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Cidade Tiradentes vai ganhar uma nova UPA

A Prefeitura de São Paulo anunciou na manhã desta sexta-feira (7) a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Cidade Tiradentes 2, na zona leste. Com investimento de R$ 14 milhões, o centro de saúde será instalado na Avenida dos Metalúrgicos.

Segundo a Prefeitura, já está em fase inicial o processo licitatório para construir essa nova UPA, que terá capacidade para realizar 13.500 atendimentos mensais, com a previsão de um quadro técnico composto por 423 profissionais e leitos para atendimento 24 horas.

Serão 27 leitos, sendo 7 de emergência e 20 de observação para internação de pacientes, informa a administração municipal. Estão previstos cirurgião, ortopedista, pediatria, clínica médica e odontologia, além de uma base do Samu.

Reestruturação no HM Cidade Tiradentes

A UTI do HM Cidade Tiradentes passou por uma reestruturação, que incluiu troca de mantas vinílicas em portas e paredes, além de novas instalações do posto de coleta de leite.

A unidade funciona desde julho de 2007 e conta com dez leitos de UTI neonatal, 11 leitos de UTI pediátrica e 16 leitos do Centro de Cuidados Intermediários, com média de 300 partos mensais.  A UTI conta com uma equipe de 58 profissionais, entre médicos plantonistas, fisioterapeutas, enfermeiros e técnicos de enfermagem.

Administrado pela Organização Social de Saúde (OSS) Santa Marcelina, o HM Cidade Tiradentes tem custeio mensal de aproximadamente R$ 17 milhões e um total de 245 leitos.

No local são realizados 16 mil atendimentos mensalmente, em média, nas especialidades clínica médica, pediatria, cirurgia geral, psiquiatria, ginecologia e ortopedia.

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Hospital municipal é referência em cirurgia intrauterina

A cirurgia intrauterina é uma intervenção complexa e delicada, realizada dentro do útero materno para corrigir problemas que afetam o desenvolvimento do feto. Essa técnica permite tratar condições como espinha bífida, hidrocefalia e outras anomalias congênitas antes mesmo do nascimento da criança.

São poucos os hospitais, no entanto, com capacidade para realizar esse procedimento. O Hospital Municipal e Maternidade-Escola Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva – Vila Nova Cachoeirinha, localizado na zona norte, destaca-se como o único na rede municipal de São Paulo a oferecer essa modalidade cirúrgica.

Em 2021, a equipe do hospital realizou a primeira cirurgia intrauterina pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Capital, utilizando a técnica de mini-histerotomia para correção de coluna no feto.

A cirurgia, conduzida pelos obstetras especialistas em medicina fetal, Dr. Enoch Quinderé de Sá Barreto e Dra. Clarice Hideko Yamaguchi, teve duração aproximada de três horas. Os profissionais realizaram a correção da mielomeningocele, uma anomalia congênita, por meio de um orifício no útero da mãe, seguindo o mesmo procedimento utilizado em cirurgias neonatais.

A equipe médica do Hospital e Maternidade-Escola Vila Nova Cachoeirinha, composta por obstetras, neurocirurgiões infantis, anestesistas e intensivistas, passou por treinamento ministrado por Fabio Peralta, médico do renomado Hospital e Maternidade Santa Joana/Pro Matre e Hospital do Coração (HCOR).

Além disso, o Hospital e Maternidade Santa Joana contribuiu fornecendo materiais utilizados durante a cirurgia. O feito inédito despertou interesse e foi transmitido no anfiteatro do hospital, alcançando alunos, médicos e enfermeiros da unidade.

A Maternidade Escola Vila Nova Cachoeirinha destaca-se como referência no atendimento à saúde da mulher e do recém-nascido. Além de sua expertise em assistência às gestantes de alto risco e seus bebês, o hospital oferece serviços especializados em ginecologia, oncologia pélvica e mamária, planejamento familiar e apoio às mulheres vítimas de violência sexual.

 

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Kilombrasa cuida da saúde da população negra na zona norte

Mensalmente, o Kilombrasa, coletivo formado por cerca de 300 pessoas, reúne diversos profissionais na zona norte para discutir, de forma transversal, questões étnico-raciais para a melhora contínua do acesso e cuidados à população negra nos serviços de saúde.

O próximo encontro será no dia 16 de junho na Fábrica de Cultura da Brasilândia. O bairro inspirou o nome do coletivo, formado pela palavra “kilombo”, que no idioma banto significa “local de pouso e acolhida”, e a forma abreviada pela qual a comunidade local se refere ao território. A iniciativa partiu de funcionários de um Centro de Atenção Psicossocial 2 Infantojuvenil (Caps) da região, em 2014.

A enfermeira Estefânia Ventura é uma das idealizadoras do Kilombrasa e continua ativa no coletivo. Lá atrás, começou com uma roda de conversa com trabalhadores do Caps, com o objetivo de racializar as práticas em saúde. Ela conta que até a estética do ambiente e os itens utilizados no tratamento eram “muito brancos, com influência europeia, da nossa colonização”.

Segundo Estefânia, não havia uma boneca preta, apenas brancas. Os livros não tinham personagens pretos com potência, apenas vulneráveis. A população da Brasilândia, majoritariamente parda e negra, não encontrava identificação no espaço, destinado aos cuidados mentais. Hoje, isso mudou.

“Uma das primeiras rodas foi sobre branquitude e os médicos começaram a entender que existe um lugar de privilégio e isso impacta na saúde”, diz. “O SUS faz um raciocínio clínico a partir da classe, mas não a partir da raça. E as questões de classe têm a ver com a raça, com a história escravocrata”, complementa.

Segundo a profissional, cerca de 70% dos pacientes do SUS são negros e muitos estão em situação de vulnerabilidade, que os expõem mais a certas doenças. Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, os negros enfrentam enfermidades específicas.

As doenças genéticas ou hereditárias mais comuns são: anemia falciforme, diabetes mellitus (tipo 2), hipertensão arterial e deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, que resulta na destruição dos glóbulos vermelhos e leva à anemia hemolítica.

Em 2009, o Brasil criou a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) com o objetivo de combater as desigualdades no SUS e o racismo.

“O Kilombrasa não é militância, está embasado em uma política pública busca direitos às pessoas pretas”, ressalta Estefânia.

Até o preenchimento do quesito raça/cor na hora do atendimento é um desafio, pois a identidade é subjetiva, o que afeta a oferta de serviços de acordo com a necessidade da raça. A Secretaria Municipal da Saúde, da Prefeitura de São Paulo, informou que tem feito um trabalho em toda a cidade para capacitar os funcionários para coletar a raça/cor, a fim de aprimorar o desenvolvimento de políticas públicas.

Expansão

O movimento cresceu e rompeu as paredes do Caps. Hoje, abrange toda a rede da Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Norte, incluindo as UBSs e outros equipamentos de saúde e envolve os serviços de assistência social e educação, além de contar com pesquisadores e universitários.

Cada encontro tem uma temática e dinâmica própria que pode compor oficinas, palestras temáticas, exposições de arte e cultura.

Entre 80 e 90 profissionais comparecem em cada evento, que também é aberto aos usuários da rede de saúde municipal. Todos os interessados podem participar do encontro de junho, que terá como tema “Os Atravesamentos da Racialidade LGBTI+”. A Fábrica de Cultura da Brasilândia, que vai sediar o evento, fica na avenida General Penha Brasil, 2508.

 

Mylena Lira

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A fase final no programa Mãe Paulistana

Com 31 semanas, a gravidez de Graciete Maria da Silva, de 41 anos, entrou no oitavo mês. Ela é uma das 51 mil gestantes atualmente acompanhadas pela Rede de Atenção Materno-Infantil Mãe Paulistana, programa conduzido pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) que já atendeu, nos últimos seis anos, mais de 500 mil mulheres.

A reportagem do Estadão Expresso Bairros acompanha a trajetória de Graciete no Mãe Paulistana desde a descoberta da gestação, com 11 semanas. Ela realiza seu pré-natal na UBS Jova Rural (localizada na região do Jaçanã/Tremembé, na zona norte), uma das 470 UBSs em que o programa está presente — além de 23 Ambulatórios de Especialidades, 16 maternidades e duas casas de parto.

O Mãe Paulistana tem entre suas diretrizes a captação precoce das gestantes, com até 12 semanas de gravidez, e garante sete ou mais consultas de pré-natal — que variam entre mensais, quinzenais e semanais a depender do período gestacional — e a realização de exames laboratoriais e ultrassonografia. Desde o sétimo mês, as consultas de Graciete passaram de mensais a quinzenais.

Em maio, ela descobriu que teria uma menina. Ana Clara já ganhou um chá de bebê e sua chegada é aguardada para o início do mês de julho. “A barriga está saudável, está tudo bem”, conta sobre a última consulta, em que recebeu instruções para os últimos exames de ultrassonografia. Ela também terá que refazer alguns exames de sangue: os anteriores haviam detectado um quadro leve de anemia, que já está sendo tratada.

Graciete não está em território desconhecido. Ela tem quatro filhos — Ana Clara será a quinta — e enxerga com naturalidade os processos e mudanças da gravidez: “A barriga vai crescendo e incomoda, cansa muito, mas são dores normais. Faço minhas coisas normalmente. Cansou a perna, ou doeu, eu me sento um pouco”.

Em todas as suas gestações, o pré-natal foi realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) — que, segundo ela, não deixou a desejar em nenhuma das ocasiões. “Sempre que eu estive gestante, fui muito bem atendida”, relata.

Oito meses de gestação

No último trimestre de gestação, é recomendado que a gestante evite excesso de esforço físico e não caminhe por muito tempo sem estar acompanhada. Sinais como a sensação que a barriga está mais baixa informam que a hora do parto está se aproximando.

Com 31 semanas, Ana Clara tem o tamanho aproximado de um abacaxi e pesa cerca de 1 quilo e meio. Seus braços e pernas estão mais longos e proporcionais à cabeça e ao tronco, seu rosto mais arredondado e ela é capaz de abrir e fechar os olhos e reagir à luz. Seus pulmões estão um pouco mais maduros e seus rins já filtram o sangue, eliminando urina no líquido amniótico.

 

Raisa Toledo

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unidades de saúde do Avança SP

Obras na área da saúde avançam no Itaim Paulista

As obras de construção e reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) Atualpa e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Atualpa avançam no Itaim Paulista, na zona leste da Capital. Com investimento superior a R$ 21 milhões, os espaços vão aumentar a capacidade de atendimento.

A UBS Atualpa já compõe a rede de saúde do município, mas a Prefeitura de São Paulo identificou a necessidade de ampliar suas instalações. A unidade vai receber mais três equipes e passará a prestar atendimento odontológico, que não existia antes.

A infraestrutura vai contar com salas para consultórios, salas de medicação, inalação, farmácia, coleta e aplicação de vacinas, acolhimento, curativos, gerência e administração, além de banheiros adaptados, entre outros espaços para melhor acolher a população atendida no equipamento.

Segundo a Prefeitura, a nova UBS vai ficar pronta ainda neste ano e vai funcionar na rua Antônio João de Medeiros, 136. O seu custo foi de R$ 8.254.725,87. Já as obras da UPA Atualpa, também em andamento, estão previstas para serem concluídas em 2024 e receberam R$ 13.044.298,10 em investimento. A UPA vai atender onde ficava o Pronto Atendimento (PA) Dr. Atualpa Girão Rabelo, na rua Ilha do Arvoredo, 10.

Diferenças entre UBS e UPA

A UBS oferece serviços que englobam a Atenção Primária e dispõem de médico da Estratégia Saúde da Família (ESF), clínico geral, pediatra, ginecologista e 426 (90%) também prestam atendimento odontológico. É preciso agendar a consulta previamente na UBS que atende a localidade de residência ou via aplicativo Agenda Fácil. A UBS também pode ser procurada, sem agendamento, para vacinação ou ao apresentar sintomas como febre, dores de cabeça e tosse persistente.

Já a UPA funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e concentra atendimentos de saúde de alta complexidade. Podem ser acionadas em casos de urgências e emergências, relacionados à pressão, febre alta, fraturas, cortes, infarto ou derrame, por exemplo. Possuem estrutura simplificada, com raio-x, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação. De lá, o paciente pode ser encaminhado para receber acompanhamento na UBS ou ser internado em hospital.

Avança Saúde SP

A iniciativa faz parte do programa Avança Saúde SP, que prevê investir R$ 275 milhões na construção, reforma e requalificação de postos de saúde em todas as regiões da cidade apenas em 2023. Para este ano, estão previstas as entregas de 17 unidades. Em 2024, mais seis ficarão prontas.

O projeto foi criado em 2019, com duração de cinco anos e investimento total de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão). Parte dos recursos é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Até o momento, das 107 obras contratadas pelo Avança Saúde SP, 87 já foram entregues.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) também firmou uma parceria público-privada (PPP) para a realização de outras 13 obras, sendo sete construções e seis reformas. Dessas, seis têm previsão de término em 2023 e sete, em 2024. Portanto, ao todo, a Capital vai contar com 36 novas unidades de saúde até o ano que vem.

 

Mylena Lira

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combate à dengue

Mutirão reforça combate à dengue na zona norte

A zona norte é a região com o maior número de casos de dengue confirmados este ano. A cidade registrou 28.284 notificações da doença em 2023 (até o dia 4 de maio) e 6.478 dos casos foram confirmados, sendo 2.122 (32,76%) na zona norte, onde ocorreram duas mortes neste ano causadas pela enfermidade. As vítimas residiam nas regiões de Casa Verde/Cachoeirinha e Vila Maria.

Ao considerar o tamanho da população local, três dos cinco bairros com maior incidência da doença por 100 mil habitantes são da zona norte: Vila Guilherme, Santana e Vila Maria. Em números absolutos, os bairros Tremembé (297), Santana (196), Vila Maria (168), Brasilândia (146) e Freguesia do Ó (145) concentram mais casos na região.

Para intensificar o combate ao mosquito transmissor Aedes aegypti na zona norte, a Prefeitura realizou nesta quarta-feira (10) um mutirão em dez bairros:

  • Brasilândia
  • Freguesia do Ó
  • Jaçanã
  • Tremembé
  • Santana;
  • Tucuruvi
  • Vila Guilherme
  • Vila Maria
  • Vila Medeiros

A iniciativa reuniu cerca de 700 agentes de endemias e agentes comunitários de saúde para a busca e a eliminação de criadouros do mosquito, nebulização veicular de inseticidas e orientação da população sobre as medidas de prevenção. Além dessas medidas, foram promovidas operações de zeladoria, como a realização de operações cata-bagulho e de combate ao descarte irregular de resíduos.

Fatores geográficos, como a proximidade de áreas de matas e florestas, aliados às condições climáticas favoráveis à proliferação do Aedes aegypti, como calor e chuvas repentinas, têm sido determinantes para o cenário epidemiológico na zona norte, de acordo com a Secretaria Municipal da Saúde.

A Prefeitura ressalta que são tomadas providências diariamente em todas as regiões da cidade, inclusive aos fins de semana e feriados, para prevenir e combater o avanço da doença.

Somente neste ano, segundo a administração municipal, já ocorreram mais de 1,9 milhão de ações, englobando visitas casa a casa, vistorias a imóveis especiais, bloqueios de criadouros e nebulização. Especificamente na região norte, ao todo, foram promovidas 435.949 atividades de combate à dengue.

 

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Novas UBSs

Capital investe em 3 novas UBSs em Capela do Socorro

A região da Capela do Socorro, na zona sul da Capital, vai receber três novas Unidades Básicas de Saúde em 2024. Por meio do programa Avança Saúde, a Prefeitura de São Paulo investe R$ 28,1 milhões na construção da UBS Cidade Dutra, UBS Reimberg e UBS Jardim São Bernardo. As obras foram iniciadas no final de 2022.

Cada unidade vai ter capacidade para realizar 4.288 consultas mensais, além de 7.200 visitas domiciliares de agentes comunitários de saúde (ACSs) e vão contar com equipe formada por:

  • seis médicos para Estratégia de Saúde da Família (ESFs);
  • seis enfermeiros;
  • 12 auxiliares de enfermagem;
  • três cirurgiões-dentistas;
  • três auxiliares em saúde bucal;
  • um técnico em saúde bucal;
  • um nutricionista;
  • 36 agentes comunitários de saúde (ACSs);
  • um agente de promoção ambiental (APA); e
  • um gerente.

A construção da UBS Cidade Dutra, que atenderá na rua José André Pattini, 151, custou R$ 9,6 milhões aos cofres públicos. Já a UBS Reimberg, localizada na rua Rogério Fernandes, 468, demandou investimento de R$ 8,4 milhões. Por fim, a UBS Jardim São Bernardo está sendo instalada na avenida Antônio Carlos Benjamin dos Santos, 1.580, ao custo de R$ 10 milhões.

A iniciativa faz parte do programa Avança Saúde SP, que prevê investir R$ 275 milhões na construção, reforma e requalificação de postos de saúde apenas em 2023. Para este ano, estão previstas as entregas de 17 unidades. Em 2024, mais seis ficarão prontas.

O projeto foi criado em 2019, com duração de cinco anos e investimento total de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão). Parte dos recursos é financiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Até o momento, das 107 obras contratadas pelo Avança Saúde SP, 87 já foram entregues.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) também firmou uma parceria público-privada (PPP) para a realização de outras 13 obras, sendo sete construções e seis reformas. Dessas, seis têm previsão de término em 2023 e sete, em 2024. Portanto, ao todo, a Capital vai contar com 36 novas unidades de saúde até o ano que vem.

A UBS é a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) e oferece serviços de forma 100% gratuita, que englobam a Atenção Primária e dispõem de médico da Estratégia Saúde da Família (ESF), clínico geral, pediatra, ginecologista, além de atendimento odontológico.

É preciso agendar a consulta previamente na UBS que atende a localidade de residência ou via aplicativo Agenda Fácil. A UBS também pode ser procurada, sem agendamento, para vacinação ou ao apresentar sintomas como febre, dores de cabeça e tosse persistente.

 

Mylena Lira

 

 

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Obras em unidades de saúde da Freguesia avançam

As obras de implantação da UPA 21 de Junho e reforma da UBS Vila Ramos avançam na Freguesia do Ó, na zona norte da Capital. Ao todo, a Prefeitura de São Paulo promete entregar 36 novas unidades de saúde até o ano que vem, atendendo a todas as regiões da cidade.

A iniciativa faz parte do programa Avança Saúde SP, que prevê investir R$ 275 milhões na construção, reforma e requalificação de postos de saúde apenas em 2023. Para este ano, estão previstas as entregas de 17 unidades. Em 2024, mais seis ficarão prontas.

Criado e iniciado em 2019, com investimento total de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) por cinco anos, o programa é parcialmente financiado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Desde então, das 107 obras contratadas pelo Avança Saúde SP, 87 já foram entregues.

A Secretaria Municipal da Saúde também firmou uma parceria público-privada (PPP) para a realização de outras 13 obras, sendo sete construções e seis reformas. Dessas, seis têm previsão de término em 2023 e sete, em 2024.

As ações estão concentradas nas Unidades Básicas de Saúde e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que correspondem a 75% das obras. Serão implantadas e/ou remodeladas: 16 UBSs; 11 UPAs; 3 Assistências Médica Ambulatorial (AMAs); 2 Centros de Integração de Educação e Saúde (Cies); 1 Centro Oncológico; 1 Hospital; 1 Centro de Controle de Intoxicações (CCI); e 1 Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

A transformação do Pronto-Socorro 21 de Junho, localizado na avenida João Paulo I, 421, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 21 de Junho está sendo possível graças à PPP. As obras foram iniciadas no primeiro semestre de 2022 e, segundo a SMS, serão concluídas em 2024.

De acordo com a administração municipal, a transformação do PS em UPA permitirá a ampliação e a qualificação da assistência na região da Freguesia do Ó, incorporando, além das especialidades existentes no pronto-socorro (clínica médica, cirurgia e pediatria), os serviços de ortopedia, psiquiatria e odontologia, aumentando a capacidade de atendimento.

A reforma da UBS Vila Ramos, que fica na rua Ferraz de Vasconcelos, 80, integra o programa Avança Saúde está mais avançada, com previsão para ser finalizada ainda neste ano. Entre as adequações estão pintura do imóvel, reparo em instalações elétricas e hidráulicas e reforço da acessibilidade.

Diferenças entre UPA e UBS

As UPAs e as UBSs são a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) da Capital, oferecido de forma 100% gratuita. Hoje, São Paulo tem 23 UPAs e 470 unidades básicas.

A UBS oferece serviços que englobam a Atenção Primária e dispõem de médico da Estratégia Saúde da Família (ESF), clínico geral, pediatra, ginecologista e 426 (90%) também prestam atendimento odontológico. É preciso agendar a consulta previamente na UBS que atende a localidade de residência ou via aplicativo Agenda Fácil. A UBS também pode ser procurada, sem agendamento, para vacinação ou ao apresentar sintomas como febre, dores de cabeça e tosse persistente.

Já a UPA funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e concentra atendimentos de saúde de alta complexidade. Podem ser acionadas em casos de urgências e emergências, relacionados à pressão, febre alta, fraturas, cortes, infarto ou derrame, por exemplo. Possuem estrutura simplificada, com raio-x, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação. De lá, o paciente pode ser encaminhado para receber acompanhamento na UBS ou ser internado em hospital.


Mylena Lira

 

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Lapa vai ganhar duas novas unidades de saúde

A região da Lapa, na zona oeste da Capital, vai ganhar duas novas unidades de saúde até 2024, beneficiando mais de 50 mil pessoas que vivem na área. São elas: a UPA Lapa, na avenida Queiroz Filho, 313, e a UBS Caju, na rua Floresto Bandecchi, 1.000. Ao todo, a Prefeitura de São Paulo vai entregar 36 novos equipamentos até o ano que vem, contemplando todas as regiões da cidade.

A iniciativa faz parte do programa Avança Saúde SP, que prevê investir R$ 275 milhões na construção, reforma e requalificação de postos de saúde apenas em 2023. Para este ano, estão previstas as entregas de 17 unidades. Em 2024, mais seis ficarão prontas.

Criado e iniciado em 2019, com investimento total de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) por cinco anos, o programa é parcialmente financiado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Desde então, das 107 obras contratadas pelo Avança Saúde SP, 87 já foram entregues.

A Prefeitura também firmou uma parceria público-privada (PPP) para a realização de outras 13 obras, sendo sete construções e seis reformas. Dessas, seis têm previsão de término em 2023 e sete, em 2024.

As ações estão concentradas nas Unidades Básicas de Saúde e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que correspondem a 75% das obras. Serão implantadas e/ou remodeladas: 16 UBS; 11 UPAs; 3 Assistências Médica Ambulatorial (AMAs); 2 Centros de Integração de Educação e Saúde (Cies); 1 Centro Oncológico; 1 Hospital; 1 Centro de Controle de Intoxicações (CCI); e 1 Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

Quatro dessas unidades estão sendo construídas e reformadas na região da Lapa. Além das obras de construção das novas UPA Lapa e UBS Caju, iniciadas no ano passado por meio da PPP, está em andamento a reforma do CAPS AD 2 Perdizes (rua Cândido Espinheira, 616) e da AMA/UBS Integrada Vila Nova Jaguaré (rua Salatiel de Campos, 222) – esta última pelo Avança Saúde. A previsão é a de que a remodelação desses espaços fique pronta no próximo semestre.

Apenas na obra da UBS Caju foram investidos mais de R$ 9 milhões. A unidade terá capacidade para fazer mais de 10 mil atendimentos por mês. O prédio terá 1.460 metros de área construída, em dois pavimentos, com acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Serão oito consultórios de atendimento médico (sendo dois específicos para a saúde da mulher), uma sala do idoso, além de salas para esterilização, curativos, inalação, medicação, vacinas, de espera, para psicologia, fonoaudiologia e serviço social. Também haverá farmácia e consultório odontológico equipado com raio-x.

Quando ir à UPA ou à UBS?

As UPAs e as UBSs são as portas de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) da Capital, oferecido de forma 100% gratuita. Hoje, São Paulo tem 23 UPAs e 470 unidades básicas. De acordo com a Coordenadoria de Epidemiologia e Informação (CEInfo) da SMS, foram realizadas aproximadamente 19,3 milhões de consultas médicas nesses equipamentos ao longo de 2022.

A UBS oferece serviços que englobam a Atenção Primária e dispõem de médico da Estratégia Saúde da Família (ESF), clínico geral, pediatra, ginecologista e 426 (90%) também prestam atendimento odontológico. É preciso agendar a consulta previamente na UBS que atende a localidade de residência ou via aplicativo Agenda Fácil. A UBS também pode ser procurada, sem agendamento, para vacinação ou ao apresentar sintomas como febre, dores de cabeça e tosse persistente.

Já a UPA funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e concentra atendimentos de saúde de alta complexidade. Podem ser acionadas em casos de urgências e emergências, relacionados à pressão, febre alta, fraturas, cortes, infarto ou derrame, por exemplo. Possuem estrutura simplificada, com raio-x, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação. De lá, o paciente pode ser encaminhado para receber acompanhamento na UBS ou ser internado em hospital.

Mylena Lira

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vacina bivalente

Vacina bivalente chega a outros grupos em SP

Nesta quarta-feira (5), a vacina bivalente contra a Covid-19 está disponível a novos grupos prioritários: profissionais da saúde, pessoas com deficiência física permanente, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com comorbidades.

A Pfizer bivalente já estava liberada para grávidas e puérperas, pessoas com mais de 60 anos, residentes em Instituições de longa permanência, funcionários destes estabelecimentos, pessoas com imunossupressão e indígenas com mais de 12 anos.

Podem receber a vacina as pessoas desses grupos que completaram o esquema básico ou que já receberam doses de reforço, respeitando o intervalo de quatro meses da dose mais recente recebida.

Com outros imunizantes (monovalentes), a vacinação contra Covid-19 segue disponível para todas as faixas etárias a partir dos 6 meses de idade. A primeira dose de reforço (1ª DR) é aplicada a partir dos três anos e a segunda dose de reforço (2ªDR) em toda a população acima de 18 anos de idade, sempre respeitados quatro meses de intervalo. Também a partir dos 18 anos está disponível a terceira dose de reforço (3ª DR) para pessoas imunossuprimidas.

Multivacinação infantil

Também nas AMAs/UBSs Integradas e UBSs, a capital prossegue com a vacinação voltada ao público infantil, com a disponibilização de imunizantes como: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23.

Poliomielite

A campanha de vacinação contra a poliomielite segue para crianças a partir de um ano até 4 anos e 11 meses de idade. O objetivo é imunizar com a vacina oral (VOP) as crianças que estejam com o esquema prioritário com a vacina inativada (VIP) completo, aumentando a cobertura vacinal. Afinal o Brasil, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), apresenta um alto risco de voltar a ter circulação do poliovírus e, consequentemente, a ocorrência da poliomielite, doença que pode provocar sequelas graves e permanentes.

Na cidade de São Paulo, acompanhe a vacinação acessando o Vacina Sampa.

 

SERVIÇO

5 de abril (quarta-feira)

Unidades Básicas de Saúde
Vacinação crianças, adolescentes e adultos – Funcionamento das 7h às 19h.

AMAs/UBSs Integradas
Vacinação crianças, adolescentes e adultos – Funcionamento das 7h às 19h.

Megaposto
Vacinação adolescentes e adultos – Funcionamento das 8h às 17h.

 

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