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Prefeitura da Cidade de São Paulo

Este site é produzido com conteúdo selecionado e editado pelo Estadão e informações de utilidade pública da Prefeitura da Cidade de São Paulo.

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meio ambiente

São Paulo reforça a agenda ambiental com ações que deixam a cidade mais verde

A cidade de São Paulo avança na construção de uma política ambiental que combina arborização, mobilidade com energia limpa e gestão eficiente de resíduos. Apenas em 2025 foram plantadas 171 mil árvores nativas do município, um recorde histórico.

Bosques urbanos, parques, jardins de chuva e ecopontos foram criados ou ampliados em toda a cidade, e as áreas de preservação ambiental passaram a representar 15% do território municipal. A agenda inclui ainda a maior frota de ônibus elétricos do País, a coleta seletiva presente em todas as ruas e investimentos previstos de R$ 122,2 bilhões entre 2026 e 2029 para consolidar a transição energética e a sustentabilidade urbana.

A marca de 171 mil árvores, todas cultivadas nos viveiros municipais, foi simbolizada pelo pau-brasil de 15 metros plantado no Pateo do Collegio no início deste mês. A expansão da arborização compõe as metas do programa São Paulo Mais Verde, que mantém 38 bosques urbanos implantados ou em implantação e prevê chegar a 50 até 2028. A gestão municipal também criou 425 jardins de chuva, fundamentais para aumentar a permeabilidade e reduzir alagamentos.

Verde preservado

A ampliação das áreas de preservação também ganhou escala nos últimos anos. Atualmente, 15% do território municipal são oficialmente protegidos, e outros 11% estão em processo de incorporação, totalizando 26% da cidade destinados à conservação ambiental — uma área superior à da cidade de Paris.

O avanço decorre de desapropriações, criação de novos perímetros de proteção e recuperação de áreas degradadas, reforçando o papel da capital na preservação da Mata Atlântica e na manutenção de corredores ecológicos em meio ao tecido urbano.

Na mobilidade, São Paulo ultrapassou a marca de 1.000 ônibus elétricos em circulação, consolidando a maior frota sustentável do País. A transição energética integra o Programa de Metas 2025–2028 e inclui o sistema Bess de armazenamento de energia, que permite recargas eficientes sem sobrecarga na rede. Os veículos oferecem ar-condicionado, Wi-Fi, conexões USB e são monitorados pelo Smart Sampa, sistema integrado à central de segurança municipal.

Coleta 100%

A gestão de resíduos sólidos segue em expansão. Hoje, todas as ruas da capital são atendidas pela coleta seletiva, recolhida ao menos uma vez por semana. Para participar, cada morador deve separar os resíduos e consultar no site da Prefeitura o dia em que o caminhão passa em sua via. Ecoparques, cooperativas de reciclagem e as futuras Unidades de Recuperação Energética compõem o conjunto de ações que somam R$ 14 bilhões em investimentos e sustentam a substituição gradual dos caminhões movidos a diesel por modelos abastecidos com biometano até 2027. A cidade já conta com mais de 200 veículos movidos a energia limpa.

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Plantio da árvore de número 120 mil marca avanço da arborização em SP

A cidade de São Paulo alcançou no dia 5 de novembro o marco de 120 mil árvores plantadas em 2025, com o plantio de um pau-brasil de 15 metros no Pateo do Collegio. A espécie veio do Viveiro Harry Blossfeld e passou por operação específica para ser instalada no local.

O plantio integra as metas do Programa São Paulo Mais Verde, que reúne ações de ampliação de áreas verdes, implantação de bosques urbanos, expansão dos Jardins de Chuva e renovação da frota com modais menos poluentes. Ao longo do ano, a arborização tem sido conduzida pela Divisão de Arborização Urbana, pelas 32 subprefeituras, pelos bosques municipais e por organizações da sociedade civil.

A cidade conta hoje com 38 bosques urbanos implantados ou em implantação, com meta de chegar a 50 até 2028. Há 425 Jardins de Chuva ativos, com previsão de mil até 2028 para reforçar a permeabilidade urbana e a gestão da água. A rede de parques públicos soma 120 unidades, 12 delas inauguradas desde 2021; outras três estão previstas para o primeiro semestre de 2026 e mais três para 2027.

A proteção ambiental avança com a ampliação das áreas protegidas: 15% do território estão preservados e outros 11% estão em processo de proteção, o que totaliza 26% do município.

A marca também coincide com a programação da semana pré-COP. No dia 3 de novembro, a cidade colocou em operação mais 60 ônibus elétricos, ultrapassando a marca de 1.000 veículos de zero emissão. A entrega integrou a agenda municipal voltada à sustentabilidade e à preparação para a COP30, que ocorre neste mês em Belém (PA).

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Prefeitura vai utilizar energia de fontes renováveis em 186 unidades municipais

A Prefeitura de São Paulo passará a utilizar energia de fontes renováveis, como solar, eólica, biomassa, biogás e pequenas centrais hidrelétricas, para abastecer 186 unidades municipais de alto consumo, entre subprefeituras, hospitais e centros educacionais.

A medida deve gerar economia de até R$ 66 milhões nos próximos cinco anos, com redução média de 30% nos gastos de energia nessas unidades. Embora representem apenas 6% do total de instalações municipais, elas respondem por cerca de um terço da demanda de energia elétrica da administração.

Além da economia financeira, a iniciativa reduzirá em aproximadamente 16 mil toneladas as emissões de dióxido de carbono (CO₂), volume equivalente à absorção de 400 mil árvores. Para viabilizar o projeto, foram concluídos os pregões eletrônicos para contratação da empresa responsável pela migração, gestão e suprimento de energia no Ambiente de Contratação Livre (ACL).

A licitação foi dividida em dois lotes, com contratos de 60 meses de duração. O valor global estimado é de R$ 110,2 milhões, o que representa uma redução adicional de R$ 12,3 milhões em relação às estimativas iniciais. Sete empresas participaram do certame, vencido pela Matrix Comercializadora de Energia Elétrica S/A, que apresentou o menor preço em ambos os lotes.

O lote 1, referente a 94 unidades consumidoras e fornecimento estimado em 199.885 MWh, foi fechado em R$ 56,99 milhões. O lote 2, com 92 unidades e consumo previsto de 186.957 MWh, ficou em R$ 53,29 milhões. Os contratos estão em fase final de homologação e devem ser assinados nos próximos dias.

A licitação foi resultado da atuação conjunta das Secretarias Municipais de Gestão, Fazenda e Verde e Meio Ambiente, das Secretarias Executivas de Mudanças Climáticas e de Desestatização e Parcerias, da São Paulo Parcerias (SP Parcerias) e da Procuradoria Geral do Município. O critério de julgamento foi o menor preço global, garantindo competitividade e eficiência.

Unidades participantes

A maioria das unidades beneficiadas está vinculada às subprefeituras e às Diretorias Regionais de Educação, responsáveis por serviços urbanos e funcionamento das escolas. Também participam unidades das áreas de saúde, cultura, esportes e meio ambiente, incluindo hospitais, centros esportivos e equipamentos culturais de grande porte.

Em conjunto, essas instalações consomem cerca de 68 mil MWh por ano. A distribuição da energia abrangerá todas as regiões da cidade, com destaque para as zonas leste, sul e norte, onde há maior concentração de hospitais, CEUs e prédios administrativos.

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Prefeitura ultrapassa 70 mil árvores plantadas em 2025

A Prefeitura de São Paulo plantou neste sábado (13) mais 300 mudas de árvores às margens da Represa de Guarapiranga, na Avenida Atlântica, zona sul, e ultrapassou a marca de 70 mil exemplares neste ano pelo programa São Paulo + Verde. Somente em bosques urbanos, já foram plantadas 3.105 árvores. A meta é encerrar 2025 com 120 mil mudas plantadas em toda a cidade.

A iniciativa faz parte de um calendário permanente de arborização e revitalização urbana, com atividades em diferentes regiões aos fins de semana. No mutirão deste sábado, moradores e estudantes da região participaram do plantio.

Foram plantadas 25 espécies cultivadas no Viveiro Municipal Manequinho Lopes, no Parque do Ibirapuera, incluindo árvores de grande porte e longevidade, como jequitibá-rosa e pau-ferro; exemplares de copa frondosa, como figueira-branca, paineira e tamboril; espécies de floração marcante, como quaresmeira, manacá-da-serra e canafístula; árvores que servem de alimento para a fauna, como embaúba e ingá; e árvores de valor histórico e paisagístico, como guanandi e cabreúva.

A ampliação da cobertura vegetal traz benefícios como recuperação de áreas degradadas, redução de ilhas de calor, diminuição de ruídos e valorização paisagística de espaços públicos.

Inventário

Na sexta-feira (12), a Prefeitura autorizou o início do Inventário da Arborização Urbana, com investimento de R$ 18,8 milhões. A iniciativa utilizará tecnologia para mapear todas as árvores de ruas e avenidas da capital, garantindo gestão estratégica do manejo arbóreo, identificação de áreas prioritárias para plantios e fortalecimento de políticas de preservação e expansão da cobertura verde.

É possível solicitar o plantio de uma árvore na calçada pelo canal SP156, disponível por telefone, site ou aplicativo oficial. Também é possível retirar mudas nos pátios de compostagem da Prefeitura.

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Bosques urbanos

Bosques urbanos ampliam cobertura vegetal em São Paulo

A Prefeitura de São Paulo iniciou neste sábado (23) o plantio de cerca de 500 mudas nativas da Mata Atlântica no Bosque Pintassilgo, na Bela Vista, região central. A ação integra o programa São Paulo + Verde, que inclui a arborização da cidade e a criação dos Bosques Urbanos, instituído por decreto este ano. O mutirão de plantio ocorrerá aos sábados até a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em novembro, em Belém (PA).

Em agosto foram plantadas mais de 2 mil mudas em sete bosques em diferentes regiões. Atualmente existem dez áreas desse tipo na capital e a meta anunciada pela Prefeitura é chegar a 50 até 2028. Entre janeiro e julho de 2025 foram plantadas cerca de 64 mil árvores, com previsão de mais 120 mil até o fim do ano. Desde 2021 o total chega a 337,7 mil.

O novo bosque urbano ocupa uma área entre a Rua João Passalacqua e o Viaduto Júlio de Mesquita Filho, antes usada para descarte irregular de lixo. Foram plantadas 493 mudas de espécies como araticum, pau-ferro, paineira, ipê, jatobá, quaresmeira e jerivá, vindas dos viveiros municipais Manequinho Lopes e Harry Blossfeld. O nome Pintassilgo remete à ave comum na cidade e segue a prática de batizar os bosques com nomes de pássaros.

Os bosques ajudam a reduzir a temperatura em até 6 graus em comparação a áreas sem vegetação. Também funcionam como corredores de biodiversidade, ampliam a permeabilidade do solo e atuam como “pulmões verdes” na melhoria da qualidade do ar.

Bosques em execução:

  • Bosque Irê-Irê – Ponte da Vila Guilherme
  • Bosque Anú – Ponte Pres. Jânio Quadros
  • Bosque Saíra – Ponte Vila Guilherme
  • Bosque Pardal – Dr. Itapura de Miranda
  • Bosque Pintassilgo – R. João Passalacqua, 66
  • Bosque Macuco – Ponte Pres. Jânio Quadros
  • Bosque Jaçanã – Dr. Antonino dos Santos Rocha (próxima à Av. Dr. Arnaldo)
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São Paulo expande áreas verdes e adota novas soluções sustentáveis

Com o reforço nas ações voltadas à sustentabilidade e ao enfrentamento das mudanças climáticas, a Prefeitura de São Paulo implementou avanços ambientais significativos nos últimos dois anos. Entre as medidas, estão a expansão da cobertura vegetal, a criação de zonas de conservação, a instalação de jardins para conter enchentes e a adoção de tecnologias menos poluentes na gestão de resíduos e no transporte público.

Hoje, mais de 50% do território da capital já conta com cobertura verde. A cidade atingiu a marca de 120 parques públicos, com a inauguração de 12 novas unidades entre 2021 e junho de 2025. Entre os investimentos previstos até o fim deste ano, estão o plantio de 120 mil novas árvores, das quais mais de 50 mil já foram plantadas até maio, e a implementação de mil jardins de chuva para reduzir o risco de acúmulo de água. Também estão em andamento projetos para a criação de 20 novos bosques urbanos, com meta de chegar a 50 até 2028.

Uma das medidas de maior impacto foi o decreto de utilidade pública de 49 áreas verdes particulares desde fevereiro de 2024, somando 17.854 hectares. A área corresponde a 11,7% do território do município — maior que a cidade de Paris — e será incorporada ao sistema de proteção ambiental da capital. Quando as desapropriações forem concluídas, São Paulo terá 26% de sua área sob preservação oficial

O investimento total em ações ambientais desde 2023 chega a R$ 40 bilhões. Além das medidas relativas às áreas verdes, a cidade modernizou a coleta de resíduos com veículos menos poluentes: são 26 caminhões a biometano em operação na coleta domiciliar, com previsão de mais 120 até o fim de 2025. A frota da saúde também passou a contar com sete caminhões do tipo, e outros nove estão em fase de entrega. No transporte final de resíduos, foram incorporadas 27 carretas a biometano, além de três veículos elétricos e oito movidos a gás no apoio logístico.

No transporte público, 115 novos ônibus elétricos foram entregues em abril, elevando para 226 o número de veículos desse tipo integrados à frota desde janeiro. Com as entregas, a cidade passou a contar com 728 veículos não poluentes, sendo 527 a bateria e 201 trólebus.

Outra frente é o Programa de Serviços Ambientais (PSA), que conta com a maior remuneração do mundo a produtores rurais pela preservação de áreas de interesse ecológico.

Novos parques

O mais recente parque inaugurado é o Morumbi Sul, na zona sul, que, em menos de 20 dias, passou a integrar o ranking dos dez mais visitados da capital. Aberto em 7 de junho, o espaço de 84 mil metros quadrados recebeu mais de 17 mil visitantes na semana seguinte à abertura. Com investimento de mais de R$ 15 milhões, o local oferece quadras esportivas, trilhas, playgrounds, academia ao ar livre, área para cães e ampla vegetação. São 22 mil metros quadrados de áreas verdes com 108 espécies de plantas, das quais 62 são nativas do município, e tornou-se um refúgio para dezenas de aves silvestres.

Primeira floresta municipal

A cidade de São Paulo criou oficialmente sua primeira floresta municipal. Assinado no dia 6 de junho, o decreto institui a Floresta Municipal Fazenda Castanheiras, no distrito do Grajaú, zona sul. A área protegida tem mais de 250 hectares e deve chegar a quase 400 hectares com a incorporação de terrenos vizinhos que estão em processo de desapropriação.

Fazenda Castanheiras – Foto: Gustavo Scatena/Divulgação/Secom

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) está elaborando o plano de manejo para que, após sua conclusão, seja programada a abertura do parque. A proposta é usar a floresta para trilhas ecológicas, ecoturismo e ações de educação ambiental, com geração de renda sustentável para a comunidade local. Estão previstas parcerias para a implantação de sistemas de agrofloresta, cultivo de plantas medicinais e alimentícias não convencionais, coleta de sementes e produção de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.

A criação da Fazenda Castanheiras integra o projeto São Paulo Capital Verde, que busca ampliar as áreas protegidas, conter a ocupação irregular e enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Situada na Área de Proteção Ambiental Bororé-Colônia, às margens da Represa Billings, a nova floresta contribui para a preservação da biodiversidade e para a segurança hídrica da região.

 

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São Paulo cria sua primeira floresta municipal

A cidade de São Paulo criou oficialmente sua primeira Floresta Municipal. Assinado no dia 6 de junho, o decreto institui a Floresta Municipal Fazenda Castanheiras, no distrito do Grajaú, Zona Sul. A área protegida tem mais de 250 hectares e deve chegar a quase 400 hectares com a incorporação de terrenos vizinhos que estão em processo de desapropriação.

O acesso, por enquanto, está restrito a pesquisadores. A visitação será liberada após a elaboração do plano de manejo, que ficará a cargo da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), com participação da sociedade.

A proposta é usar a floresta para trilhas ecológicas, ecoturismo e ações de educação ambiental, com geração de renda sustentável para a comunidade local. Estão previstas parcerias para a implantação de sistemas de agrofloresta, cultivo de plantas medicinais e alimentícias não convencionais, coleta de sementes e produção de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.

As florestas municipais são classificadas como unidades de conservação de uso sustentável. Além de proteger a fauna e a flora, permitem o uso responsável dos recursos naturais e a realização de pesquisas científicas. O Estado de São Paulo possui 17 unidades semelhantes, sendo 15 florestas estaduais e duas florestas nacionais.

A criação da Fazenda Castanheiras integra o projeto São Paulo Capital Verde, que busca ampliar as áreas protegidas, conter a ocupação irregular e enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Situada na Área de Proteção Ambiental Bororé-Colônia, às margens da Represa Billings, a nova floresta contribui para a preservação da biodiversidade e para a segurança hídrica da região.

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Virada Sustentável

São Paulo recebe Virada Sustentável em junho

O ano de 2025 marca a realização da COP30 no Brasil. Antes que os debates ambientais se concentrem no Pará, sede do evento em novembro, a cidade de São Paulo promove a quarta edição da Virada ODS, entre os dias 6 e 8 de junho, no Vale do Anhangabaú e na Praça das Artes, no centro da capital.

A Virada ODS tem como objetivo aproximar a população dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU em 2015 como parte da Agenda 2030. Neste ano, o foco será acessibilidade e inclusão, com debates sobre temas como Transtorno do Espectro Autista e envelhecimento da população.

A Virada é organizada pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Relações Internacionais, com reconhecimento da ONU no Brasil.

Preparação para a COP30

A Virada ODS serve como preparação para a COP30 e marca o esforço da cidade em adotar práticas sustentáveis. Entre as iniciativas citadas pela Prefeitura estão o projeto Aquático-SP, que utiliza balsas para transporte na Represa Billings, e a renovação da frota de ônibus com veículos elétricos.

Outro foco tem sido o aumento da cobertura vegetal. Em 2020, São Paulo registrava 48% de áreas verdes. Hoje, o índice é de 54%. A ampliação impacta a qualidade do ar, a temperatura e a poluição, e está inserida em um conjunto de ações de educação ambiental e cooperação com outras entidades e governos.

Atividades para o público

O evento terá feira de expositores, intervenções artísticas, serviços públicos, atividades infantis, shows e palestras. O dia 6 de junho será voltado para as escolas da rede municipal, que poderão levar estudantes para atividades educativas e culturais.

Histórico

Desde a primeira edição, em 2022, a Virada ODS reuniu mais de 25 mil participantes. A edição anterior contou com Congresso Internacional, Hackathon, Feira e Festival ODS, com atrações como Francisco El Hombre, Maria Rita, Renato Teixeira, Paula Matos, Duo Àvuá, Rincon Sapiência e Nação Zumbi. Também foi lançado o documentário Virada de Chave, disponível na plataforma SPcine.

O documentário

O documentário Virada de Chave começou a ser produzido na primeira edição do evento. Reúne entrevistas com nomes como Ban Ki-moon, Davi Kopenawa, Achille Mbembe, Joyce Banda, Silvia Rucks, Carolina Larriera e Emília Schneider, entre outros.

Mais informações estão disponíveis nos canais oficiais da Virada ODS, como o perfil no Instagram.

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Sampa+Rural

Sampa+Rural produz mais de 2 mil toneladas de alimentos por ano

A capital paulista já tem 1.100 pontos de agricultura impulsionados pelo programa Sampa+Rural, da Prefeitura de São Paulo. São 507,6 km² de áreas concentradas nos distritos de Grajaú, Parelheiros e Marsilac, na zona sul, que contam com produção de alimentos baseada na agricultura familiar e orgânica. A produção anual ultrapassa as 2 mil toneladas, segundo a administração municipal.

O programa auxilia empresas como o Recanto Magini, especializado no cultivo de frutas nativas da Mata Atlântica, entre elas o cambuci. Para Junior Magini, de 42 anos, administrador do negócio ao lado da mãe, Elizabeth, 63 anos, o apoio da Prefeitura é fundamental para o negócio familiar.

“O projeto preserva a biodiversidade, mantém a floresta em pé e mostra que dá para gerar renda e ter qualidade de vida usando o que a bioeconomia e a ecogastronomia local têm a oferecer”, diz Junior Magini.

Victor Muller Camilo, 30 anos, agricultor e proprietário do Meliponário MullerMol, diz que a parceria faz toda a diferença. “Ajuda muito, a gente se sentir abraçado. O projeto ajuda no network de pequenos agricultores.”

Há ainda três as Casas de Agricultura Ecológica (CAEs) nas zonas sul, leste e norte e uma Unidade Demonstrativa de Bioinsumos, em Parelheiros. São pontos especializados para agricultores da região, oferecendo tecnologias e técnicas de agricultura.

A estrutura ajuda pessoas como Matilde Rogéria, 63, descendente de indígenas e filha de agricultores da região de Engenheiro Marsilac. “Planto milho, feijão, tenho abelhas sem ferrão, faço sabonete e cremes naturais e sou convidada pelo Sampa+Rural para participar de feiras, onde eu levo os produtos e acabo vendendo”, diz Matilde.

Na plataforma online do Sampa+Rural é possível encontrar mais detalhes não só sobre as iniciativas de agricultura da capital, mas também de turismo rural e feiras de alimento orgânico e alimentação saudável.

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Prefeitura lança projeto ambiental em escolas

A Prefeitura de São Paulo lançou o projeto Refresca SP, ainda em fase piloto, em parceria com o Instituto Alana, que atua na área socioambiental, com objetivo de expandir áreas verdes nas escolas e seus entornos, fortalecendo a conscientização e participação dos alunos nesse processo.

A Emef Virgílio de Mello Franco, localizada no Jardim Helena (zona leste) é a primeira a implementar a iniciativa. No lançamento do projeto, a escola recebeu o plantio de uma Peroba Rosa e de palmitos Juçara, espécies nativas da Mata Atlântica.

Também estão programadas ações de conscientização e ampliação de espaços verdes na unidade, além de atividades para fortalecer os grêmios e a participação de crianças e adolescentes no processo de mudança.

A ideia da Prefeitura é estimular a vocação das escolas como propagadoras de soluções sustentáveis capazes de ampliar as áreas verdes urbanas, ajudando a regular a temperatura, diminuir a poluição, entre outros fatores ambientais, ao mesmo tempo em que promovem educação ambiental.

 

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