Dez bairros da zona norte de São Paulo recebem no sábado (20) o segundo mutirão contra a dengue promovido pela Prefeitura neste mês. De janeiro a 4 de maio, 32,76% dos casos confirmados na cidade foram nessas áreas.
Estão previstas visitas casa a casa para identificação e eliminação de criadouros, nebulização com inseticida e orientações sobre cuidados para evitar a proliferação do Aedes aegypti.
Os agentes de endemias também realizarão a busca ativa de sintomáticos para a doença nos bairros com o maior número de casos notificados. Cidadãos com algum sintoma serão encaminhados para Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs específicas.
No dia 10 de maio, as equipes da Prefeitura visitaram 7 mil imóveis. Neste sábado, cerca de 700 agentes de endemias de todas as regiões participarão das atividades nos seguintes bairros: Brasilândia, Freguesia do Ó, Jaçanã, Tremembé, Santana, Tucuruvi, Vila Guilherme, Vila Maria, Vila Medeiros e Pirituba.
Segundo a administração municipal, as iniciativas de enfrentamento são realizadas rotineiramente em toda a cidade pelas 28 Unidades de Vigilância em Saúde (Uvis). Em 2023, até o momento, já foram realizadas 2.155.692 ações de prevenção, informa a Prefeitura.
Ao todo, foram 382.008 visitas casa a casa (entre rotina e intensificação), além de 17.933 vistorias a imóveis especiais e pontos estratégicos, e 1.717.125 bloqueios de criadouros e nebulizações. Em 2022, foram cerca de 5 milhões de ações realizadas.
Na última quinta-feira (18), a Prefeitura diz ter reforçado a frota de combate ao mosquito com mais sete picapes leves com equipamentos de dispersão dos inseticidas, dobrando a capacidade operacional na região norte.
As solicitações de vistorias podem ser realizadas pelo telefone 156 – serviço “Pernilongo/Mosquito – Solicitar vistoria em local infestado” ou diretamente no site.
Conhecer a divisão administrativa da cidade de São Paulo, que é descentralizada, ajuda o cidadão a entender melhor qual autoridade é a responsável pela gestão da cidade e de seus equipamentos urbanos.
Isso é importante na hora de manter contato com a Prefeitura, tanto para cobrar qualidade, eficiência e transparência nos serviços públicos, quanto para solicitar atendimento, emitir documentos etc.
Devido às suas dimensões, por meio de uma lei de 2002, a Capital paulista foi dividida administrativamente em 32 áreas, cada qual sob administração direta de uma subprefeitura. Essas regiões compreendem os 96 distritos, todos abrigando dezenas ou em alguns casos centenas de bairros.
Para que você entenda melhor tais divisões, com a ajuda da inteligência artificial, esta série especial, “ChatGPT – Subprefeituras”, o Estadão Expresso Bairros está detalhando quais são as subprefeituras e suas respectivas regiões.
Hoje, você fica sabendo mais sobre uma das mais importantes da zona sul: a Subprefeitura Jabaquara. Sua sede fica na avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, no número 2314, mesmo local onde é realizado o atendimento à população. Os serviços, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, devem ser agendados pelos telefones 156, 3397-3200 (exclusivo dessa unidade) ou pelo Portal SP 156.
O advogado Roberto Bonilha é o atual subprefeito do Jabaquara e nesta página os cidadãos encontram os nomes e cargos de outros servidores responsáveis pelas diversas áreas da administração local.
A Subprefeitura Jabaquara é uma das que respondem administrativamente por um único subdistrito, no caso o próprio Jabaquara, que compreende uma área de cerca de 14 km², onde vivem aproximadamente 225 mil pessoas.
Com registros de ocupação que remontam ao século 17, a região sempre foi privilegiada em termos de localização e ligação com as rodovias de acesso aos municípios litorâneos, processo que se consolidou com a chegada do Metrô e terminal de ônibus nos anos 1970.
Um local de visitação interessante pela história é a Casa do Sítio da Ressacada, que fica na Rua Nadra Raffoul Mokodsi, 3. Feita em taipa de pilão, a Casa data, provavelmente, de 1719, ano inscrito na verga de sua porta principal. Algumas de suas telhas são ainda originais e trazem inscrições do século 18, como a data de fabricação e o nome do oleiro. As portas e batentes, em canela preta, também são originais.
Confira a lista dos bairros sob a responsabilidade da Subprefeitura Jabaquara:
● Americanópolis
● Jardim Anchieta
● Vila Babilônia
● Jardim Bom Clima
● Vila Campestre
● Vila Canaã
● Vila Capela
● Vila Celeste
● Vila Clara
● Jardim Costa Pereira
● Jardim Cunha Bueno
● Cidade Domitila
● Vila do Encontro
● Vila Facchini
● Vila Guarani
● Jardim Itacolomi
● Jardim Jabaquara
● Jabaquara
● Vila Parque Jabaquara
● Cidade Leonor
● Jardim Lourdes
● Vila Mascote
● Jardim Mendes Gaia
● Jardim Metropolitano
● Vila Mira
● Jardim Oriental
● Vila Paulista
● Vila Santa Catarina
● Jardim São Martinho
● Jardim Scaff
● Jardim Sul São Paulo
● Cidade Vargas
● Vila da Várzea
As informações que compõem esse texto foram estruturadas pelo ChatGPT com a supervisão de um jornalista. A ferramenta de inteligência artificial será utilizada apenas para conteúdos relacionados a serviços públicos, de modo a organizar de forma clara e ágil dados disponíveis na internet.
Com 31 semanas, a gravidez de Graciete Maria da Silva, de 41 anos, entrou no oitavo mês. Ela é uma das 51 mil gestantes atualmente acompanhadas pela Rede de Atenção Materno-Infantil Mãe Paulistana, programa conduzido pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) que já atendeu, nos últimos seis anos, mais de 500 mil mulheres.
A reportagem do Estadão Expresso Bairros acompanha a trajetória de Graciete no Mãe Paulistana desde a descoberta da gestação, com 11 semanas. Ela realiza seu pré-natal na UBS Jova Rural (localizada na região do Jaçanã/Tremembé, na zona norte), uma das 470 UBSs em que o programa está presente — além de 23 Ambulatórios de Especialidades, 16 maternidades e duas casas de parto.
O Mãe Paulistana tem entre suas diretrizes a captação precoce das gestantes, com até 12 semanas de gravidez, e garante sete ou mais consultas de pré-natal — que variam entre mensais, quinzenais e semanais a depender do período gestacional — e a realização de exames laboratoriais e ultrassonografia. Desde o sétimo mês, as consultas de Graciete passaram de mensais a quinzenais.
Em maio, ela descobriu que teria uma menina. Ana Clara já ganhou um chá de bebê e sua chegada é aguardada para o início do mês de julho. “A barriga está saudável, está tudo bem”, conta sobre a última consulta, em que recebeu instruções para os últimos exames de ultrassonografia. Ela também terá que refazer alguns exames de sangue: os anteriores haviam detectado um quadro leve de anemia, que já está sendo tratada.
Graciete não está em território desconhecido. Ela tem quatro filhos — Ana Clara será a quinta — e enxerga com naturalidade os processos e mudanças da gravidez: “A barriga vai crescendo e incomoda, cansa muito, mas são dores normais. Faço minhas coisas normalmente. Cansou a perna, ou doeu, eu me sento um pouco”.
Em todas as suas gestações, o pré-natal foi realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) — que, segundo ela, não deixou a desejar em nenhuma das ocasiões. “Sempre que eu estive gestante, fui muito bem atendida”, relata.
Oito meses de gestação
No último trimestre de gestação, é recomendado que a gestante evite excesso de esforço físico e não caminhe por muito tempo sem estar acompanhada. Sinais como a sensação que a barriga está mais baixa informam que a hora do parto está se aproximando.
Com 31 semanas, Ana Clara tem o tamanho aproximado de um abacaxi e pesa cerca de 1 quilo e meio. Seus braços e pernas estão mais longos e proporcionais à cabeça e ao tronco, seu rosto mais arredondado e ela é capaz de abrir e fechar os olhos e reagir à luz. Seus pulmões estão um pouco mais maduros e seus rins já filtram o sangue, eliminando urina no líquido amniótico.
Os moradores da região de Pirituba, na zona norte de São Paulo, têm à disposição desde o início deste mês um posto de serviços da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab).
O posto vai funcionar às terças e quintas-feiras, das 8h às 17h, na rua Dr. Carlos da Cunha Matos, 67, Chácara Inglesa, dentro da Subprefeitura Pirituba/Jaraguá. Não é necessário realizar agendamento prévio para ser atendido.
Os interessados também podem entrar em contato pelo telefone (11) 3973-2538 ou via e-mail pirituba@smsub.prefeitura.sp.gov.br para esclarecimentos. Essa é a décima unidade descentralizada da Cohab para facilitar o acesso aos serviços à população.
Agora, a zona norte conta com dois postos de atendimento da companhia. O outro fica na Subprefeitura do Jaçanã/Tremembé, na avenida Luis Stamatis, 300, e funciona de segunda a sexta-feira, também das 8h às 17h. O telefone é o 3218-4715 (ramal 4715) e o e-mail, roseli.reis@cohab.sp.gov.br.
Serviços online
Além de atender nas unidades, a Cohab presta diversos serviços pelo site, entre eles:
Ninguém passou incólume pelas lives durante o isolamento social. Houve quem amou, quem odiou e quem soube aproveitar a oportunidade. A cantora carioca Teresa Cristina se tornou a rainha das transmissões ao vivo nas redes sociais. “Eu não queria pensar em morte”, conta Teresa ao Expresso Bairros. “Durante o dia, fugia para os meus cadernos, estudando as músicas para montar o repertório que cantaria à noite”, lembra.
Foram várias apresentações virtuais à capela homenageando cantores, compositores, estilos musicais e até trilha sonora de novelas. A cantora baiana Maria Bethânia foi uma das homenageadas e dali surgiu a semente do show “Teresinha: as canções que Bethânia me ensinou”, que apresenta nesta sexta-feira (19/5), no Tokio Marine Hall (rua Bragança Paulista, 1281 — Santo Amaro).
“Eu queria mostrar o olhar genial e inovador dela na escolha do repertório. Muitos compositores escreveram músicas especialmente para Bethânia, pensando em sua respiração e sua voz”, explica. “É uma declaração de amor para ela. Por tudo o que fez, faz e ainda vai fazer. Maria Bethânia me faz gostar de ser brasileira.”
Em 2023, Teresa completa 25 anos de carreira como cantora. Mesmo depois das turnês nacional e internacional com Caetano Veloso, em 2016, e lives que ajudaram milhares de pessoas a enfrentar a pandemia de Covid-19, a cantora não conseguiu fechar um patrocínio para viajar com esse projeto e depende da bilheteria para pagá-lo. Os fãs, entretanto, não desapontam e os ingressos estão quase esgotados.
“É um equilíbrio de muitas coisas: pagar bons músicos, tempo de ensaio, iluminação, figurino… Tem de equilibrar tudo isso e subir no palco, sorrir, cantar bem, mas sem demonstrar preocupação com essas contas. É muito difícil. Conheço pouquíssimas artistas negras com patrocínio”, ressalta.
Confira os principais trechos da entrevista:
Durante a pandemia de Covid-19, você se destacou com suas lives, ganhando a alcunha de Rainha das Lives. Suas apresentações nas redes sociais foram a sua pós-graduação em música brasileira?
Para mim, foram. Vou a muitos lugares e sempre alguém vem me dizer: “Você me salvou”. Minha resposta é: “A gente se salvou junto”. Eu não queria pensar em morte. Durante o dia, nos intervalos de cuidado com a casa, com a minha mãe e com a minha filha, eu fugia para os meus cadernos, estudando as músicas para montar o repertório que cantaria à noite. Eu pesquisava quais os compositores e em quais álbuns estavam determinadas músicas, além de aprender a cantá-las. As lives me ajudaram a expandir minha mente. Entendi que não sou definida. Teresa Cristina é sambista, sim. Mas também sou uma intérprete que gosta de cantar Lulu Santos, Guilherme Arantes, Diana Ross e Iron Maiden.
Esse show nasce de uma de suas lives. Você poderia compartilhar o processo?
Fiz uma live em homenagem à Bethânia no dia do aniversário dela. Depois realizei outras sobre os álbuns Mel e Álibi. A ideia do show surgiu em uma conversa com a Adriana Calcanhotto, que me convenceu a fazê-lo. Em princípio, a Adriana iria me dirigir, mas, por uma série de compromissos, não rolou. Escolhi o repertório, mostrei a ela para ver o que achava. Depois, segui sozinha na direção e produção.
Imagino que você já tenha produzido e dirigido outros shows seus. Esse apresenta algum desafio diferente?
A diferença é a escala. A Betânia é uma artista gigante. Esse show precisa ser feito em um palco grande para comportar o repertório e a importância dessa pessoa. Eu queria mostrar o olhar genial e inovador dela na escolha das canções. Muitos compositores escreveram músicas especialmente para Bethânia, pensando em sua respiração e sua voz. É uma declaração de amor para ela. Por tudo o que fez, faz e ainda vai fazer. Maria Bethânia me faz gostar de ser brasileira.
Você já disse que, quando criança, imitava a Bethânia. Essa brincadeira de imitá-la fez com que você quisesse ser cantora?
Sou pisciana, adoro um drama e a Bethânia me oferecia uma paleta de emoções. Tive esse momento de imitar a Betânia na frente do espelho — até brinco com isso no show. Não sabia se queria ser cantora, mas eu queria ser a Bethânia. Tinha seis ou sete anos. Então, eu não conhecia o tamanho daquelas emoções. Uma mulher falando dos seus amantes, dos seus amores que não deram certo. Eu não tinha nem beijado na boca! Mas a Bethânia sempre foi uma referência para mim, de respeito com público, com o compositor. Gosto do olhar dela para esse Brasil que está um pouco mais distante do litoral.
Até a sua apresentação no Rio de Janeiro, seu show estava sem patrocínio. Mas você lotou a casa de espetáculos. Conseguiu um patrocinador para seguir em turnê?
Ainda não. É um equilíbrio de muitas coisas: pagar bons músicos, tempo de ensaio, iluminação, figurino… Tem de equilibrar tudo isso e subir no palco, sorrir, cantar bem, mas sem demonstrar preocupação com essas contas. É muito difícil. Conheço pouquíssimas artistas negras com patrocínio. Eu queria que alguém me dissesse que estou errada, mas as estatísticas mostram que não estou.
Você está completando 25 anos de carreira. Quais são os projetos para celebrar a efeméride?
Além do show em homenagem à Maria Bethânia, estou com o Pagode Preta, com uma banda só de mulheres. O samba nasceu na mão de uma mulher, rapidamente foi para a mão dos homens e não conseguimos pegá-lo de volta. O repertório mira nos pagodes dos anos 1980 e 1990. Esse show estreia no dia 2 de junho no Circo Voador, no Rio de Janeiro, mas espero levá-lo para outros lugares. Tenho também um novo álbum de músicas inéditas, que já era para ter saído, mas, com a pandemia, atrasou. Além de outros projetos engatilhados, mas que ainda não posso contar.
Serviço
“Teresinha: as canções que Bethânia me ensinou”
Tokio Marine Hall, rua Bragança Paulista, 1281 — Santo Amaro.
Sexta-feira (19/5) às 22h.
Ingressos a partir de R$ 100. Site: https://www.tokiomarinehall.com.br/teresa-cristina.
Um teatro itinerante inflável e colorido chega ao bairro Jardim Matarazzo, na região da Subprefeitura Ermelino Matarazzo (zona leste), para oito apresentações neste fim de semana, na praça Faustina Faustin Caballero. Nos dias 20 e 21, o grupo Pia Fraus traz o espetáculo gratuito Bichos Vermelhos, com classificação etária de três anos e a temática da preservação da natureza.
Inspirado no livro homônimo de Lina Rosa, que foi finalista do Prêmio Jabuti em 2016, a peça Bichos Vermelhos conta de forma leve a história dos animais brasileiros em risco de extinção que fazem parte na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional Para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).
O espetáculo busca estimular a reflexão sobre o tema entre os pequenos e, para isso, conta com 20 versões em bonecos de animais como o tamanduá-bandeira, a codorna-buraqueira, a onça-pintada e o macaco-prego-galego, representados no livro.
Diversão em Cena
A programação faz parte do programa Diversão em Cena, que leva o teatro infantil a espaços públicos como parques, praças, feiras e escolas e é promovido pela Fundação ArcelorMittal. O Teatro Portátil do grupo Pia Fraus, estrutura em que ocorrem as apresentações, completa nove anos em 2023 e já realizou mais de 200 apresentações em 50 cidades. Ela pode ser inflada e desmontada em alguns minutos e chama atenção pelo formato e pelas cores vivas.
Viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura e pelas Leis Estaduais de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e São Paulo, o programa Diversão em Cena atua principalmente em áreas rurais e locais mais afastados dos centros urbanos. Em dez anos de programa, o projeto já realizou mais de 2 mil espetáculos pelo país — e alcançou um público de cerca de 1 milhão de pessoas.
Serviço
Teatro Portátil em São Paulo – Espetáculo Bichos Vermelhos
Data: 20 e 21 de maio (sábado e domingo) Horários: 11h; 12h; 14h e 15h30 Endereço: Praça Faustina Faustin Caballero, s/n – Jardim Matarazzo Atração gratuita
Um resgate à infância. Essa é a proposta do 4º Rolimã Fest, evento gratuito que será realizado no dia 21 de maio, domingo, no Jardim São Paulo, zona norte da Capital. Adultos e crianças serão bem-vindos para descer a avenida Luiz Dumont Villares sobre quatro rodinhas fixadas em uma madeira.
Os carrinhos de rolemã fizeram sucesso no Brasil principalmente nas décadas de 1980 e 1990. Eram popularmente utilizados em descidas de ladeiras, onde crianças e jovens se divertiam deslizando em alta velocidade, impulsionados pela força da gravidade. A construção do brinquedo costumava ser artesanal, feita por pais e filhos juntos.
Quem tem acima dos 30 anos pode já ter tido essa experiência, que agora pode ser compartilhada com os pequenos de hoje. Para participar, basta preencher o formulário de inscrição neste link. Cada responsável pode inscrever até duas crianças.
Não há cobrança de valores, mas a entrada está condicionada à entrega de 1 kg de alimento não perecível, um brinquedo em ótimo estado ou uma roupa ainda em condições de uso. Além de promover entretenimento, com música e food-trucks, o encontro terá o propósito social de arrecadar itens que serão doados a instituições de caridade.
O evento é o organizado pela Mulek de Rua, que há cerca de nove anos resgata a infância com seus produtos e eventos realizados em diversas cidades do estado, e tem o apoio da Subprefeitura de Santana/Tucuruvi.
No local, a Mulek de Rua vai disponibilizar sem custo os carrinhos para os que não têm e fará a locação de capacete, equipamento de uso obrigatório, por R$ 25. Quem tiver pode levar seu próprio rolemã e capacete. O ponto de encontro será na altura do número 2.357 da Av. Luiz Dumont Villares, entre as estações de metrô Tucuruvi e Parada Inglesa, e a brincadeira vai rolar das 10h às 17h.
SERVIÇO
Evento: 4º Rolimã Fest
Quando: 21 de maio, das 10h às 17h
Onde: Av. Luiz Dumont Villares, 2357 – Jardim São Paulo
O movimento de levar a Parada do Orgulho LGBT+ à periferia de São Paulo, iniciado na década de 2000, vem sendo intensificado nos últimos anos por coletivos independentes. O sentido continua sendo mostrar que a comunidade existe para além da região central, onde a avenida Paulista costuma receber desde 1997, sempre no mês de junho, milhares de pessoas para celebrar a diversidade e reivindicar direitos.
A reportagem do Expresso Bairros identificou a organização de 11 paradas periféricas nos seguintes bairros: Itaim Paulista, São Mateus, São Miguel Paulista, Itaquera, Guaianases e Cidade Tiradentes, na zona leste; Capão Redondo, Santo Amaro, Grajaú e Campo Limpo, na zona sul, e Taipas, na norte.
O primeiro movimento em direção à periferia ocorreu em 2002, no Itaim Paulista, mas sem periodicidade definida, devido a dificuldades de planejamento, falta de estrutura e de um movimento organizado, diz Elvis Justino Souza, líder do coletivo Família Stronger e diretor da parada na avenida Paulista. Depois, outras surgiram em territórios diferentes, contudo, sem regularidade também.
“Percebemos que as pessoas que admiramos, os nossos ídolos, não conseguiram manter por muito tempo as paradas nas periferias”, diz Elvis. Desse cenário, veio a vontade de resgatar a manifestação política e cultural para “não deixar morrer” o que tinha sido construído anos atrás.
Em 2017, o coletivo realizou a sua primeira parada em Cidade Tiradentes, de modo improvisado: a estrutura do palco era de madeira, havia apenas um pequeno trio elétrico cedido por um sindicato e gambiarras elétricas por todo lado. Reuniram à época 250 pessoas.
O evento, no entanto, chamou a atenção da comunidade LBGT+ nos bairros e hoje, além de Cidade Tiradentes, a Família Stronger organiza as paradas no Itaim Paulista, Capão Redondo, Campo Limpo, Taipas e São Mateus. Costumam participar duas mil pessoas em média e trinta artistas, segundo os organizadores.
Rodrigo Rodrigues, conhecido artisticamente como Deejay RR, já se apresentou em paradas na periferia, como a de Campo Limpo e Cidade Tiradentes. Agora, o coletivo Diversidade da Zona Sul, criado no ano passado e presidido por ele, promove paradas nos bairros Santo Amaro, cuja primeira edição ocorreu no mês passado, e no Grajaú, com segunda edição marcada para o próximo dia 21.
Rodrigues afirma que as iniciativas foram criadas para usar os espaços públicos em prol da população LGBT + e valorização dos artistas periféricos. “A comunidade está se movimentando, abrindo mais espaços e oportunidades e ocupando mais locais públicos”, destaca.
“Chegou a hora de mostrar que a gente existe na periferia”, afirma Ghe Santos, fundador do coletivo Família Pynks, que começou a organizar este ano as paradas em Itaquera, Guaianases e São Miguel Paulista.
Para Renan Quinalha, professor de Direito na Unifesp, essa articulação traz mudanças nas ocupações dos espaços da cidade e a possibilidade de novas pautas. “As pessoas começam a se expor mais nos seus próprios ambientes, para as suas famílias. Antes, elas tinham que sair escondidas dali e iam se revelar, se vestir, se montar só quando chegassem ao centro da cidade”, afirma.
“Historicamente, as pessoas se dirigiam às regiões centrais porque tinham mais margem de exposição dentro dos guetos formados nesses locais”, explica Quinalha. O professor analisa que a expansão do movimento não esvazia a região central.
Para os organizadores, um dos desafios é conseguir ações de fomento do poder público para custear o evento, que varia de R$ 50 mil a R$ 130 mil, e criar iniciativas em outros locais de São Paulo.
Além de apoiar os eventos na infraestrutura com a instalação de banheiros públicos, fornecimento de kit lanches, água e ambulâncias, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania, informou que está se reunindo com os organizadores das paradas periféricas para discutir mais formas de incentivo.
Você sabe qual a subprefeitura, dentre as 32 em que se divide a cidade de São Paulo, que tem gestão sobre a área em que você mora, trabalha ou estuda?
Com uma estrutura administrativa descentralizada, devido ao seu tamanho e dinamismo, a Capital é dividida em subprefeituras – e cada uma é responsável por dezenas de bairros, cuidando dos serviços públicos e gestão urbana em 96 subdistritos, que compreendem centenas de bairros.
Se precisar de algum serviço público, o cidadão deve procurar a subprefeitura que responde pela sua região. Para facilitar essa tarefa, o Estadão Expresso Bairros traz detalhes acerca das divisões geográfica e administrativa com a ajuda da inteligência artificial.
Hoje, você fica por dentro da Subprefeitura Itaquera, na zona leste, uma das poucas comandadas por uma mulher. A atual subprefeita é a administradora Silvia Regina de Almeida. Nesta página oficial, você tem acesso aos nomes e cargos de outros servidores que atuam na região.
A sede dessa subprefeitura, onde fica sua praça de atendimento, está na Rua Augusto Carlos Bauman, 851. O funcionamento é segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Quem necessita de serviços presenciais, como a emissão de guias, documentos, registros ou outras demandas deve agendar o atendimento pelos telefones 2070-1600 (exclusivo dessa unidade) e 156 ou pelo Portal SP 156. O e-mail é itaquera@smsub.prefeitura.sp.gov.br.
Itaquera é uma das subprefeituras com maior área de abrangência em São Paulo. São quatro distritos – Cidade Líder, Itaquera, José Bonifácio e Parque do Carmo. Juntos, somam uma área de 55 km², onde residem cerca de 530 mil pessoas. A densidade demográfica é de cerca de 9,7 mil habitantes por km².
Os primeiros registros de ocupação na área, antiga sede de fazendas e cortada por vários cursos d’água, remontam à década de 1680.
O Parque do Carmo, mesmo nome de um dos distritos da área, é um dos maiores e mais interessantes da cidade, com uma área de 1,5 milhão de km². Sob administração do governo do Estado, o local tem um bosque com cerca de 6 mil árvores, entre cerejeiras e eucaliptos, lagos naturais e diversas espécies de animais.
O visitante também conta com Museu do Meio Ambiente, anfiteatro, aparelhos de ginástica, campos de futebol, ciclovia, pista de cooper, playgrounds, espaço para piquenique, entre outros atrativos.
Confira a lista de bairros geridos pela Subprefeitura Itaquera:
● Conjunto Habitacional A. E. Carvalho
● Conjunto Habitacional Águia de Haia
● Itaquera
● Jardim Adelaide
● Jardim Aurora
● Jardim Cleide
● Jardim Irene
● Jardim Itapemirim
● Jardim Liderança
● Jardim Naufal
● Jardim Norma
● Jardim Redil
● Jardim São João
● Limoeiro
● Parada Quinze
● Parada XV de Novembro
● Parque Guarani
● Parque Sevilha
● Vila Bozzini
● Vila Brasil
● Vila Campanela
● Vila Carmosina
● Vila Caxumba
● Vila Corberi
● Vila Jussara
● Vila Klauning
● Vila Progresso
● Vila Regina
● Vila Santana
● Vila Síria
● Vila Suíça
● Vila Taquari
● Vila Ursulina e Mastrocola
● Vila Verde
● Cidade Líder
● Jardim Marília
● Jardim Brasília
● Jardim Maringá
● Jardim Bandeirantes
● Jardim Fernandes
● Parque Savoy City
● Jardim Santa Terezinha
● Jardim Ipanema
● Colônia Japonesa
● Conjunto Habitacional Fazenda do Carmo
● Conjunto Residencial José Bonifácio
● Fazenda do Carmo
● Jardim Cibele
● Jardim Helena
● Jardim Ivete
● Jardim Jordão
● Jardim Morganti
● Jardim Pedra Branca
● Jardim São Pedro
● José Bonifácio
● Vila Gil
● Vila Santa Terezinha
● Fazenda Caguaçu
● Fazenda Nossa Senhora do Carmo
● Gleba do Pêssego
● Jardim Elian
● Jardim Marabá
● Jardim Nossa Senhora do Carmo
● Jardim Santa Marcelina
● Parque do Carmo
● Vila Chuca
As informações que compõem esse texto foram estruturadas pelo ChatGPT com a supervisão de um jornalista. A ferramenta de inteligência artificial será utilizada apenas para conteúdos relacionados a serviços públicos, de modo a organizar de forma clara e ágil dados disponíveis na internet.
A Virada Cultural completa 18 anos em 2023. Com um investimento de R$ 40 milhões, o evento, que acontece entre 27 e 28 de maio, contará com mais de 500 atrações. Artistas como Ferrugem, Anavitória, Tierry, Alceu Valença, Maria Rita, Marina Sena, BaianaSystem, Karol Conká e o grupo Pixote já confirmaram presença.
Se a proposta inicial do evento, criado em 2005, era fazer com que as pessoas ocupassem o centro da cidade madrugada adentro curtindo programas culturais, de acordo com Aline Torre, secretária municipal de Cultura, o evento agora privilegia os bairros mais periféricos. Com o tema “Pertencimento”, a promessa é fazer das lajes e janelas da periferia camarotes das atrações.
Serão 12 arenas, sendo uma no Vale do Anhangabaú, e as restantes nos bairros Capela do Socorro (Zona Sul), Brasilândia (Zona Norte), Butantã (Zona Oeste), Campo Limpo (Zona Sul), Cidade Tiradentes (Zona Leste), Heliópolis (Zona Sul), Itaquera (Zona Leste), M’Boi Mirim (Zona Sul), Parada Inglesa (Zona Norte), Parelheiros (Zona Sul), São Miguel Paulista (Zona Leste).
Apesar de apresentar uma programação descentralizada, o único palco com programação 24 horas ainda será o do Anhangabaú. Nos demais, a programação acontece, no sábado, das 17h às 22h; e, no domingo, das 9h às 17h.
Participam ainda da Virada as 16 unidades do Sesc; 49 equipamentos culturais da cidade — entre centros culturais, casas de cultura, bibliotecas e CEUs —; além de instituições privadas como Centro de Tradições Nordestinas. Conheça a programação completa na página viradacultural.prefeitura.sp.gov.br.
ONDE
BRASILÂNDIA – INAJAR
Avenida Inajar de Souza, 2298 – Limão
BUTANTÃ
Avenida Eliseu de Almeida, altura nº 3307 até o nº 3893 – Instituto de Previdência
CAMPO LIMPO
Rua Dr. Joviano Pacheco de Aguirre, 30 – Jardim Bom Refúgio