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Prefeitura da Cidade de São Paulo

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obras

fonte

Após vandalismo, ‘Fonte das Lagostas’ é reformada

Quem passou nos últimos dias pela Praça Júlio Mesquita, que fica no triângulo entre a Avenida São João, a Alameda Barão de Limeira e a Rua Vitória, viu funcionários da Prefeitura de São Paulo trabalhando na reforma da Fonte Monumental, ponto histórico da cidade que constantemente é danificado por atos de vandalismo. Em fase de conclusão, as obras devem terminar no início de fevereiro.

Com custo total de R$ 246 mil, a revitalização da praça integra o programa de recuperação do centro da Capital implementado pela atual gestão. Além de trocar a proteção de acrílico no entorno da fonte, farão parte da restauro o reparo da área de passeio, o paisagismo da praça e a reforma e pintura das orlas das árvores, que serão realizadas posteriormente.

Não é a primeira vez que a área precisa ser revitalizada. Em 2013, foi reinaugurada após reforma que durou dez meses. À época, foram realizados serviços de limpeza do mármore da fonte, substituição de peças de bronze que haviam sido roubadas por réplicas de resina e reparos na tubulação para que a fonte, desativada, voltasse a funcionar. Uma nova iluminação também foi instalada, assim como uma estrutura protetiva ao redor do monumento.

Funcionário da Prefeitura trabalha em reparo da fonte – Crédito: L. Santana/Estadão Expresso Bairros

 

A proteção, no entanto, não impediu que a praça fosse alvo de novos atos de vandalismo. Segundo a Prefeitura, foram registrados furtos de elementos da fonte, danos à estrutura de proteção e às luzes.

“Tá cheio de nóia por aqui, eles arrancaram os vidros e usavam a fonte como banheiro, motel… isso assusta as pessoas e faz o movimento cair”, relata João Silva Santos, gerente da Churrascaria Mester, que fica na Avenida São João.

João conta que a situação melhorou quando o acesso à fonte ficou temporariamente bloqueado por tapumes de madeira e a região teve um aumento no patrulhamento. A depredação, junto com as reclamações de comerciantes e moradores dos arredores da praça, motivaram a revitalização do local.

Atualmente, a fonte não está funcionando, pois demanda revisões hidráulica e elétrica que, segundo a Prefeitura, serão iniciadas após a conclusão do fechamento da área com a proteção de acrílico.

História

O local tinha, inicialmente, o nome de Praça Vitória. Em 1927, ele passou a abrigar a Fonte Monumental, obra da artista Nicolina Vaz que é considerada a primeira escultura de rua esculpida por uma mulher na cidade de São Paulo. O espaço também foi rebatizado como Praça Júlio Mesquita, uma homenagem ao fundador do Estadão.

Feita de mármore, a fonte exibe esculturas de um pescador rodeado por sereias, flores, conchas e também peças em bronze, como as lagostas que cercam o monumento e lhe renderam o apelido de “Fonte das Lagostas”. Diante dos furtos ocorridos ao longo do tempo, as peças foram substituídas nos anos 2000 por réplicas de resina. As originais se encontram preservadas em instalações da Prefeitura.

O histórico de crimes no local vem de longa data. Nos anos 1970, Adoniran Barbosa compôs a música “Roubaram a Lagosta”, que fala sobre o furto de peças de bronze que adornavam a Fonte Monumental.

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obra

Obra no córrego Ponte Rasa termina em março

Está prevista para março a entrega das obras de recuperação e contenção das margens do córrego Ponte Rasa, na região de Ermelino Matarazzo, zona leste da Capital. Por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), o investimento da Prefeitura é de R$ 27 milhões.

Segundo a Sirub, em agosto do ano passado foi realizada uma vistoria no córrego, no trecho entre as ruas Mateus Lourenço de Carvalho e Conceição do Rio Verde. Na ocasião, foi constatado que o processo erosivo colocava em risco a vida dos moradores do entorno, bem como os imóveis, que já estavam com suas fundações expostas. O trecho da intervenção se estende por 535 metros entre as vias.

A Prefeitura de São Paulo também trabalha na contenção das margens do Córrego Ponte Rasa em outro trecho. Com 152 metros de extensão, a intervenção está localizada entre a Rua Rosa Mendes, Av. Olavo Egídio de Souza Aranha e Rua Dr. Flamiano Costa.

Também na zona leste, a Prefeitura finalizou em setembro do ano passado a contenção das margens do córrego Lajeado. Além da recuperação das encostas, foram entregues novo pavimento, passeios, guias e sarjetas. As obras antienchente auxiliam no escoamento das águas e trazem mais segurança aos moradores e motoristas que passam pela região.

Também no córrego Lajeado, no dia 17 de outubro, terminaram os trabalhos de recuperação das margens entre as ruas Eurides Fernandes do Nascimento e Monte Camberela.

A Prefeitura informa que entregou mais de 90 obras de prevenção contra chuvas desde o ano passado, considerando intervenções da Siurb e da Secretaria Municipal de Subprefeituras (Smsub).

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antienchente

Reformas protegem Tremembé contra chuvas

A Prefeitura de São Paulo entregou nos últimos meses uma série de obras de combate a enchentes nas regiões do Tremembé e do Jaçanã, na zona norte da cidade.

Em agosto foi concluída a execução de 240 metros de contenção das margens, canalização e recuperação de um pontilhão no córrego Tremembé. As intervenções começaram em outubro do ano passado e custaram R$ 22,4 milhões. Trabalhos foram executados na Rua Lopes da Costa e na Avenida Alfredo Ávila. Também passaram por reformas o pavimento e o passeio para pedestres no entorno do córrego.

A fim de melhorar as condições de segurança da população que frequenta a praça localizada na Rua Manuel Luna, também no Tremembé, a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Sirub) entregou em julho obras para conter a erosão que atingia o local.

Entre 2019 e 2020, a atual gestão entregou três novos reservatórios na região: R1 Tremembé, R3 Tremembé e R5 Tremembé. Juntos têm capacidade para armazenar 43 mil metros cúbicos de água, o equivalente a 17 piscinas olímpicas. A Prefeitura investiu R$ 115,7 milhões nessas intervenções.

No Jaçanã, já está pronta a obra para recuperação do talude da rua Brinco de Princesa. Além dos trabalhos de contenção da encosta, o local agora conta com uma nova escada hidráulica, que auxilia no escoamento das águas das chuvas.

ZONA NORTE

Em toda a zona norte, a Prefeitura concluiu outras 12 obras de drenagem e contenção em margens de córregos. Em Perus, desde a primeira quinzena de outubro a gestão trabalha na construção de quatro novos reservatórios d’água. A previsão é que sejam entregues à população entre agosto do ano que vem e setembro de 2024.

 

 

 

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combate a enchentes

Obras reduziram enchentes, dizem moradores do Jd. Brasil

A casa e ateliê da costureira Vera Lúcia de Oliveira, de 77 anos, enfrentou durante décadas os alagamentos do córrego Paciência protegida apenas por uma comporta de metal que, nas tempestades mais severas, nem sempre impediu a água da chuva de entrar na sala. Ela mora há quase cinco décadas no Jardim Brasil, na zona norte da Capital, e agora tem fortes esperanças no fim dos alagamentos – e que a barreira no portão possa perder a utilidade.

Quando Vera se mudou para o bairro, na década de 1970, o córrego Paciência era um estreito fio d’água sobre o qual moradores conseguiam saltar sem molhar os pés. O bairro cresceu, o asfalto e o concreto cobriram os terrenos e as tubulações passaram a direcionar o esgoto para o córrego, fazendo com que o Paciência se tornasse a cada ano mais caudaloso durante as cheias.

Vera e os vizinhos colecionam histórias de móveis, carros, mercadorias e eletrodomésticos estragados durante a temporada de chuvas. No imóvel de dois andares, que fica bem em frente ao córrego, ela aprendeu a guardar os objetos de valor nos quartos do andar de cima. Mesmo após tantas décadas vivendo na casa, porém, ela ainda tem medo de que a estrutura venha a ceder.

“Quando chovia forte eu ficava em qualquer lugar, menos dentro de casa. A gente não tinha muita confiança (na estrutura)”, conta a costureira.

No último ano, porém, as chuvas mais fortes não causaram grandes alagamentos. O trecho do córrego em frente à casa de Vera passou por uma obra de canalização e drenagem. A poucos quarteirões dali, foi inaugurado um reservatório com capacidade equivalente a 42 piscinas olímpicas, entregue em dezembro do ano passado. Parte do curso d’água passou por limpeza. “Ainda não veio uma chuva tão forte, mas por enquanto não encheu e a gente espera muito que não alague de novo”, diz.

A percepção de que os alagamentos deram trégua a partir deste ano é compartilhada por outros moradores do bairro. Na Rua Bassi, a poucos metros do leito do córrego e do piscinão, era comum que parte do asfalto já ficasse debaixo d’água nos temporais de outubro a dezembro.

“Eu moro aqui desde criança e foi a primeira vez que essa rua não alagou”, diz a comerciante Ana Paula Felipe Duarte, de 34 anos.

As obras do reservatório, que custou R$ 53 milhões, começaram em agosto de 2019 e levaram mais de dois anos para serem concluídas. Quando chove muito, seis bombas hidráulicas ajudam a levar água até o piscinão a uma capacidade de 500 litros por segundo. Parte da canalização do córrego Paciência ainda está em andamento. A previsão é que o canal chegue até a Rodovia Fernão Dias.

 

 

 

 

 

 

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obra

Córrego próximo à Raposo passa por obra emergencial

Desde junho de 2022, o córrego Itaim, no extremo da zona oeste, passa por obras para conter o deslizamento das margens e o assoreamento. Os trabalhos começaram de forma emergencial após uma vistoria detectar o colapso das margens, o que colocava em risco moradores de imóveis no entorno.

A obra está entre as ruas Cândido Fontoura e Garcia de Souza, em um trecho de 200 metros. A previsão é que o trecho esteja pronto em dezembro deste ano. A gestão municipal estima que 218 mil pessoas possam ser beneficiadas pela obra.

Já no Morumbi, a Prefeitura planeja instalar dois novos reservatórios no córrego Antonico. O local enfrenta enchentes há 20 anos. O projeto envolve a retirada de 1,5 mil famílias do entorno do córrego, o que está em andamento. A previsão é de um investimento de cerca de R$ 500 milhões da Prefeitura e do governo estadual, em uma obra que deve durar dois anos para ser concluída.

A gestão municipal estima uma redução de 87% do alagamento no local, beneficiando diretamente 90 mil moradores. Um total de 1,9 mil metros de novas galerias serão instaladas e um trecho do Antonico será canalizado. A obra está em fase de projetos e contratação de empreiteiras.

A Prefeitura diz que já entregou ao menos 91 obras de combate a enchentes desde o ano passado, considerando intervenções da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) e da Secretaria Municipal de Subprefeituras (Smsub). Atualmente, há quatro reservatórios em construção, e outros seis estão na fase de projeto e contratação de obras, e devem representar um investimento de R$ 817,5 milhões.

Em janeiro deste ano, foram registrados 178 pontos de alagamento ao longo do mês, marca de um problema paulistano que a gestão municipal pretende diminuir em 2023.

Obras na zona oeste

 

Butantã
Rua Jorge Soares de Macedo – Jardim Ana Maria
Obra de contenção de margem de córrego
Em Licitação – 28/02/2023

Lapa
Rua Doze de Outubro
Drenagem incluindo reservatório de retenção na Passagem Subterrânea de ligação
Em execução: 14/11/2022

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avenida santo amaro

Avenida Santo Amaro passa por revitalização

A Prefeitura de São Paulo iniciou em julho obras de requalificação na avenida Santo Amaro, na zona sul. No prazo de 18 meses, devem ser revitalizados 2,5 quilômetros da via, entre a av. Presidente Juscelino Kubitschek e a av. dos Bandeirantes. O trabalho conta com um investimento de R$ 62,6 milhões.

Estão previstos alargamento das calçadas, implantação de acessibilidade universal em ambos os lados da avenida, execução de pavimento de concreto nas faixas exclusivas do corredor de ônibus, faixas de ultrapassagem para transporte coletivo nos trechos de parada e construção de novas paradas de ônibus.

Além disso, a Prefeitura salienta que a requalificação abrange melhorias na estrutura de drenagem urbana, ampliação de áreas verdes e paisagismo; sinalização e comunicação visual, iluminação pública em LED, travessias para conexão ao plano cicloviário previsto nas vias coletoras e locais, além do enterramento e ordenamento das redes aéreas de energia elétrica e de telecomunicações.

Alternativas o para trânsito local

Devido às obras, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) realizou a interdição parcial na avenida Santo Amaro, entre a av. Juscelino Kubitscheck e a rua Afonso Braz, na Vila Nova Conceição. A CET recomenda as seguintes alternativas:

• Av. Santo Amaro, sentido Centro, seguir à dir. na av. Hélio Pellegrino, seguir em frente na rua Inhambu, à esq. na Av. República do Líbano e, a partir daí, seguir a orientação existente até a Av. Brigadeiro Luís Antônio, entrando à dir. em direção ao Centro ou à esq. em direção à av. Santo Amaro;

• Av. São Gabriel, sentido bairro, contornar a Praça Dom Gastão Liberal Pinto até acessar o trecho inicial da av. Santo Amaro no sentido bairro, seguir em frente na av. Juscelino Kubitschek, à esq. na rua Prof. Atílio Innocenti, à esq. na av. Hélio Pellegrino e à dir. na av. Santo Amaro;

• Av. São Gabriel, sentido bairro, entrar à dir. na rua Joaquim Floriano, à esq. na rua João Cachoeira e à dir.a na av. Juscelino Kubitschek, à esq. na rua Atílio Innocenti, à esq. na av. Hélio Pellegrino e à dir. na av. Santo Amaro.

 

Abel Serafim

 

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Obras antienchente têm início em Perus

A Prefeitura deu início, na primeira quinzena de outubro, às obras para a drenagem na bacia do Ribeirão Perus. O programa de macrodrenagem para o combate a enchentes no bairro é reivindicado há mais de quatro décadas pelos moradores da região. O investimento é de R$ 130 milhões.

Coordenado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), o projeto prevê a construção de quatro novos reservatórios, com entrega programada para 2024: um na Rua Ernesto Bottoni (Areião), outro na Rua Cleonice Kammer Di Sandro e mais dois no Rodoanel Mario Covas.

As melhorias vão ajudar a combater enchentes nos bairros Vila Caiuba, Vila Inácio, Vila Perus, Recanto dos Humildes e Jardim Adelfiore, beneficiando 146 mil habitantes.

Juntos, esses reservatórios terão capacidade para armazenar até 791 mil metros cúbicos de água, volume que daria para encher 316 piscinas olímpicas. O programa de macrodrenagem contemplará ainda a canalização de 1,1 km do Ribeirão Perus, no trecho da Rua Cleonice Kammer Di Sandro, e o alteamento em até um metro das pontes das ruas Bernardo José Lorena, Crispim do Amaral e da Praça Inácia Dias, que visa garantir o aumento da vazão da água quando chover forte.

As melhorias vão ajudar a combater enchentes nos bairros Vila Caiuba, Vila Inácio, Vila Perus, Recanto dos Humildes e Jardim Adelfiore, beneficiando 146 mil habitantes. Há ainda o impacto na geração de 120 postos de trabalho para a população local – o recrutamento pela empresa que executa a obra conta com o auxílio da Subprefeitura Perus/Anhanguera.

Mônica Santos

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