar por alteração ou adequação.

Além disso, os blocos que reúnem simultaneamente mais de 15 mil pessoas devem elaborar um Plano de Operação e Segurança seguindo as diretrizes e autorizações dos órgãos reguladores do poder público.

O portal oficial para inscrições dos blocos está disponível em: https://carnavalderuasp.prefeitura.sp.gov.br 

Já o guia de regras, feito com o objetivo de contribuir com o planejamento das agremiações, pode ser consultado aqui

Carnaval de 2023

Neste ano, mais de 300 blocos participaram das festividades de Carnaval e pré-carnaval na capital. A comemoração ocorreu depois de uma pausa de dois anos imposta pela pandemia de covid-19 — e a estimativa da Prefeitura é que cerca de 15 milhões de foliões participaram dos eventos.

Entre as agremiações participantes, houve atração para todos os gostos e públicos: do tradicional Charanga do França ao Bollywood (organizado por membros da comunidade indiana de São Paulo), passando por blocos em homenagem a cantores da MPB, atrações infantis e outras com estilos musicais muito além das tradicionais marchinhas. Também houve espaço para os megablocos, como o célebre Pipoca da Rainha, da cantora Daniela Mercury.

As datas para o Carnaval de rua de 2024 são:

  • Pré-carnaval: 3 e 4 de fevereiro;
  • Carnaval: 10,11,12 e 13 de fevereiro;
  • Pós-carnaval: 17 e 18 de fevereiro.
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