A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta semana obras para melhorar a capacidade do sistema de drenagem no Jardim Carombé, na região da Subprefeitura Freguesia-Brasilândia, na zona norte.
Os projetos, desenvolvidos pela Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), preveem a construção de duas novas galerias sob a avenida Manoel Bolívar, entre as ruas Hélcio da Silva e Laurindo dos Santos. As duas novas galerias terão 300 metros de extensão cada, e contarão ainda com a capacidade de reservar água.
Elas receberão o fluxo de água vindo do afluente do Córrego Bananal. A previsão é que os estudos sejam finalizados já em julho de 2023. O edital para contratação das obras deve ser publicado em agosto deste ano. O investimento previsto é de R$ 25 milhões.
Mais obras
Outra novidade para a região é um futuro piscinão, previsto no Plano Diretor de Drenagem da cidade. Os estudos iniciais apontam uma capacidade para armazenar até 60 mil m³ de água, o equivalente a 24 piscinas olímpicas.
Os investimentos na região da Subprefeitura da Freguesia / Brasilândia incluem também investimento de R$ 60 milhões em cinco obras para a redução de riscos e alagamentos.
De um pequeno sobrado na região de Sapopemba, na zona leste de São Paulo, já foram capturadas imagens de mais de 5 mil meteoros. O responsável pelo feito é o geógrafo Sérgio Mazzi, também astrônomo amador e presidente da Associação Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon).
Depois de conhecer a Bramon, ele instalou a primeira câmera em 2019, como um teste. “Eu gosto de fazer ciência. Era um desafio, aí logo na primeira noite ela pegou um meteoro e não parou mais”, conta. Logo veio a segunda câmera e, então, as seguintes. Hoje, já são 20: cinco funcionam durante o dia, e o restante monitora o céu à noite.
Outros integrantes da associação também têm as suas próprias câmeras, o que permite que o grupo determine, a partir da triangulação, parâmetros como a órbita de objetos celestes, sua provável origem, velocidade, ângulo e provável massa. “Elas mandam as imagens para um software, que analisa o movimento e consegue fazer a filtragem, se é um meteoro ou um avião. Aí a gente analisa esses dados e eles vão para o servidor”, explica.
Confira abaixo algumas das imagens captadas por Sérgio e as câmeras que ele utiliza:
A astronomia é uma paixão antiga de Sérgio e influenciou, inclusive, a escolha de sua formação profissional: “É uma das coisas que me move, desde que me conheço por gente”. Entre os objetos mais interessantes e inusitados que já capturou em suas câmeras, ele lista alguns meteoros grandes, a aceleração de uma sonda chinesa que está em Marte e alguns balões soltos ilegalmente, em chamas.
A dedicação à observação do céu na cidade de São Paulo tem seus desafios. “Tem a poluição luminosa, a poluição do ar, às vezes o clima não é legal por causa da nebulosidade. Mas a gente é resistente e, mesmo assim, conseguimos contribuir com a pesquisa”, afirma.
Relevância científica
O objetivo, da atuação pessoal de Sérgio e também da Bramon, é contribuir para pesquisas na área e para que cientistas, não apenas brasileiros, consigam encontrar meteoritos — nome que recebe o que resta do meteoro após o contato com a atmosfera. Prestam apoio, por exemplo, para o grupo Meteoríticas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), composto em sua maioria por cientistas mulheres.
A colaboração é possível porque, analisando as órbitas de meteoros, asteroides ou cometas, o local da queda pode ser estimado. “Quando você consegue achar um objeto desse, é como se uma nave espacial tivesse pego uma amostra de um planeta ou de um asteroide. Então, você consegue analisar sem precisar fazer uma viagem espacial”, pontua Sérgio.
As imagens capturadas podem, também, ajudar a solucionar dúvidas sobre objetos celestes avistados. Nesta semana, luzes azuladas e esverdeadas geraram um debate sobre do que se tratava: um meteoro, pedaço de rocha atraído pelo campo gravitacional da Terra, ou lixo espacial voltando à atmosfera do planeta — hipótese defendida por astrônomos ligados ao Observatório Nacional.
Para a Bramon, no entanto, o corpo avistado é um objeto natural, ou seja, um meteoro. A informação, segundo Sérgio, pode ser comprovada a partir de dados como a velocidade e o ângulo do objeto, assim como uma comparação com a trajetória do satélite chinês que seria a origem do lixo espacial.
Rede de colaboradores
As câmeras utilizadas por Sérgio variam bastante, das mais baratas às mais caras. “Cheguei a comprar duas por cinquenta e seis reais, que o pessoal estava se desfazendo. Fiz uma modificação e elas trabalham hoje observando o céu”, diz.
Como presidente da Bramon, ele diz que um dos objetivos da associação é aumentar a sua rede de operadores de câmeras — hoje bastante concentrada no sudeste. “A gente tenta incentivar quem gosta disso a montar uma estação e agregar dados.” Aos interessados, basta entrar em contato com a Bramon e seguir as orientações de instalação da câmera e do software usado, para que as imagens façam parte do banco de dados dos pesquisadores.
A Vila Leopoldina é conhecida por, além de abrigar a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), seus galpões de antigas indústrias da cidade. Muitos desses galpões hoje em dia, porém, estão sem uso.
Uma dessas áreas desocupadas será destinada ao Projeto de Intervenção Urbana Vila Leopoldina (PL 428/2019).
O PIU foi aprovado definitivamente com 48 votos Favoráveis no último dia 7 de junho na Câmara de Vereadores, após uma discussão de 7 anos.
Entre os principais objetivos do PIU Vila Leopoldina, está o incentivo de Construções de Habitação de Interesse Social para 835 famílias. O esvaziamento dessas antigas áreas industriais era uma preocupação do arquiteto e urbanista Philip Yang, fundador do Instituto de Urbanismo e Estudos para a Metrópole, que trabalhou no desenvolvimento desse PIU.
“São Paulo é uma cidade que se desindustrializou, deixando muitas áreas industriais ociosas com potencial urbano e imobiliário extraordinário. As decisões sobre o futuro desses espaços determinarão o futuro da cidade”, explica Yang em entrevista ao Expresso Bairros.
Previsto no plano diretor aprovado em 2014, o PIU é instrumento que permite a instituições privadas manifestar interesse em realizações de intervenções urbanísticas para transformar locais da cidade buscando atender ao interesse
público.
Ceagesp
O projeto destinado ao PIU Vila Leopoldina propõe a urbanização de uma área de 300 mil metros quadrados, entre elas o Ceagesp e o Parque Villa-Lobos, onde havia antes indústrias, em sua maioria do grupo Votorantim, e terrenos públicos.
O projeto, idealizado pela Votorantim, SDI, BVEP e URBEM, visa à verticalização da região, com a construção de prédios para diferentes faixas de renda, abertura de vias, implantação de comércios, serviços e equipamentos públicos ao longo de 15 a 20 anos. Além dos prédios comerciais, o principal destaque da proposta é a construção de habitações de interesse social para famílias que residem nas comunidades da Linha e do Nove, juntamente com o retrofit do Cingapura Madeirite.
O investimento privado previsto é de R$ 200 milhões. A contrapartida do governo municipal é a ampliação do limite de área construída, que pode variar de um mínimo de 203 mil m² a um máximo de 500 mil m².
Diferentemente de outros PIUs em discussão na cidade, o da Vila Leopoldina se distingue por abranger uma área menor. Para efeito de comparação, o PIU Setor Central, no centro da cidade, engloba uma área de 2.098 hectares, quase 70 vezes maior que a da Vila Leopoldina.
O projeto agora seguirá para a fase de leilões, na qual será escolhido o agente da iniciativa privada responsável por executar as obras.
“Além do desenvolvimento imobiliário, o PIU promove melhorias urbanas no bairro, como o assentamento das famílias que atualmente vivem em condições precárias, o desenho de ruas com calçadas mais largas e amigáveis, o surgimento
de novos estabelecimentos comerciais e espaços corporativos. A diversidade de pessoas de diferentes classes sociais convivendo em um mesmo bairro é algo extremamente saudável para a sociedade”, conclui.
Um lugar para se reerguer e ter um novo começo. É assim que Ellen Cristina Benite Vieira, de 38 anos, enxerga a ONG Selo Amor Espresso, onde participa, até o final de julho, da Turma 8 de formação de barista.
Gratuito, o aprendizado não fica restrito a conhecer os vários tipos de cafés, métodos de preparo, como regular a máquina de espresso ou vaporizar bem o leite para um saboroso latte. Para ela, que já amava café, o diferencial é o suporte psicológico e emocional oferecido no espaço.
“Às vezes eu chego triste lá, mas saio mais confiante. Sinto-me muito privilegiada porque muitas pessoas gostariam de estar fazendo esse curso”, disse com a voz embargada.
Segundo Fernanda Samaia, psicóloga, presidente da ONG e idealizadora do projeto, junto com sua amiga Maria Alexandra, as alunas têm uma rede de apoio do começo ao fim. É feito o acolhimento, capacitação, desenvolvimento da autonomia emocional, encaminhamento para entrevista de emprego e acompanhamento por até seis meses após o término da formação.
Estar desempregada é requisito para ser selecionada no projeto, que começou em uma comunidade da zona norte de São Paulo, em 2020. De lá para cá, cerca de 60 mulheres realizaram a formação de barista, que tem duração de nove semanas, atualmente, com aulas às segundas e quartas-feiras, das 16h30 às 20h30.
Nesse período, as participantes têm aulas teóricas e práticas sobre como preparar um bom café especial com a professora Bia Sobral, barista profissional. Com mais uma psicóloga, Fernanda dá aulas sobre inteligência emocional, que passa pelos pilares do autoconhecimento, autoregulacao, habilidades sociais e comunicação não violenta. Também aprendem sobre finanças básicas, a montar um currículo e como se portar na entrevista de emprego.
“Além disso, aprendem a traçar metas para que não dependam de motivação externa. Muitas vezes, o ambiente externo é completamente contra elas se desenvolverem. Então, auxiliamos a fortalecer o lado interno”, explica Fernanda. Ela ressalta que todas saem com currículo pronto e duas entrevistas de emprego garantidas, pois a ONG faz a ponte com cafeterias e docerias.
Para Ellen, que foi vítima de violência doméstica e passa por um processo de separação do ex-marido, a possibilidade de conquistar um emprego fixo é “uma luz no fim do túnel”, pois representa a chance de conseguir a guarda das duas filhas, que estão com ele. Formada em administração, ela tem experiência como chefe de cozinha e sonha em cursar gastronomia.
Inclusão
Maryele Araújo, de 21 anos, moradora de Interlagos, na zona sul, conquistou o primeiro emprego com carteira assinada pelo projeto. Ela fez parte da Turma 7, encerrada em 12 de abril de 2023. Sete dias depois, em 19 de abril, começou a trabalhar em uma cafeteria localizada em Perdizes.
Além da parte profissional, que Maryele pretende continuar desenvolvendo, com a realização de um curso de latte art em breve, o Selo Amor Espresso contribuiu para sua evolução mental. “Melhorou também na parte do emocional porque tinha muita coisa que eu não sabia lidar e as aulas de acompanhamento emocional ajudaram”.
Origem
A iniciativa foi inspirada em modelos de projetos nos quais Fernanda trabalhou nos Estados Unidos, onde morou por 11 anos, fez graduação e depois mestrado em psicologia clínica.
Não é sobre café. O Selo Amor Espresso, apesar de se desenvolver dentro de uma cafeteria, é sobre “transformar a vida de mulheres em situação de vulnerabilidade”, afirma Fernanda. A bebida é usada como ferramenta, pois sua família tem uma fazenda de café em Brotas, no interior de São Paulo, e doa os grãos usados nas aulas.
Além disso, a escolha foi pautada em outros fatores: o mundo dos cafés especiais está em crescimento, para ser barista não precisa de formação acadêmica e a área possibilita o crescimento dos profissionais.
“Não queremos que elas tenham trabalho em troca de dinheiro. Ajudamos elas a entenderem o potencial que têm e a construir uma carreira. Pelo momento do mercado, o barista pode crescer, participar de concursos, empreender, dar cursos”, frisa Fernanda.
A cafeteria que leva o mesmo nome emprega duas ex-alunas e, para incentivar o empreendedorismo, acabou de lançar um curso particular, com duração de uma hora, que ensina a extrair o café no método que o cliente escolher. A aula será ministrada pelas ex-alunas e parte da renda será revertida a elas.
Gabriela Magalhães Feitosa, de 19 anos, é uma das funcionárias da cafeteria, aberta em setembro deste ano. Em maio fez um ano que ela concluiu a formação. Foi da Turma 5, quando o curso ainda era promovido na zona norte. Pegava quatro ônibus e dois metrôs e levava três horas no percurso para se deslocar da sua casa, no Jabaquara, zona sul.
Se não fosse o auxílio transporte fornecido pela ONG e o suporte emocional, talvez tivesse desistido. “O curso agregou muito na minha vida. Não só na parte financeira, mas desenvolveu minha parte emocional.
Parcerias
A ONG atende mulheres em situação de vulnerabilidade social e cerca de 90% sofreram ou já estiveram inseridas em algum tipo de violência doméstica. Para ajudar na independência financeira e autonomia de vida das participantes, a Selo Amor Espresso conta com algumas parcerias.
Uma delas é justamente para a seleção das mulheres que se encontram em um momento de vida propício para se dedicar à capacitação. Outras ONGs que desenvolvem ações com esse público fazem as indicações, como a Casa Mariás, por meio da qual Ellen conseguiu a vaga na capacitação.
Os pré-requisitos são:
ter a partir de 18 anos;
estar desempregada;
disponibilidade para trabalhar em período integral (44 horas por semana), com uma folga semanal;
saber falar, ler e escrever em português;
filho acima de um ano, se tiver;
ter celular com WhatsApp;
ter Bilhete Único; e
não ter vício em bebida alcoólica ou outras drogas.
Algumas também chegam por indicação de ex-alunas ou após conhecerem o projeto nas redes sociais. As alunas são escolhidas via entrevista e preenchimento de um formulário. Ao começar o curso, recebem vale-transporte, apostila e avental para as aulas práticas, além de todos os produtos utilizados no preparo dos cafés, que também vêm de doação.
Há empresas que doam leites e xaropes, outras fazem contribuição financeira, existem os parceiros de contratação, que empregam as alunas ao final da formação de barista e há, ainda, docerias e cafeterias que revertem parte do lucro com alguns cafés de seus menus para o treinamento. Quem quiser apoiar o projeto, pode entrar em contato pelo site da ONG.
SERVIÇO
Cafeteria Amor Espresso
Alameda Santos, 1.298, das 8h às 19h
São diversos tipos de bebidas com café, desde o tradicional espresso aos elaborados com doce de leite. O cliente escolhe o grão, entre as quatro variedades (Paraíso, Arara, IAC e IPR), e o método de extração para o preparo. Os coados são feitos na Hario, Koar, Clever ou AeroPress. Os preços variam de R$ 6,50 a R$ 20.
Com sua tradição centenária, as feiras de rua fazem parte do cotidiano dos bairros da Capital. Segundo dados da Prefeitura de São Paulo, existem 953 feiras livres em funcionamento regular na cidade, número 11,2% superior em relação a 2020. Apenas na zona oeste são 38, realizadas de terça a domingo. O Estadão Expresso Bairros compilou em um guia. Confira:
Barra Funda
Terça: Av. Francisco Matarazzo n°455 – 7h às 12h e 16h às 20h
Sábado: rua Professor Abrahão Berezin, n°108 – 8h às 14h
Domingo: Av. Francisco Matarazzo, n°455 – 7h às 12h
Butantã
Terça: rua Plínio Salgado, Jardim Peri Peri – 7h30 às 13h30
Quinta: rua Romão Gomes com rua Agostinho Cantu – 7h às 15h
Sábado: avenida Cláudio Franchi – 6h às 15h
Sábado: rua José Alves Cunha Lima – 7h às 14h
Domingo: rua Luís Antônio Martins – 7h às 14h
Jardim Paulista
Sexta: rua Batataes – 7h às 14h
Sábado: rua Interativa – 08h à 14h00
Lapa
Terça: rua Dronsfield – 8h às 14h
Quarta: rua Sales Junior, n°8 – 07h30 às 13h30
Quarta: rua Filomena Matarazzo – 8h às 14h
Quinta: rua Dom João V, n°226 – 8h às 14h
Sábado: rua Dom Romeu Alberti – 07h30 às 13h30
Sábado: rua Dronsfield – 8h às 14h
Perdizes
Terça: rua Ministro Godói, n° 1261 – 7h30 às 13h30
Quinta: rua Aimberê, n°526 – 7h às 14h
Sábado: rua Arnaldo José Pacífico – 7h às 14h
Pinheiros
Terça: Praça Benedito Calixto, n° 240 – 7h às 14h
Quarta: rua Dr. Manoel Carlos Ferraz de Almeida – 7h às 14h
Quinta: rua Eugênio de Medeiros, n° 413 – 6h às 13h
Domingo: rua Padre Carvalho – 7h às 14h
Rio Pequeno
Terça: avenida Otacílio Tomanik, n° 72 – 7h às 16h
Sexta: avenida Pujais Sabate – 08h à 14h
Sábado: rua José Alves Cunha Lima – 7h às 14h
Vila Madalena
Sábado: rua Mourato Coelho, n° 1074 – 6h às 14h
Vila Pompéia
Sexta: rua Salvador Caruso, n° 705 – 7h às 14h
Sexta: rua Min. Ferreira Alves, n° 333 – 8h às 14h
Sábado: rua Barão do Bananal, n° 1513 – 6h às 14h
Vila Jaguara
Quinta: rua Sandoval Ferreira Cabral – 7h às 14h
Domingo: rua Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança – 6h às 14h
Vila Leopoldina
Quinta: rua Aliança Liberal, n° 452 – 8h às 14h
Morumbi
Sexta: rua Isaac Albeniz – 8h às 14h
Domingo: avenida Barão de Monte Mór – 07h30 às 13h30
Itaim Bibi
Terça: rua Prof. Tamandaré Toledo, n°64 – 6h às 14h
São Paulo tem mais de 2 milhões de cães em residências da área urbana. A estimativa é do Inquérito de Saúde Pública da capital (ISA), que constatou a presença dos animais em 29% dos domicílios entrevistados, em 2017.
Espalhados por todas as regiões da cidade, os parcães são espaços mantidos pela Prefeitura nos quais a população canina pode passear livremente: atualmente, são 174 cachorródromos.
A entrada em todos os parcães é gratuita e exclusiva para cães e seus tutores, mas existem algumas regras a serem seguidas por quem quer fazer uso desses locais. Cães de raças que são consideradas potencialmente mais agressivas, como mastim napolitano, pitbull, rottweiller e american stafforshire terrier ou, então, raças derivadas delas, precisam estar usando focinheiras.
Além disso, os tutores devem estar atentos para recolherem as fezes dos cachorros de forma rápida, diminuindo as chances de contaminação do solo, e para manterem as vacinas do animal em dia — bem como os tratamentos com antipulgas e anticarrapatos.
Não é permitido nos parcães das praças e parques municipais:
Filhotes de até quatro meses, fêmeas no cio e cães agressivos;
Adestradores realizando atividades comerciais;
Entrar com alimentos, seja para cães ou para seus tutores;
A entrada de crianças de até 12 anos desacompanhadas de um adulto;
Entrar ou sair do espaço sem que o cão esteja usando guia.
A Secretaria Municipal das Subprefeituras destaca que os tutores são legalmente responsáveis pelo comportamento de seus cães. Perante a legislação municipal, também são obrigados a vacinar os animais contra a raiva, utilizar coleira e guia para transitar em vias e logradouros públicos — sujeito à multa de R$ 100 por animal, em caso de descumprimento — , e recolher as fezes das ruas. Encontre o cachorródromo mais próximo de você:
Zona central
Subprefeitura Sé
Largo do Arouche
Parque Princesa Isabel
Praça Álvaro Cardoso de Moura
Praça Arquiteto Barry Parker
Praça Coronel Fernando Prestes
Praça Emílio Miguel Abella
Praça Franklin Roosevelt
Praça Hélio Ansaldo
Praça Miguel Forte
Praça Nicolau de Moraes Barros Filho
Praça Olavo Bilac
Praça Padre Luís Alves Siqueira Castro
Praça Rotary
Rua Wandenkolk, 610
Viaduto Júlio de Mesquita Filho
Zona oeste
Subprefeitura Butantã
Praça Laerte Garcia Rosa
Praça Vinícius de Moraes
Praça Vila de Sintra
Praça Carlos Alberto
Praça Wilson Moreira
Subprefeitura Lapa
Praça Amadeu Decome
Praça Miriam de Barros
Praça Ana Maria Poppovic
Praça Paul Klee
Praça Adroaldo Barbosa Lima
Praça ilza Weltman Hutzler
Praça Diogo do Amaral
Praça Conde Francisco Matarazzo Jr.
Praça Cunhambebe
Subprefeitura Pinheiros
Praça Guilherme Kawall
Praça Amundsen
Praça Maria Noeli Carly Lacerda
Praça da Mateus Grou
Praça do Pôr do Sol
Praça Horácio Sabino
Praça General Gentil Falcão
Praça Alexandre Gusmão
Praça San Martin
Zona norte
Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha/Limão
Parcão Limão – Rua Salvador Ligabue, 246
Praça Antônia Maturano Lago
Praça José Tomaselli
Praça Centenário
Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia
Praça Domingos Regatieri
Praça Quarto Centenário da Freguesia do Ó
Parcão BNH – Rua Leandro Bassano, 449, Vila Cruz das Almas
Praça Antônia Espinosa Picerni
Subprefeitura Jaçanã/Tremembé
Praça Vila Constança
Praça Antônio Joaquim
Praça Memória do Jaçanã – Avenida Antônio César Neto, Vila Nilo
Rua Arnaldo Pescuma
Subprefeitura Perus
Praça do Samba
Subprefeitura Pirituba/Jaraguá
Praça Grand Reserva
Praça Nelson Parreira Gama
Praça 25 de Novembro
Praça Tonico e Tinoco
Praça Fernando Bujones
Subprefeitura Santana/Tucuruvi
Praça Parque Domingos Luís
Praça Reinaldo Proetti (rua Augusto Tolle com a avenida Engenheiro Caetano Álvares)
Praça Vinícius Braidatto (rua Carapajo com rua Antônio Flaquer)
Praça Agostinho Nohama
Zona sul
Subprefeitura Capela do Socorro
Praça Marcelo Costa Tavares
Praça José Gomes da Silva Neto
Praça René Ernani Toccheton
Praça Cecília Apolinário Trapiá
Praça Geraldo Sylvestre Pacheco
Praça na Rua Augusto Ferreira de Morais
Praça Antônia Pereira
Praça Sérgio Talans
Praça Armando Fernandes
Praça Natividade Simões de França
Praça Aurélio Bracciali
Praça Deputada Ivete Vargas
Praça Adriano Emidio de Souza
Praça Yvonne dos Santos Rattis
Subprefeitura Cidade Ademar
Praça do Acuri
Praça Rubens Facchina
Parque Mar Paulista
Rua Alessio de Paolis
Rua Robélia
Rua Durval Pedroso da Silva
Subprefeitura Ipiranga
Jardim Santa Cruz (rua Amadeu Giusti)
Vergueiro
Abrahão Mussa
Praça Belmiro Vampel
Praça Raul Gonçalves
Praça da Rua Quatro
Dom Villares
Praça Antônio Claudino
Praça Pinheiro da Cunha
Praça AIDA
Praça Francisco Bautista
Praça São Sebastião
Subprefeitura Jabaquara
Praça Barão de Japurá
Praça Soares de Avelar
Praça Nova América
Subprefeitura Santo Amaro
Praça Oscar Jorge Maluf
Praça Horácio Bortz
Praça Nova Olinda (rua Tabaré com rua Oirá)
Praça Davi Capistrano Costa (rua São José com rua Senador Vergueiro)
Praça Diná – Rua Luís Correia de Melo, 168 – Vl. Cruzeiro
José Auriemo – Av. João Batista di Vitoriano, 105
Praça Adelino Ozores Neto (avenida Adolfo Pinheiro com rua São José)
Praça Fuad Elias Nauphal
Rua Manuel Pereira Guimarães
Praça Wanderley da Silva – Rua Vito Bovino
Canteiro da Rua Leal Ferreira
Praça Manoel Filizola Albuquerque – Rua Professor Authos Pagano
Rua Dr. José Bustamante
Engenheiro Dácio Morais Júnior com avenida Professor Vicente Rao, 1478
Nossa Praça – Av. Prof. Alceu Maynard Araújo, 650
Praça Hélio Smidt – (rua Jacatirão com rua Mapuá)
Parque Severo Gomes – Rua Pires de Oliveira, 356
Praça Zavuvus – Avenida Yervant Kissajikian, 272
Praça Júlio da Costa Leal – Avenida João Peixoto Viegas, 276
Praça Pierre Lotti (rua Firmino Rodrigues Silva com rua Juari)
Subprefeitura Vila Mariana
Praça Antônio Borges de Almeida
Praça Cidade de Milão
Praça Nossa Senhora Aparecida
Praça Rosa Alves da Silva
Praça Giordano Bruno
Praça Pereira Coutinho
Praça São Francisco da Glória
Praça Ayrton Senna
Praça Alexandre Cabanel
Praça Coronel Fernandes de Lima
Praça Professor Mário Autuori
Praça Professor Américo Portugal Gouveia
Praça Santa Rita De Cássia
Praça Gute
Praça David Nasser
Subprefeitura M’Boi Mirim
Avenida Luiz Gushiken, 97
Cruzamento da avenida Luiz Gushiken com a rua Leonildo Kimori
Rua Diogo Azevedo Sampaio, 145
Subprefeitura Campo Limpo
Praça dos Cachorros – Rua Domingos Lopes da Silva, 880
Zona leste
Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão
Praça O Bom Samaritano
Praça Alexandre Roberto Romano (Alemão)
Praça Marechal Rodrigues Ribas Jr.
Canteiro entre as avenidas Aguiar da Beira e Barreira Grande
Praça Sampaio Vidal
Subprefeitura Cidade Tiradentes
Praça do 65
Subprefeitura Ermelino Matarazzo
Praça Benedito Ramos
Vila Cisper
Cruzamento da rua Caiçara do Rio do Vento com a rua Barra de Santa Rosa
Praça Pedro Luiz Matavelli
Praça Mata dos Araújos
Subprefeitura Itaquera
Praça Roldão Alves Valente
Rua Rafael Albarini
Subprefeitura Mooca
Parcão Tatuapé – Praça Nossa Senhora do Bom Parto
Parcão Catumbi – Rua Paulo Andrighetti, 129
Cachorródromo Parque da Mooca – Rua Taquari, 450-516
Parcão Belém – Rua Independência, 177
Subprefeitura Penha
Praça Comunidade Nossa Senhora do Alívio de Ituaçu
Praça Luiz Moutinho
Praça Dilva Gomes Martins
Praça Maria Lorecchio Basílio
Área municipal na avenida Padre Estanislau de Campos, 58
Área municipal na avenida Dr. Bernardino Brito Fonseca de Carvalho, 1554
Praça Francisco Soto
Subprefeitura Vila Prudente
Praça Pedro Paulo Correa
Praça Alcides Franco de Lima
Praça Júlio Scantimburgo
Praça Luiz Augusto Canteiro (Praça do Samba)
Praça Pedro Paulo Correa
Subprefeitura São Miguel Paulista
Praça Guanambi, Parque Cruzeiro do Sul
Praça sem nome, localizada na Rua Américo Gomes da Costa
Praça Rainha das Avencas – Avenida do Imperador
Subprefeitura Sapopemba
Praça Torquato Plaza
Praça Alcides Galli
Praça Cristiana F. Tolentino
Praça Francisco Tavares Veloso
Cruzamento da rua Reverendo Simão Salém com a rua Sofia Castelane
Começou neste sábado (17) o programa Escola Aberta, iniciativa em que escolas municipais abrem as portas aos fins de semana para receber atividades de lazer, culturais e esportivas.
Cinco unidades estão incluídas no projeto piloto: Emef Fernando de Azevedo (DRE São Miguel), na zona leste, que abriu as atividades no sábado, EMEF Vladimir Herzog (DRE Guaianases), Ministro Aníbal Freire (DRE Pirituba/Jaraguá), Palimércio de Rezende (DRE Campo Limpo) e Vargem Grande (DRE Capela do Socorro).
Aos sábados, as atividades ocorrem das 8h30 às 17h30 e, aos domingos, das 9h às 13h. Fazem parte do cronograma aulas de esporte, iniciação ao teatro, expressão corporal a partir de coreografias de ritmos diversos e cursos de formação digital, além de jogos e brincadeiras circenses, musicalização, oficinas de artes plásticas, culinária e de temas ligados à sustentabilidade e reciclagem.
A estimativa da Prefeitura de São Paulo é de que pelo menos 500 pessoas participem do programa por fim de semana. Não é necessário fazer inscrição para participar. As oficinas vão obedecer a ordem de chegada dos participantes e a lotação máxima de sua capacidade.
A acumulação compulsiva é considerada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) uma “situação em que a pessoa mantém excesso de objetos, resíduos ou animais, associada à dificuldade de organização e manutenção da higiene do ambiente, em casos relacionados a transtornos mentais ou outras causas”. No momento, 15 casos são acompanhados pela Prefeitura de São Paulo.
Em 2022, foram 162, que resultaram na retirada de 426,09 toneladas de resíduos pelas equipes de limpeza urbana. Neste ano, até o momento foram 24,47 toneladas. A porta de entrada para o atendimento de pessoas em situação de acumulação é a rede municipal de saúde, por meio dos serviços especializados em saúde mental.
Segundo a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads), também existem profissionais aptos a participar do encaminhamento de pessoas em situação de acumulação nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).
Desde 2016, a cidade de São Paulo conta com uma Política Municipal de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Acumulação. A partir dela, foi criado o Comitê Intersecretarial de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Acumulação (Crasa). O trabalho prevê um projeto terapêutico para cada indivíduo na Rede de Atenção Psicossocial (Raps) da SMS.
O que pode causar a acumulação compulsiva?
Incluído no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM, do inglês Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) apenas em 2013, o Transtorno de Acumulação (TA) ainda é uma condição pouco compreendida.
Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS), trata-se do “acúmulo de objetos devido à aquisição excessiva ou dificuldade de descartá-los, independentemente de seu valor real”, tornando os espaços desordenados a ponto de que seu uso ou segurança sejam comprometidos.
Apesar do que o nome sugere, o comportamento visto em reality shows como o Acumuladores Compulsivos nem sempre corresponde ao TA. Daniel Costa, psiquiatra e pesquisador do Programa de Transtornos Obsessivos-Compulsivo (Protoc) do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da USP, explica que ele pode estar associado a diferentes condições, como depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), quadros de demência ou transtorno do espectro autista (TEA).
“Antes de bater o martelo para transtorno de acumulação, é preciso investigar outras causas que possam eventualmente explicar melhor aquele comportamento”, ressalta.
Como outros transtornos, o TA também pode apresentar diferentes níveis de gravidade, o que significa que o comportamento impossibilita a circulação ou utilização de espaços em diferentes escalas; pode ser um cômodo específico ou, então, tomar conta da casa inteira.
Um dos principais critérios que o caracterizam é a progressão do quadro com a idade e a dificuldade de se livrar do que é acumulado, atrelado a um desconforto intenso que pode ser acompanhado de ansiedade. As razões têm a ver com o valor sentimental dos itens e com a sensação de segurança associada ao processo de guardá-los.
Em casos de depressão, por exemplo, o acúmulo é mais relacionado à falta de disposição e energia para organizar e limpar o ambiente. Já em quem tem TOC, envolve a compulsão de guardar itens como um comportamento para aliviar obsessões e pensamentos intrusivos.
Independentemente da causa, o que é acumulado varia, de roupas, embalagens e aparelhos eletrônicos a casos de acumulação de animais. Já os riscos costumam ser os mesmos: a dificuldade de organizar e limpar, ameaça a saúde individual e coletiva com infestações de animais, maior chance de incêndio e prejuízo das relações pessoais.
Em casos de acumuladores de animais, o recolhimento pode ser realizado pela Divisão de Vigilância em Zoonoses (DVZ) quando há situação de agressão, invasão a instituições públicas ou locais de risco à saúde pública e animais que sofrem com doença incurável. As denúncias desse tipo de ocorrência devem ser feitas pelo telefone 156 ou pelo site.
Tratamento
Quando se trata de transtorno de acumulação, destaca o médico psiquiatra, o diagnóstico é muito recente — e não existem medicamentos para o distúrbio em si. Alguns, no entanto, podem ser prescritos quando há comorbidades como depressão e TOC.
O tratamento consiste principalmente de psicoterapia de orientação comportamental, que envolve o treinamento de habilidades como planejar o descarte de objetos, tomar a decisão e efetivamente descartá-los.
Nesse processo, o apoio dos familiares é visto como fundamental. “Pensando no cenário ideal, seria ótimo se a família pudesse se engajar no tratamento, porque eles podem funcionar como auxiliares na conscientização que envolve a psicoterapia”, diz Daniel Costa.
As redes sociais têm ganhado conteúdos de divulgação sobre a acumulação compulsiva. Dentro do nicho CleanTok — cuja hashtag conta com mais de 80 bilhões de visualizações no TikTok —, a finlandesa Auri Katarina foi uma das precursoras na limpeza gratuita das casas de pessoas que sofrem de transtornos psiquiátricos.
No Brasil, influencers como o diarista Guilherme Gomes, do Diárias do Gui, e a modelo Ellen Milgrau realizam um trabalho semelhante, e aproveitam a plataforma para disseminar mensagens de conscientização sobre os problemas de saúde mental.
Seja para se aproximar da natureza ou para desfrutar de uma tarde ao ar livre, as mais de 23 milhões visitas em parques municipais no primeiro semestre deste ano mostram que eles se mantêm como uma opção de lazer atemporal na vida dos paulistanos.
Em contraposição ao visual urbano de São Paulo, os 114 pontos de encontro com a natureza espalhados pelas regiões sul, norte, leste e oeste já receberam mais de 100 milhões de visitas quando observado desde março de 2020, mês inicial da contagem. A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) informou que o mês de junho, de 5/6 a 11/6, teve a semana mais movimentada com 1,5 milhão de visitas.
Além do panorama geral de visitação aos parques, a pasta divulgou também quais são os 10 mais visitados até o momento e a lista vai além do eixo central. Confira:
1- Ibirapuera
Crédito: Sebastião Moreira/Estadão
O Parque Ibirapuera lidera com folga o ranking dos mais visitados em 2023. São 7.383.436 de visitas somente neste primeiro semestre do ano. Mas, esses números não são novidade. O parque foi o mais visitado em 2022 (12.048.988 visitas). Por concentrar diversas atrações ao longo do ano, museus e espaços para atividade esportiva, o Ibirapuera atrai muitos munícipes e turistas.
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana. Horário: 5h às 23h
2- Parque do Povo
O Parque do Povo recebeu 2.494.569 visitas nos primeiros meses de 2023. Oferecendo um lazer completo para famílias, tem alguns pontos centrais que atraem visitantes: os seus tabuleiros gigantes de xadrez, o Jardim Sensitivo e as pistas para práticas esportivas.
Endereço: Av. Henrique Chamma, 420 – Pinheiros. Horário: 6h às 22h.
3 – Parque Independência
Crédito: L. Santana/Estadão Expresso Bairros
Cenário de muitas fotos de turistas e de todos que ali passam, o Parque Independência reuniu 1.977.801 visitas em 2023. Com seus jardins de estilo francês, esse parque abriga um dos museus mais importantes do país: o Museu do Ipiranga. Fica às margens do riacho Ipiranga, onde foi declarada a Independência do Brasil, além de contar com pistas de cooper e o Museu de Zoologia.
Endereço: Avenida Nazareth, s/n°, Ipiranga. Horário: 5h às 20h
4- Parque do Carmo
Alcançando 1.298.616 de visitas neste primeiro semestre do ano, o Parque do Carmo é uma opção de lazer em meio à natureza na zona leste. Com cerca de 1,5 milhão de metros quadrados, é o maior parque de São Paulo. Abriga bosque de cerejeira e o Museu do Meio Ambiente, além de uma variada fauna e flora.
Endereço: Av. Afonso de Sampaio e Sousa, 951 – Itaquera. Horário: 5h30 às 20h
5- Parque Jardim da Luz
Crédito: Tiago Queiroz/Estadão
O parque mais antigo da cidade não poderia ficar de fora do ranking. Só nos seis primeiros meses deste ano, foram 870.637 visitas ao Parque Jardim da Luz, que oferece grutas, aquários, mirantes, lagos, trilhas e exposição permanente de esculturas.
Endereço: Praça da Luz, s/n°, Bom Retiro. Horário: 9h às 18h
6- Parque Aclimação
Crédito: Alf Ribeiro/Estadão
Quem passa pelos bairros Liberdade e Paraíso já deve ter visto o verde do Parque Aclimação cortando a cidade. Neste ano, até o momento, o parque recebeu 759.836 visitas. Sede do primeiro zoológico de São Paulo, o Parque Aclimação oferece pistas de caminhada, playground, concha acústica e jardim japonês com espelho d’água.
Endereço: Rua Muniz de Sousa, 1.119 – Aclimação. Horário: 6h às 22h
7 – Parque Augusta
Crédito: L. Santana/Estadão Expresso Bairros
O mais novo desta lista, o Parque Augusta recebeu 724.550 visitas neste primeiro semestre de 2023. Próximo da Praça Roosevelt, corta o visual de prédios com a sua flora formada por centenas de árvores. Muito utilizado para piqueniques, disponibiliza espaço redário, deck elevado, parquinho infantil e um cachorródromo.
Endereço: Rua Augusta, 200 – Consolação. Horário: 5h às 21h
8- Parque Trianon
Crédito: Hélvio Romero/Estadão
O fato de ter uma de suas entradas pela avenida Paulista não foi o bastante para colocar o Parque Trianon no topo da lista. Ele recebeu 465.732 visitas este ano. Com uma flora vasta, os visitantes podem observar esculturas, aproveitar as trilhas, sendo a Trilha do Fauno a mais conhecida, ou apenas descansar nos bancos para esquecer um pouco o trânsito de uma das vias mais movimentadas de São Paulo.
O Parque Santos Dias recebeu 453.093 nestes seis meses de 2023. Os moradores do bairro Capão Redondo e outros munícipes que vão ao parque podem aproveitar a diversidade de quadras poliesportivas, academia para terceira idade, viveiro de mudas e plantas e o Bosque da Leitura.
Endereço: Travessa Jasmim da Beirada, 71 (Portão I) – Capão Redondo. Horário: Diariamente das 6h às 18h
10 – Parque Vila Prudente
O Parque Vila Prudente fecha a lista com 419.038 visitas nos primeiros seis meses deste ano. Oferecendo um lazer completo para a família inteira, conta com jardim japonês, playground, equipamentos de ginástica e viveiro. O parque nasceu com o nome Parque Ecológico de Vila Prudente, mas passou a se chamar Parque Professora Lydia Natalízio Diogo.
Endereço: Rua João Pedro Lecor, S/n°- Vila Prudente. Horário: Diariamente 6h às 22h
Entre bairros residenciais e canteiros de bares e restaurantes, as hortas comunitárias conquistaram um espaço significativo na urbanidade de São Paulo. Além de contribuírem para a segurança alimentar, os cultivos fortalecem a consciência ambiental e estimulam práticas mais saudáveis de consumo.
A capital paulista conta atualmente com 347 hortas urbanas registradas na plataforma Sampa+rural, que reúne iniciativas relacionadas à agricultura e turismo sustentável e é organizada pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo. No site da plataforma, é possível localizar as hortas.
O Estadão Expresso Bairros selecionou 6 hortas comunitárias em diferentes bairros de São Paulo para você se engajar. Confira a lista:
Horta City Lapa
Focada em Plantas Alimentícias Não-Convencionais (Pancs), a horta comunitária da City Lapa foi criada em 2014 como alternativa para revitalizar a esquina das ruas João Tibiriçá e Barão de Itaúna, no Alto da Lapa. As atividades são coordenadas pela nutricionista Neide Rigo. Os mutirões ocorrem sempre no segundo domingo de cada mês e o horário é divulgado no Instragram: @neiderigo
Endereço: entre as ruas Barão de Itaúna e João Tibiriçá
Horta Comunitária da Saúde
Próxima à estação de metrô Saúde, em Mirandópolis, a horta é resultado de uma parceria da Subprefeitura Vila Mariana com moradores da região para evitar o acúmulo de lixo na área. Funcionando em um sistema agroecológico, a horta utiliza a técnica da compostagem para recicla alimentos que seriam descartados. Os mutirões acontecem toda segunda-feira e domingo pela manhã.
Endereço: rua Paracatu, n° 66, Parque Imperial
AgroFavela-Refazenda
Com uma capacidade para cerca de mil pés de verduras, os 900 metros quadrados de horta em Paraisópolis reúnem o plantio de legumes, verduras, frutas e hortaliças de todas as variedades. A produção é inteiramente doada para moradores da comunidade. São oferecidas oficinas e vendas de produtos para a manutenção das atividades via instagram, pelo perfil @agrofavela_refazenda.
Endereço: rua Itamotinga, n°100, Paraisópolis
Horta CCSP
Em parceria com a rede Hortelões Urbanos, a horta comunitária do Centro Cultural São Paulo tem como objetivo produzir alimentos de qualidade e ampliar a relação entre o CCSP e seus frequentadores. Os mutirões são organizados mensalmente e divulgados previamente no instagram @centroculturalsp.
Endereço: rua Vergueiro, n° 1000, Paraíso
Horta das Cojuras
Cultivada na Praça das Corujas, na Vila Beatriz, a horta é aberta para acesso de moradores e voluntários. A única regra de convivência é a proibição da entrada de animais. Para participar das ações, basta acompanhar o grupo nas redes sociais.
Endereço: Avenida das Corujas, 39, Vila Beatriz
Horta Orgânica da Tia Bela
Montada no terreno entre as torres das linhas de transmissão de energia da Enel, na região de São Mateus (zona leste), a horta da Tia Bela surgiu como uma opção para ocupar 27 terrenos inutilizados na região. O projeto beneficia diretamente cerca de 400 famílias com a doação de legumes e hortaliças. Mais informações podem ser obtidas no instagram @hortadatiabela