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Prefeitura da Cidade de São Paulo

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edifício Martinelli

Edifício Martinelli recebe iluminação de Natal

O Edifício Martinelli está com iluminação de Natal desde o dia 1º de dezembro. A ação da Prefeitura de São Paulo integra o Natal Iluminado 2025. Até 6 de janeiro, o Martinelli se junta a outros pontos históricos e culturais para transformar o centro da cidade em um circuito natalino. A iluminação no edifício, um dos primeiros arranha-céus de São Paulo, compõe o cenário com outros prédios tradicionais, como o Theatro Municipal, o Shopping Light e o Edifício Matarazzo.

A região central também recebeu projeções especiais na Catedral da Sé e no Pateo do Colégio, além de iluminação no Viaduto do Chá, no Viaduto Santa Ifigênia e no Mosteiro de São Bento.

A fachada do Martinelli recebeu cem refletores, mil unidades de strobos, trezentos metros de cascata e 250 metros de cortina de LED. As luzes utilizam as cores verde e vermelha em movimento. Foram mobilizados 25 trabalhadores diretamente e outros 40 indiretamente para a instalação, que exigiu três quilômetros de cabos e três quilômetros de cabos de aço.

Marco

O Edifício Martinelli foi idealizado pelo imigrante italiano Giuseppe Martinelli e projetado pelo arquiteto húngaro William Fillinger. A construção começou em 1924 e terminou em 1934, com 30 andares e 105 metros de altura. Foi o primeiro grande arranha-céu de São Paulo e, durante anos, o prédio mais alto da cidade e, por determinado período, da América Latina.

Para demonstrar a segurança da estrutura, Martinelli mandou construir um palacete na cobertura, réplica de uma villa italiana, onde sua família passou a morar.

O edifício foi desapropriado em 1975 e reformado, sendo reinaugurado em 1979. Hoje abriga secretarias e empresas públicas municipais, além de comércio no térreo. No 26º andar há um terraço com vista panorâmica que alcança o Pico do Jaraguá, as antenas da Avenida Paulista e a paisagem de prédios da capital.

A iluminação natalina reforça o reconhecimento do Martinelli como patrimônio histórico e marco arquitetônico da cidade, acrescentando um novo capítulo à sua trajetória centenária.

Sobre o Natal Iluminado 2025

O Natal Iluminado 2025 transforma São Paulo em um circuito contínuo de luz e cultura até 6 de janeiro. Entre os destaques estão a Avenida Paulista, com 290 arcos luminosos criando um túnel contínuo, e o Centro Histórico, que se torna uma Vila de Natal com projeções mapeadas, pista de patinação no Largo São Bento e mais de cinquenta pontos iluminados. Cada uma das 32 subprefeituras receberá uma árvore de Natal de 13,5 metros de altura.

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Prefeitura aprova 16 novos projetos de retrofit no centro de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo aprovou 16 novos projetos na terceira rodada de apoio financeiro para subvenção econômica e requalificação de edifícios no centro da cidade. Entre os contemplados estão ícones da arquitetura paulistana, como o Edifício Martinelli, o Copan e o Edifício 7 de Abril (antigo prédio da Telesp), que terão parte das obras de retrofit financiadas. A medida busca estimular o adensamento populacional e fortalecer a vocação urbana da região central. A lista foi publicada no Diário Oficial do Município nesta quarta-feira (8).

A seleção, conduzida pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), inclui ainda outros marcos arquitetônicos e condomínios residenciais do centro. Entre eles estão o Residencial Cambridge, na Consolação — que já funcionou como hotel de luxo na década de 1950 — e o Edifício H Lara, na Praça Antônio Prado, construído em 1959 pela família Toledo Lara, então uma das maiores proprietárias de imóveis da região.

O grupo de projetos também reúne obras assinadas por nomes de destaque da arquitetura, como Ramos de Azevedo (sede do CAU-SP, na Rua Quinze de Novembro), Rino Levi (Edifício Líbero Badaró) e Jacques Pilon (Edifício Anhumas).

Aporte e habitação social

O chamamento recebeu um aporte recorde de R$ 200 milhões. A iniciativa, parte da Área de Intervenção Urbana (AIU) do Setor Central, prevê investimento total de R$ 1 bilhão para cobrir até 25% dos custos das obras.

Dos 16 projetos aprovados, quatro preveem unidades de habitação de interesse social (HIS) — um destinado a famílias com renda de até três salários mínimos (HIS-1) e três para famílias com renda de até seis salários mínimos (HIS-2).

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Edifício Martinelli

Martinelli reabre com visitas guiadas gratuitas às terças-feiras

O Edifício Martinelli, patrimônio histórico do Centro de São Paulo, volta a receber o público com visitas guiadas gratuitas pelo projeto Vai de Roteiro, da Prefeitura. A atividade acontece às terças-feiras, a partir de 5 de agosto, com grupos de até 25 pessoas em seis horários diferentes.

Os roteiros, conduzidos por guias da Secretaria Municipal de Turismo, têm duração de 45 minutos. Os visitantes poderão conhecer detalhes da história do edifício e apreciar a vista panorâmica da cidade. As visitas ocorrem nos seguintes horários: 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16h30 e 17h30. As reservas devem ser feitas pela plataforma Sympla.

Criado em 2024 para marcar os 100 anos do início da construção do Martinelli, o projeto M100 abriu espaço para ações culturais diversas, como moda, design, oficinas, dança e música, e recebeu mais de 100 mil visitantes do Brasil e do exterior.

Em 2025, teve início a segunda fase do projeto, com mais de 100 fornecedores envolvidos na continuidade da revitalização do edifício. Durante as obras, o prédio segue ativo com programação cultural em períodos e áreas específicas, mantendo o diálogo com a cidade.

Com cafés, bares, restaurantes e um museu de mais de 500 metros quadrados, o novo Martinelli será um dos maiores complexos criativos do país. A previsão é que o espaço abrigue novos projetos e eventos culturais, com acesso ao térreo, subsolo e aos andares 25 a 28.

Serviço

Vai de Roteiro – Edifício Martinelli
Quando: terças-feiras, a partir de 5 de agosto
Horários: 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16h30 e 17h30
Endereço: Rua São Bento, 405 – Centro Histórico de São Paulo
Atividade gratuita
Informações: cotur@prefeitura.sp.gov.br

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Edifício Martinelli celebra 100 anos com 100 dias de eventos

Um dos cartões postais de São Paulo, o Edifício Martinelli chega ao seu centenário em 2024. Para celebrar, o projeto M100: Martinelli 100 Anos reabre espaços do prédio histórico à população, com visitas guiadas gratuitas e eventos culturais durante os 100 dias que antecedem a fase de restauração completa do edifício, que já foi o maior arranha-céu da América Latina.

Com início previsto para o segundo semestre, a reforma será realizada pelo Grupo Tokyo, vencedor da concessão pública para uso do prédio. A entrega do espaço 100% pronto e em funcionamento está prevista para o final de 2025.

Até junho deste ano, uma agenda gratuita aos fins de semana traz detalhes sobre a construção e história do edifício e apresenta a cidade de São Paulo em um terraço 360 graus, a 150 metros de altura.

As visitas são organizadas mediante retirada de ingressos gratuitos que podem ser acessados pelo link da bio do Edifício Martinelli no Instagram. Para garantir segurança, comodidade e aproveitamento das informações fornecidas pelo guia, são formados grupos de 50 pessoas, com visitas a cada 30 minutos.

Os 6.500 ingressos para a visitação no projeto dos 100 dias acabaram em quatro horas. Devido à alta demanda, novos ingressos serão disponibilizados semanalmente, às segundas-feiras, em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo.

Reencontro com a cidade

“Será a primeira vez na história que a visitação poderá ocorrer também em outros espaços além da cobertura, com destaque para o 25º andar, que contará não apenas com visitação, mas com espaços de exposição, gastronomia e cultura”, afirma o empresário Junior Passini, 39 anos, sócio do Grupo Tokyo ao lado de Rafael Guedes e Fábio Floriano.

A concessão foi vencida pelo grupo no segundo semestre de 2023 e o projeto M100 marca a fase transição com a SP Urbanismo sobre o que será o futuro de 3.800 m² de concessão.

O M100 teve início no dia 14 de março recebendo o público no encontro Cidade do Futuro, de inovação e negócios com a sustentabilidade, na Design Week e na Feira Rosenbaum, eventos de arte urbana tradicional e contemporânea, que movimentaram, um público diário de 2.000 pessoas no Martinelli.

“Eu nunca tinha vindo e estava ansiosa. Adorei o programa em plena segunda-feira e achei o máximo a vista da cidade”, diz Marcela Gradella, 42 anos, servidora federal.

A arquiteta Gislene Andretta, 47 anos, já conhecia alguns andares do edifício onde funcionam serviços municipais e o mirante. “Quando vim era só a vista. Agora temos bar e exposições. Com o tempo de permanência maior, começamos a ter percepção do lugar onde estamos e isso faz diferença.”

Segundo Passini, o projeto final prevê receber um milhão de pessoas por ano.

O espaço concedido será dividido da seguinte forma:

  • Térreo subsolo e térreo – 90% de uso concedido com café, bar e uma loja de design sobre a cidade de São Paulo, além de um museu
  • 25º andar – restaurante para 250 pessoas com mirante coberto e espaço para eventos
  • 26º andar – mirante a ceú aberto e observatório
  • 27º e 28º andares – bares e espaços para eventos

 

Serviço

 

Edifício Martinelli
Avenida São João, 35 – Centro Histórico de São Paulo
Informações e ingressos

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Terraço do Martinelli terá espaço cultural e gastronômico

Com a concessão do terraço do Edifício Martinelli, São Paulo vai ganhar um novo mirante para visitação, espaços de exposição sobre a história do edifício e da cidade e centro de informações turísticas, além de loja, restaurante e café. A Prefeitura pretende retomar o protagonismo do imóvel no cenário turístico e urbanístico da Capital, contribuindo, assim, para a requalificação do centro.

Os espaços concedidos estão na loja 11, no piso térreo, e em quatro andares do edifício, totalizando 2.570 m². A empresa concessionária deverá restaurar os espaços, implantar melhorias de acessibilidade, segurança e zeladoria e implementar serviço de visitação pública.

As obras, segundo a Prefeitura, terão também de respeitar os parâmetros urbanísticos, edilícios e de tombamentos vigentes, garantindo acessibilidade universal. Nos casos das fachadas e pisos externos, as intervenções somente poderão ser realizadas após a aprovação do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo.

A concessão está estruturada em três eixos: Turismo/Lazer e Entretenimento; Cultura/Memória e Alimentação/Compras.

Turismo/Lazer e Entretenimento

• Visitação pública gratuita ao terraço, ao menos, um dia por semana;

• Visitação pública gratuita ao terraço, ao menos, uma semana ininterrupta por ano e durante a Jornada do Patrimônio Histórico;

• O serviço de visitação em geral deverá funcionar de terça a domingo (inclusive em feriados), em um mesmo horário ininterrupto de, no mínimo, 10 horas por dia. E, ao menos, até as 19 horas, para os visitantes vivenciarem o período noturno. É objetivo do Município estimular a circulação de pessoas no entorno do edifício e região central, sobretudo, à noite e aos finais de semana, quando a maioria dos estabelecimentos, escritórios e repartições públicas está fechada;

• As visitas deverão ser acompanhadas de monitores/guias, contar com equipamentos de apoio a pessoas com necessidades especiais e oferecer acesso a sanitários e bebedouros. Os visitantes poderão conhecer o terraço por completo, incluindo os espaços cobertos existentes, como o palacete do Comendador Martinelli;

• Implantação de um núcleo de recepção na Avenida São João para a visitação e com centro de informações turísticas. Atualmente, não existe uma área para esse fim;

• Disponibilizar plataforma digital de relacionamento com o público, como um site, com informações sobre o serviço de visitação, história do Edifício, programa de curadoria, entre outras;

• Oferecer, ao menos, um novo elevador exclusivo para visita à população;

• Eventos poderão ser realizados no terraço. Todavia, eles deverão ser regularmente licenciados pelos órgãos competentes e não prejudicar as atividades nos demais espaços do edifício, tampouco a circulação nas vias de seu entorno e edifícios vizinhos.

Cultura/Memória

• Instalação de espaços expositivos na loja do térreo e no terraço com acervo permanente relacionado à história do edifício e acervo temporário relacionado à história da cidade ou a obras de artistas da cidade;

• Promoção de apresentações artísticas (musicais, sarais, teatrais);

• Possibilidade de ofertar ao público equipamentos tecnológicos, como painéis interativos com informações sobre o projeto anual de curadoria.

Alimentação/Compras

•  Ao menos, uma loja no térreo para compra de souvenirs, livros e fotos;

•  Ao menos, um café ou lanchonete no terraço para refeições rápidas;

•  Ao menos, um restaurante no terraço para almoço/jantar completo;

Observação: as instalações devem considerar para sua política de preços a diversidade de público, especialmente, as necessidades do público escolar e de menor poder de compra.

Em 6 de março, a Prefeitura de São Paulo, por meio da SP Urbanismo, homologou a licitação para a concessão de uso do terraço do Edifício Martinelli. Com isso, a empresa TOKYO SP 110 LTDA foi definida como vencedora do certame e deverá assinar o contrato no prazo de 30 dias.

Com ágio de 18%, a proposta comercial ofertou o valor de R$ 135.000,00 a título de outorga fixa mensal. O edital previa outorga mínima de R$ 115.000,00. O valor total do contrato está estimado em 61,3 milhões e o prazo de vigência da concessão é de 15 anos.

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